No terceiro dia de batalha, tropas americanas se reuniram nas praias Vermelho 1 e 2.
Dali, tanques de guerra seguiam para a Praia Verde, rumo a Tarawa.
Era um dia quente e Spruance ainda não entendia o sumiço de Smith.
— Vamos seguir a orientação de Smith. Dividiremos em dois grandes grupos, rumo a Tarawa.
Enquanto o exército norte-americano desejava por fim de vez naquela batalha, os j*******s se defendiam como podiam, tentando respirar um pouco.
Osanaga estava tendo dificuldade para contactar suas tropas. O pequeno exército japonês estava disperso.
— Hiroshi. O que está acontecendo que não consigo falar com ninguém?
— Deve ser alguma falha técnica, senhor.
— Falha técnica? E, agora? O que iremos fazer?
Os j*******s não tinham mais munição e armamento suficiente para enfrentar os americanos. Em pouco tempo, teriam que se render. Mas, soldado japonês algum tinha esse pensamento. A ordem era resistir.
A dificuldade em se comunicar com as tropas se deu pelo bombardeio americano nas linhas de trasmissão do exército do Japão. As linhas j*******s eram muito rasas. Com os bombardeios, a comunicação ficou comprometida.
No final da tarde, Osanaga sem ter o que fazer e sem paciência, tomou uma embarcação rumo ao Japão.
O comandante japonês estava abandonando a batalha de Tarawa.
Osanaga sabia que não resistiria muito tempo ali. Logo, seria apanhado e morto. Preferiu deixar seus homens desordenados e sem nenhum amparo.
O remanescente japonês foi empurrado para bolsões de resistência próximos a Betio.
À noite, alguns j*******s organizaram um contra-ataque no meio da laguna, mas foram alvejados pelos americanos.
Na madrugada, tentaram um novo ataque. Agora, bem-sucedido, matando quarenta e cinco homens dos Estados Unidos. Mas, os americanos revidaram com forte artilharia e derrubaram trezentos e vinte e cinco j*******s.
Próximo às quatro da manhã, Allan Smith aparece na Praia Vermelho 1, um pouco ferido, mas bem de saúde.
Ele havia sido considerado morto, agora aparece bem vivo para a alegria de todos.