NARRADO POR MIGUEL SANTANA O eco da porta m*l tinha morrido e a sanidade já tinha me abandonado. Eu não esperei, não pensei, não pedi. Eu arrebatei ela para o meu colo. Não foi carinho. Não foi convite. Foi uma tomada de posse visceral, um ato de domínio físico que a fez arfar contra mim. A Ana subiu no meu corpo com aquele susto que ela sempre tenta esconder por trás da pose de doutora, mas as pernas travaram na minha cintura com a firmeza do puro reflexo. O instinto dela me respondia antes mesmo que a cabeça pudesse processar o caos. Minhas mãos desceram e cravaram na carne macia da b***a dela, segurando-a como um tesouro roubado, esmagando a curva, guiando cada milímetro do peso, do corpo, do desejo tudo no meu ritmo, um ritmo que prometia o inferno. Ela agarrou meus ombros, as u

