📓 NARRADO POR MIGUEL SANTANA — O tapa ia ser aqui primeiro… Minha mão apertou a b***a dela com força, dedo marcando, palma quente na pele molhada. — Pra tu lembrar quem manda no teu corpo. Ela abriu a boca pra responder, mas antes que qualquer provocação saísse… PAH. O tapa estalou na b***a dela tão forte que fez a água respingar na parede. O gemido dela saiu rasgado, arrastado, quase um riso, quase uma ameaça. — Filho da p**a… — ela arfou, a voz tremendo entre raiva e t***o. — Viado. Eu ri. Curto. Com gosto. — Te mostrei que não sou viado, né? — segurei a cintura dela, puxando o corpo todo pra mim. — Tu que provoca… depois aguenta. Ela virou o rosto, os olhos brilhando de maldade molhada. — Ah, é? Tu acha? E antes que eu pudesse respirar, ela revidou: PAH. Um tapa pesado,

