Chegamos ao último dia de batalha. Os j*******s fariam uso dos seus poucos recursos para atacar os j*******s. Era tudo ou nada.
Sem o comando do medroso Osanaga que fugiu para o território japonês, os soldados tentavam se organizar nas matas e a bordo de submarinos.
Logo às cinco da manhã, um porta-aviões americano foi bombardeado por um submarino japonês.
Foi um ataque destruidor, culminando na morte de seiscentos e oitenta e sete tripulantes.
Uma grande perda ao exército americano. Spruance ficou bastante abalado e assustado. Entrou em contato com Smith por rádio.
Os j*******s tentavam ataque pela praia, mas Smith recebeu o comando para avançar seus homens contra eles.
— Quero que vocês prossigam na praia a todo o vapor.
— Certo, almirante.
Foram mais de trezentos homens j*******s mortos no contra-ataque americano.
A leste de Betio, a batalha avançava para o final. Havia apenas um teimoso remanescente japonês que não se rendia por nada.
Então, Smith resolveu juntar as tropas do terceiro e sexto batalhões com as tropas de reserva. Formaram um cerco em grande número de soldados bem equipados com armas.
Havia um bunker japonês que serviria como último refúgio dos remanescentes.
— Vamos! Avancemos com o tanque e lança-chamas.
Smith ignorou o bunker e deu ordens aos homens prosseguirem o ataque.
Aquela atitude foi importante para o avanço americano.
Logo, soldados j*******s do grupo remaneacente se renderam e foram fuzilados. Pouquíssimos foram capturados com vida.
Já no começo da tarde, os americanos limparam toda a área do grande atol de Tarawa, matando os últimos j*******s remanescentes.
— Tudo certo, comandante?
— Certo. Vencemos esta, Smith.
A vitória fez os olhos de Allan Smith brilharem. Venceram a batalha de Tarawa. Agora, poderia ir para casa ver se todos estavam bem.