📓 NARRADO POR TOURO Eu a senti tremer, e o grito final dela veio forte, descontrolado. O corpo dela se arqueou, e ela gozou na minha boca. Eu me afastei, ofegante. Eu lambi os lábios, sentindo o sabor dela, o sabor da minha ruína. Eu me levantei ligeiramente. Puxei a calcinha dela de volta, e o short subiu. Não por pudor, mas para fechar a porta que eu tinha aberto. Eu subi em cima dela. Meu peso a esmagou contra a grama. Eu a beijei. Um beijo profundo, de posse e exaustão. Quando quebrei o beijo, ela me encarou, os olhos escuros e famintos. Ela mudou de posição. Usando a força das pernas, ela me inverteu, ficando por cima. Ela estava sentada no meu quadril, o short dela molhada roçando na minha. — Agora me ensina. — Ela ordenou, a voz rouca e baixa, o tom de quem não aceitaria "nã

