23 de Novembro

293 Words
Chegamos ao último dia de batalha. Os j*******s fariam uso dos seus poucos recursos para atacar os j*******s. Era tudo ou nada. Sem o comando do medroso Osanaga que fugiu para o território japonês, os soldados tentavam se organizar nas matas e a bordo de submarinos. Logo às cinco da manhã, um porta-aviões americano foi bombardeado por um submarino japonês. Foi um ataque destruidor, culminando na morte de seiscentos e oitenta e sete tripulantes. Uma grande perda ao exército americano. Spruance ficou bastante abalado e assustado. Entrou em contato com Smith por rádio. Os j*******s tentavam ataque pela praia, mas Smith recebeu o comando para avançar seus homens contra eles. — Quero que vocês prossigam na praia a todo o vapor. — Certo, almirante. Foram mais de trezentos homens j*******s mortos no contra-ataque americano. A leste de Betio, a batalha avançava para o final. Havia apenas um teimoso remanescente japonês que não se rendia por nada. Então, Smith resolveu juntar as tropas do terceiro e sexto batalhões com as tropas de reserva. Formaram um cerco em grande número de soldados bem equipados com armas. Havia um bunker japonês que serviria como último refúgio dos remanescentes. — Vamos! Avancemos com o tanque e lança-chamas. Smith ignorou o bunker e deu ordens aos homens prosseguirem o ataque. Aquela atitude foi importante para o avanço americano. Logo, soldados j*******s do grupo remaneacente se renderam e foram fuzilados. Pouquíssimos foram capturados com vida. Já no começo da tarde, os americanos limparam toda a área do grande atol de Tarawa, matando os últimos j*******s remanescentes. — Tudo certo, comandante? — Certo. Vencemos esta, Smith. A vitória fez os olhos de Allan Smith brilharem. Venceram a batalha de Tarawa. Agora, poderia ir para casa ver se todos estavam bem.
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