Eles continuaram ali, entrelaçados, deixando o tempo passar sem pressa. Cada toque parecia reescrever tudo que sentiram nos dias separados, cada beijo era carregado de saudade reprimida e desejo contido. Juan explorava o corpo de Letícia com a intensidade de quem não queria mais perder nenhum instante. — Eu senti tanto a sua falta… — ele sussurrou, voz rouca, enquanto acariciava o rosto dela. — Eu também, amor… cada noite sem você foi um tormento… — ela respondeu, deitada sobre ele, sentindo o peito dele subir e descer acelerado. Eles se perderam em um ritmo quase primitivo, onde nem palavras precisavam existir. O mundo lá fora não importava, só existia aquele quarto, aquela cama, e os corpos que se buscavam como se o tempo que passaram separados tivesse sido apenas um prelúdio para aqu

