Bia
Eu queria sair correndo gritando “Eu conseguir”, eu dei prazer ao meu homem. Deixei toda a timidez de lado e segui meus instintos. Deu certo, pelo mesmo eu achava que sim já que Bryan tinha gozado na minha boca e como o gosto dele era bom, era algo estranho e ao mesmo tempo bom. Não conseguia explicar.
O ruivo estava me olhando de uma maneira estranha. Eu queria saber o que estava passando pela cabeça dele. “Aposto que está me achando uma depravada total. Ou céus, o que fui fazer. Talvez eu tenha confundido tudo”. Mordi meus lábios, já ia abrir a minha boca para pedi desculpas, quando ele levantou da cadeira. Fiquei ali esperando sua próxima ação.
— Quando eu penso que você não pode mais me surpreender, você me aparece com uma nova. — Não sabia se aquilo era bom ou r**m. Fiquei ali parada, ajoelhada na frente dele. Bryan terminou de tirar as calças e cuecas, agachou e me pegou pelos braços. Em um minuto estava no chão e no em cima da minha mesa. — Agora é minha vez.
Bryan voltou a sentar na minha cadeira e se pois no meio das minhas pernas abertas, enfiou suas grandes mãos por debaixo do vestido e puxou minha calcinha para fora, jogando ela em algum lugar. Me trouxe para perto dele e mergulhou a boca em minha i********e.
Já tinha tido s**o o**l antes por ele. Mas desta vez era totalmente diferente. O amante calmo deu a lugar a um faminto. Bryan literalmente me comia como se estivesse diante de um banquete e a dias sem comer. Ele usava a boca maravilhosa e os dedos e tudo que podia fazer era tentar me segurar com força contra a mesa. Arqueia o meu corpo e gritei o nome dele quando gozei contra sua boca.
Se eu acha que seria somente aquilo, estava enganada. Bryan me tirou de cima da mesa. Minhas pernas estavam bambas. Ele me abraçou. Levou uma mão até a minha nuca e atraiu a minha boca para a dele me beijando com intensidade. O gosto dele com o meu gosto se misturaram. Nossas línguas começaram a duelar e esfregando uma na outra.
Ele mais uma vez estava duro. Podia sentir o m****o dele roçando contra minha barriga. Enfiei a mão no meio dos nossos corpos e o acariciei. Bryan interrompeu nosso beijo e se afastou ofegante.
— p***a, como eu te amo. — Me virou contra ele, me perguntei o que ia fazer até sentir a perna dele afastar as minhas e se posicionar atrás de mim. Bryan encheu a mão dele com o meu cabelo e puxou a minha cabeça para trás e sussurrou em meu ouvido. — Tem noção de como é gostosa pra c*****o? — Esse ruivo estava me deixando louca, podia sentir minha excitação escorrendo pelas minhas pernas.
— Bryan. — Gemi seu nome. — Me f**a. — Se eu não estava o reconhecendo, imagine eu? Minha v***a interior assumiu as rédeas e estava no comando.
— Não precisa pedi duas vezes. — Entrou dentro de mim com uma estocada só. Nós dois gememos ao mesmo tempo. Passando aquela onda de luxuria do primeiro contato, veio a segunda mais forte, destruidora.
A sala foi preenchida com nos gemidos, o som de carne batendo contra carne, a minha mesa antiga rangendo. Aquilo era bom, muito bom.
Bryan segurava minha cintura com mãos de ferro. Ficaria com macas ali, mas não me importava. Deitei a cabeça em seu ombro, enquanto ele alcançava o meu c******s com a mão e o acariciava.
— Goza para mim, minha Bia. — Sussurrou contra o meu pescoço enquanto mordia. Ganharia outra marca ali. Não demorou muito e eu estava gozando duro. Ondas quentes sacodiram o meu corpo. Bryan me segurou mais firme enquanto continuava com o vai e vem até ele mesmo se libertar.
Minutos depois estávamos sentado na minha cadeira dentando recuperar o folego. Sentei confortavelmente em seu colo enquanto ele me abraçava e apoiava seu queixo em meu ombro.
— O que foi tudo isso? — Perguntei quando minha voz começou a voltar ao normal.
— Não sei, mas quero de novo. — Sentir o riso em sua voz. Girei o meu corpo para poder encara seu rosto bonito. — Eu também amo você. Amei você como uma criança ama seu ídolo quando pequena, amei você como uma adolescente que conhece o primeiro amor, amo você como uma mulher, uma mulher que deseja ter milhares de momentos assim. — Bryan me deu um selinho e sorriu.
— Minha doce Bia. Eu amo você. Minha adorável menina. — Nós beijamos de novo e de novo, passamos um tempo ali, somente contemplando um ao outro como se o mundo lá fora não existisse.
O telefone na minha mesa tocou quebrando o momento. O receptor sem fio estava no chão, onde deve ter ido parar por causa do movimento. Sai do colo do Bryan e fui busca-lo. Enquanto eu ouvia a ladainha de um dos meus fornecedores, fiquei observando o meu homem se trocar. Como ele era bonito.
Depois de responder todas as perguntas da pessoa do outro lado da linha, finalmente desliguei. Bryan ergueu a minha calcinha com um dedo e olhou para mim com um sorriso s****o no rosto.
— Senhorita Nascimento, não é descente andar por ai sem calcinha. — Senti meu rosto esquentar e foi até ele para recuperar a peça de roupa. Bryan ergueu no alto não dando a possibilidade de eu pegá-la. — Achado não é roubado. — Me deu um beijo estralado na bochecha. — Quem perdeu foi relaxado.
— Bryan. — Fiz beicinho tentando recuperar a peça de roupa perdida. — Me devolve.
— Não. — O tratante colocou a minha calcinha no bolso de trás da calça. — Agora ela é mim.
— Você vai me deixar sem calcinha a tarde toda? — Perguntei incrédula. Bryan deu de ombros, passou por mim e caminhou até a porta. — Tenha um bom resto de dia de trabalho, minha querida. —Dando um t**a na b***a complementou. — Lembre-se de mim quando sentir uma fresquinha ai embaixo.
E simplesmente foi embora. Aquele tratante.