"Filme de terror"

2632 Words
“A polícia está apurando informações sobre as mortes que aconteceram no campus de uma universidade próximo a cidade de Candem. A polícia já está a poder das imagens das câmeras de segurança do local e identificou um suspeito.  As imagens são fortes e não iremos mostrar, mas o culpado estava usando uma roupa idêntica a roupa de um personagem do cinema. O filme "A morte te dá parabéns” foi o tema escolhido para a fantasia desse suspeito. As duas vítimas foram identificadas como Daniel Collins de 22 anos e Joe Anton de 24 anos. Ambos eram estudantes da universidade de Cambridge, alunos do curso de direito e de educação física respectivamente.  A polícia continua apurando o caso com todos os detalhes e pede para serem notificados se souberem de alguma coisa sobre o culpado, mais imagens ou algo que possam identificar o culpado pela morte dos dois universitários." Era mais um noticiário do jornal, falando sobre as mortes na noite anterior. Anna estava em choque pois ela tinha visto com os próprios olhos o assassino, ele estava sendo adorado e ovacionado por todos naquela festa. Aquilo era absurdo e doentio da parte dele, em tirar a vida de duas pessoas e logo depois subir em um palco para concorrer como a melhor fantasia da noite.  - Tem alguma coisa para comer? - Eloá perguntou saindo do quarto com uma cara de sono - Boa tarde para você também. Deixei um prato de comida para você no microondas, é só esquentar. Não sabia que horas você iria acordar. - Anna disse passando os canais da tv, mas todos eram sobre o mesmo assunto Eloá ignora a comida e abre a geladeira, pegando um copo de leite e alguns cookies que estavam prontos no forno do fogão. Colocando-os em um prato e indo para a sala, se sentar ao lado de Anna.  - A polícia já está com as imagens das câmeras de segurança. Acho que até o fim da semana eles já prenderam o culpado pela morte dos garotos. - Campbell comenta com um fio de esperança - Não acho que vão prede-lo. Vocês nem sabem como é o rosto dele por baixo daquela mascara. - Nardoni comenta tomando um gole do leite - Eles não podem deixar um monstro assim solto por ai. É arriscado para todo mundo, já que não se sabe se ele matou as pessoas “certas” ou se ele vai voltar a agir de novo.  - Anna não me leve a m*l, mas o que ele poderia querer com você? Só trabalha e estuda, sem uma vida empolgante e nada que faça ter um interesse. Não se preocupe, você provavelmente está longe da lista dele. - mais um gole de leite foi bebido junto a uma mordida do cookie - Nossa, falando assim você me magoa, Eloá. Eu posso não ser a menina mais bonita deste campus, a mais inteligente ou a mais engraçada, mas eu tenho o meu valor e eu sei disso. - Anna estava realmente magoada com o comentário direcionado a ela, desligou a tv e saiu do cômodo Eloá sequer se importou, ligou a tv novamente para ouvir o que a polícia tinha descoberto até aquele momento. Ela não se preocupou em pedir desculpas ou de apurar se realmente tinha chateado a colega com aquele comentário.  Estava apenas preocupada em comer e ouvir o noticiário. Anna se arrumou e saiu sem se despedir naquele início de tarde, estava esperando pelo pedido de desculpas que não veio em momento algum.  A universidade de Cambridge tinha adotado uma semana de luto para os alunos que perderam na festa de Halloween. Significaria que Natalie não estaria estudando e Eloá poderia aproveitar para se aproximar dela, puxar assunto como se elas nunca tivessem se visto. Apenas para saber sobre como estava Daniel, mesmo sabendo que ela mesmo tinha o matado na noite anterior na porta daquele banheiro público.  Após procurar um pouco, encontrou o perfil da jovem e viu que ela havia atualizado recentemente que estava em um restaurante perto dali almoçando e aproveitando o momento para colocar algumas coisas da faculdade em dia. Estava em choque com o que tinha acontecido com o amigo e precisava espairecer um pouco a cabeça. Era a chance de Eloá de arrumar alguém para suprir seus desejos carnais, enquanto de quebra pegava informações importantes sobre a vida das vítimas e também da vida de Nat. Aquilo estava prestes a ser mais um golpe sujo para conseguir o que quer, com seu sorriso meigo, voz suave e uma manipulação imperceptível de se notar.  Nardoni foi para o banheiro, se despiu rapidamente, tomou um banho e se vestiu com um short preto, tênis all star, uma camisa cinza de banda e uma blusa xadrez em vermelho por cima. Seu cabelo estava solto e natural, então pegou as chaves de sua moto e saiu.  Aquela moto havia sido um presente que seu tio havia lhe dado poucos anos antes de falecer. Eloá mesmo com a maldade de pilotar, quase não andava nela se não fosse para algo importante ou que fizesse parte dos seus truques. Com um capacete extra de propósito na moto, ela pegou dinheiro e foi para o restaurante onde Natalie estava.  Ela sentou, olhou ao redor e se sentou próximo onde a mulher estava, com seu livro em uma capa grossa vermelha e letras douradas. Ela tomava um refrigerante tranquilamente enquanto folheava as páginas do livro. Nardoni se atentou em ler o que estava escrito na capa do livro, procurou no google um resumo rápido sobre aquela história para puxar assunto.  - “Desconfio de todas as pessoas francas e simples, principalmente quando suas histórias são coerentes…” - Eloá citou olhando para seu celular, despretensiosamente - Como? - Natalie perguntou olhando para a mulher que mantinha os olhos sob o celular - A frase do livro que você está lendo. Hemingway é um gênio com esse romance. - Eloá comenta colocando o celular sobre a mesa - Então você gosta de Hemingway? Interessante. É o meu primeiro livro dele, ganhei de presente do Dan, quando ele voltou de viagem de Paris. - Natalie comentou sorrindo - Dan é seu namorado?  - Ah? Não, ele é meu amigo. Ele faleceu ontem a noite, comecei a ler para ter alguma lembrança dele. - a loira comenta um pouco triste - Não sou bom com palavras de consolo, mas se quiser a gente pode conversar sobre o livro ou sobre outro assunto. Pode se sentar comigo. - Nardoni jogou a isca, com um sorriso aberto e um olhar meigo, fez com que Nat caísse na sua armadilha, se mudando de mesa e se sentando em sua frente - Prazer, me chamo Natalie, mas pode me chamar apenas de Nat. - a garota estendeu a mão sorrindo Como boa em manipular e parecer uma pessoa completamente diferente do que é, Eloá beijou a mão da mesma com um grande sorriso no rosto.  - Me chamo Eloá. É um prazer conhecer você. - ela joga um charme, como se estivesse conhecendo a garota naquele momento Conversa vai e vem, sobre assuntos relacionados à faculdade, vida, casa, família e relacionamento amoroso. Nat já estava criando interesse por Eloá, suas histórias fantásticas e seu jeito de dizer e sorrir para ela.  - Você é muito inteligente, fiquei impressionada. - Natalie comentou tomando um gole do seu refrigerante - Qual seu tipo de filmes favorito?  - Eu gosto muito do filme “A Bruxa”, é um filme de terror. - Eloá comentou  - Eu nunca assisti, tenho medo de filmes de terror. - confidenciou ela rindo- Nunca assisti nenhum assim, nem mesmo os clássicos.  - Estou sozinha em casa agora, pode assistir comigo se quiser. Sei que nos conhecemos agora, mas sinto como se fossemos conhecidas de anos. - Nardoni comentou “empolgada” - Se não se importar, podemos ir para a minha casa.  Qualquer pessoa que conhece como funciona a mente de um psicopata, saberia que aquela empolgação era falsa. Tudo parte de uma atuação para conseguir convencer a outra pessoa a fazer o que ela quer, com pedidos “bobos” e um tanto inocentes.  - Eu não quero incomodar. Podemos fazer isso outra hora para não ser um problema. - Natalie respondeu genuinamente com um sorriso no rosto - Não tenho problema com isso, e eu não aceito não de uma mulher bonita dessas hein?! - naquele elogio com segundas intenções, Eloá conseguiu o que queria de Natalie Elas foram para o apartamento de moto, aproveitaram que Anna não estava em casa para não brigar delas estarem lá. Nardoni aproveitou a oportunidade de estar sozinha com Natalie, para investir e conseguir o que queria.  - Eu não sei se você gosta disso ou se vai se sentir incomodada com meu comentário, mas eu quero beijar a sua boca desde o momento que eu te vi sentada naquela mesa. - Nardoni comentou se aproximando de Natalie que estava sentada em um dos banquinhos do balcão - Então não perde tempo, me beija e me mostra o que você realmente quer de mim. Sei que não me chamou aqui para ver um “filme de terror”. - Nat correspondeu o flerte, mordendo seu lábio inferior Naquele momento a tensão s****l no ar era palpável, as duas queriam a mesma coisa. O objetivo final era diferente, mas naquele momento elas ansiavam pela mesma coisa.  Eloá deu um passo à frente, agarrando o pescoço de Natalie e lhe beijando ferozmente. Nat puxou o corpo da morena para mais próximo ao seu, intensificando aquele beijo cheio de segundas intenções.  As duas brigavam pelo domínio, mas Natalie cedeu quando Eloá segurou os cabelos de sua nuca, puxando-os um pouco para trás e obrigando-a a separar o beijo. Olhando nos olhos cheios de desejo de Nat, Nardoni fitou seus olhos nos lábios entreaberto da loira.  - Aqui, você obedece e faz o que eu mandar. Combinado? - Nardoni disse com a voz alterada pela excitação  Natalie apenas concordou com a cabeça antes de se beijarem novamente. Sem separar o beijo praticamente, Eloá arrancou a camisa da loira, jogando-a no sofá da sala.  Nat era menor do que Eloá, então a morena a suspendeu no colo, levando-a para o quarto para que pudessem continuar o que tinham começado ali na sala de estar. Sob o corpo da loira, Nardoni chupava seu ponto de pulso, fazendo com que ela gemesse com a sensação que sua boca fazia em seu pescoço.  As peças de roupa foram sendo jogadas pelo quarto, sem se preocupar onde estava caindo e o barulho que elas estavam fazendo. O ponto que mais fez com que Natalie se contorcesse e segurasse para não fazer ainda mais barulho, foi quando a boca de Eloá encontrou um de seus s***s, sugando-o com maestria enquanto cuidava do outro com a ponta dos dedos.  O suor escorrendo pela testa, as unhas cravadas no lençol e o gemido preso na garganta era a imagem que se tinha de Natalie. Eloá fazia questão de manter seus olhos fixos nos da mulher abaixo de seu corpo, fazendo com que ficasse ainda mais difícil se controlar.  Passando para o outro seio, Eloá deslizou uma de suas mãos para a calcinha de Nat, que estava com o pano completamente molhado. Um gemido escapou pelo toque ainda por cima do pano. Ela não parou até sentir que as aureolas estavam sensíveis a um simples toque com a ponta da lingua.  Os beijos desceram, fazendo um caminho com algumas marcas até a barra da calcinha que ela usava. Delicadamente ela removeu a peça, jogando-a em qualquer canto do quarto.  - Não imaginava o quanto você gostava de ser tocada assim. - Eloá disse se ajoelhando entre as pernas de Nat, beijando o interior de suas coxas e soltando um ar próximo a sua intimidade - Não sei o que diabos você tem, só por favor continua. - foi o que Natalie pediu, segurando os cabelos de Eloá, pressionando seu rosto contra sua poça de lubrificação Não era do feitio de Eloá enrolar para chegar ao que queria. Beijou novamente o interior de suas coxas e sem qualquer aviso prévio tocou seu clítoris sensível.  O grito de prazer e surpresa que a mulher soltou, fez com que seu corpo arquear com o toque, se pressionando mais para frente, procurando contato. Ali Eloá ficou até sentir seu corpo tremer e o contato ser forçado automaticamente. Quando sentiu os músculos internos se contraindo, ela soube que tinha chegado lá, tocando em uma sincronia com os dedos para que elas pudessem alcançar o ápice juntas.  Os gemidos ecoaram pelo cômodo, como um grito de toda excitação que ambas estavam naquele momento. O corpo de Eloá caiu sob o corpo de Nat, com as respirações pesadas, músculos ainda contraindo e o sentimento de “quero mais” presente elas ficaram ali até que o corpo acalmasse e as pernas parassem de tremer.  - Eu nunca senti isso na minha vida. - Nat confidenciou quando conseguiu falar - De onde veio esse, tem muito mais. - Eloá se gabou, beijando Nat para que ela pudesse sentir seu gosto  O barulho da porta da frente pode ser ouvido. Era Anna chegando do trabalho no mesmo horário de sempre. Aquilo assustou Nat por achar que poderia ser alguém invadindo o local ou alguma parceira de Eloá.  - Se veste, minha colega de apartamento chegou. - Eloá deu um pulo da cama, indo até o banheiro lavar sua mão e seu rosto suado - Você jogou a minha blusa no sofá. - lembrou nat correndo para se vestir - Vai se vestindo que eu vou buscar. - Nardoni disse se enrolando em um roupão, saindo do quarto como se nada tivesse acontecido.  Cruzou a sala e pegou a blusa de Natalie que estava no sofá, cumprimentou Anna e voltou ao quarto.  - Sem condições de vestir isso, você deixou ela encharcada. - Nat comentou pegando a sua calcinha do chão - Da próxima pode vir sem, facilita meu trabalho. - Eloá provocou, puxando a loira para perto dela e selando os seus lábios, enquanto apertava sua b***a por cima da calça Natalie se vestiu, guardou sua calcinha dentro de uma sacola e colocou dentro da bolsa. Prendendo seu cabelo em um coque sobre a cabeça e acompnhando Eloá para fora do cômodo.  - Eu posso saber quem é ela e o que ela estava fazendo aqui? - Anna perguntou ao ver Natalie saindo do quarto de Nardoni - Essa é Natalie, uma colega. - ela respondeu sem muita informação - te vejo em breve. - novamente um t**a foi estalado na b***a da moça, enquanto ela beijou a curva de seu pescoço  Natalie saiu rapidamente do apartamento, com o rosto corado de vergonha por ser sido pega no “flagra” pela colega de apartamento de Eloá e sabendo que todos saberiam que ela estava transando. Seu corpo tinha cheiro de fluídos corporais.  - p***a Eloá, já conversamos sobre trazer alguém aqui. Se não é para eu trazer, não é para você trazer também. - Anna desabafou irritada - Eu não vou parar de t*****r no meu quarto, com quem eu quiser, se os caras que você arruma não conseguem ficar com o p*u dentro da calça quando me veem. Se quer trazer e eles ficarem de olho em mim, transamos nós três juntos se isso não for problema pra você. - Nardoni disse passando por ela, indo até a geladeira e pegando uma garrafa de água. - Falando nisso, você está precisando realmente t*****r, está só o estresse. Cruzes! Se quiser saber como eu arranquei aquele sorriso, bate na porta do meu quarto e eu te mostro, caso contrário, não me perturbe
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