Bryan
Puta m***a, pensa em uma dor infernal, multiplica por mil e ai você chegaria perto da que eu estava sentindo depois do carinho que minha pequena fez. Fiquei surpreso com a iniciativa dela, geralmente ela se escondi de tudo que era i********e, o que era uma graça em minha opinião.
— O que você pretende fazer no café? — Perguntei para ela quando descemos na frente do café depois da consulta com a médica. Realmente esperava que tivéssemos boas noticia, apesar de ainda está em duvidas de ser um bom pai, talvez Sam deixasse eu treinar com a Lulu.
— Quero expandir. — Apontei para a loja ao lado. — O proprietário está vendendo, estou pensando em oferecer almoço também. — Bia era incrível, tinha um tino para os negócios que só ela. Fui até ela, a peguei nos braços e a rodopiei.
— Meus parabéns, minha linda. Você merece todo o sucesso. — Dei um beijo em seus lábios. — Estou tão orgulhoso de você.
— Obrigada. — Bia deu um amplo sorriso. Entramos no café e uma das meninas dela, como ela chamava suas funcionárias, apontou para um senhor baixinho sentado em uma das mesas de frente para a grande janela que dava para rua. Sabe quando você nem conhece a pessoa e não vai com a cara dela? Bem, foi o que aconteceu quando vi o cara.
Bia caminhou até ele e o cumprimentou. Se apresentou e me apresentou a ele. O homenzinho me olhou de cima a baixo e me ignorou. Logo o proprietário da loja do lado chegou e nós quatro formos ver o local. Era um bom espaço, porém estava com algumas avarias serias: piso quebrado, paredes mofadas devido alguma infiltração, o encanamento iria precisar trocar, bem como a fiação. Aquele lugar foi alguma espécie de sapataria ou algo do tipo de venda de roupas e etc. O antigo locatário deixou algumas peças para trás.
Depois da reunião com o proprietário voltamos para o café e o empreiteiro começou a fazer as suas considerações, algumas coisas concordei outras não, acabamos discutindo e o cara saiu pisando duro dizendo que mandaria o orçamento depois.
— Sério, Bia. — Parei no meio da sala dela, que ficava nos fundos do café. As flores que enviei para ela estava em cima de um móvel no canto esquerdo, a mesa antiga que eu tinha restaurado quando ela comprou em um feira do rolo, estava completamente organizada. — Aquele cara é um charlatão.
Dei uma boa olhada nos arredores, a decoração que misturava o antigo e o novo estava ali. Lembro de ter pintado aquele cômodo com a ajuda do meu irmão. Na verdade, todo mundo da minha família e da dela, ajudou a reformar e organizar todo o café assim que ela comprou. Cara como me sentia orgulhoso dela, não só eu como todo mundo.
— Uhum. — Virei para ela que estava trancando a porta atrás de si. Inclinei minha cabeça para o lado, ao de muito estranho estava havendo. Minha moreninha estava com um sorriso traquinas no rosto, seus olhos brilhavam de modo misterioso.
— Você está me ouvindo? — Perguntei para ela enquanto dava a volta a escrivaninha e ia futricar nos papeis, só para ter algo que fazer.
— Na verdade não. — Bia confidenciou. A pequena caminhou até um armário no outro canto e abriu uma gaveta procurando alguma coisa.
— Francamente, Bia. Aquele cara está te engando. — Me sentia na obrigação de alerta-la, filha da mãe queria derrubar uma parede que dava sustentação. Quando disse isso a ele, ele riu e perguntou quem era o empreiteiro.
— Sinceramente. — Bia andou até mim, e parou bem pertinho. Seu cheiro doce invadia minhas narinas. A mulher cheirava a um delicioso bolo e isso era seu perfume natural, por que eu sabia que além do desodorante e do sabonete ela não usava perfume com frequência, e suspeitava que era por causa de mim, já que eu era alérgico a maioria deles. — No momento eu não me importo com nada disso. — Ela sorriu.
Um alerta na minha cabeça começou a soar. Bia levou uma de suas mãos ao meu peito e começou a passar o dedo de levinho. — Você tem que se importar... — Me engasguei quando aquela pequena mão parou no cós da minha calça.
— A única coisa que está na minha cabeça é o fato de você ter me chamado de maldosa. — Ela fez um biquinho. Ela deixou um frasco em cima da mesa e desabotoou o meu jeans, desceu o zíper e enfiou a mãozinha dentro de minhas calças, sem ao mesmo tirar os olhos do meus. Meu cérebro entro em pane, acho que devido ao fato de todo o sangue que corria em meu corpo ter indo rapidamente para o meu p*u, que já estava meio ereto.
— O que você vai fazer? — O som da minha saiu estranha até para os meus próprios ouvidos. Arregalei os olhos ainda mais quando ela baixou minhas calças e em seguida a minha cueca box. Em um minuto estava em pé abobalhado, no outro sentado em sua linda cadeira florida.
— Que mostrar para você que sou um anjinho. — Ela caiu de joelhos no chão no meio das minhas pernas. Alcançou o frasco em cima da mesa, abriu a tampa e colocou uma generosa quantidade de óleo na mão. O cheiro de amêndoas subiu no ar. E não foi a única coisa que subiu. Meu p*u estava todo orgulhoso.
Quando Bia tocou ele com ambas as mãos, massageando da base até o topo e tive que fechar os olhos e soltar um longo gemido. A deliciosa surpresa da minha namorada estava me deixando confuso e maravilhado. Bia nunca tomou a iniciativa antes, em todo o tempo que estávamos juntos. Já tinha a pego olhando para mim, no chuveiro ou nas corridas, aquele olhar de desejo, mas toda vez que percebia que estava a observando ela desviava o olhar encabulada, aquilo era simplesmente fofo.
Porra. Se as mãos dela me levava para perto da borda, nada me preparou para a boca adorável. Bia começou hesitante, acho que era sua primeira vez, f**a-se se isso não era ainda mais excitante. Ela lambeu a coroa, circulou com a língua, enquanto com uma mão dava uma leve apertada. Fui descendo bem devagarinho em uma mistura de lambidas e beijinhos.
Depois enfiou meu p*u na boca, foi até onde ela conseguiu. p***a, aquilo era muito bom. A sala foi preenchida com o som dos meus gemidos e o barulho que ela fazia enquanto me chupava. Demorou um pouco para consegui a sincronia entre a mão e a boca dela, mas quando conseguiu aquilo foi de bom para estupendo. Eu não iria durar muito tempo. Puxei seus cabelos para tentar faze-la parar, mas a traquinas me deu um t**a na mão e voltou para a feliz tarefa de me transformar em um morto, morto de prazer.
— Bia, eu tô... — Não terminei a frase, como um maldito pré-adolescente que não conseguia parar eu gozei de forma majestosa em sua boca. E minha menina não ficou para traz, mamou minha semente até a p***a da última gota.
Semi serrei os olhos e a vi, ali, parada, de joelhos lambendo os dedos como se fosse uma gata satisfeita. Se eu não estivesse completamente de quatro por aquela mulher, naquele momento eu estaria.