Naquele momento meus olhos arderam no mesmo instante. Não havia tempo para pergunta, desci as escadas apressada para pegar meu arco. Alguns Dayones de ar fizeram redemoinhos no ar para impedir os Safrins de chegarem perto de nós, corri até minha mãe.
— Mãe, o que vamos fazer? — Meu cabelo estava todo em meu rosto o empurrei para longe nervosa, segurei meu arco.
Ela me olhou, agarrando-se em meus braços. — Safiro com certeza nos achou querida! P-precisamos de você. Preciso que use seu poder! Vá para o topo da muralha e ajude os Dayones.
— Mãe, não! Eu não contr...
— Querida, me escute!
Uma flecha cortou entre nós, quando olhei para cima da muralha bilhões de flechas cortavam o céu parecia vir dançando até nós, Jacob se aproximou em um salto levantou suas mãos criando um grande escudo de gelo puramente branco, suspirei sentindo-me tonta e assustada.
As mãos da minha foram no meu rosto. — Você não é uma Dayone! Você é ...
O som dos gritos de nosso pequeno exercito ao se chocar com a muralha se partindo, um estrondo cortou a voz da minha mãe em meus ouvidos, caí no chão com o impacto. Meu pescoço doeu ao ser atingida por uma flecha ainda no chão. Uma bandeira enorme com um urso
pousou, eu arregalei meus olhos aquele não era o exercito de Zion.
Franzi a testa tudo era barulho, meu ouvido zumbia. Senti aquela raiva novamente, me levantei contendo o pouco sangue que saía do lado esquerdo do meu pescoço. Senti-me levitar, deixei meu corpo ser atingindo pela adrenalina do meu poder, de repente havia fogo em toda extensão do meu corpo.
Eu fui de encontro com exercito do terceiro reino tive certo pois, eram homens enormes o povo do terceiro reino eram conhecido como os ''Sem cor'' possuíam pele pálida e pelos brancos, os olhos variavam de amarelo, azul ou violeta, juntos ao exercito também haviam criaturas com o dobro do tamanho humano.
Com rajada de fogo acertei alguns Safrins que vieram até mim, não sabia o que estava fazendo eu não usava meu poder a muito tempo, minha mãe não aprovava isso tentei me recordar das suas palavras em meu último treino. ''Você só vai controla-lo quando aceita-lo.''
Aquelas palavras soaram em meu ouvidos, enquanto eu deixava meu poder queimar todos os safrins perto de mim, eu os assistia virar cinza. Os Dayones de água que eram pouco estavam tentando controlar o gelo da muralha que agora vinha até nós como uma avalanche, eles levantavam as mão tentando absorver enquanto os Dayones de terras abriam buracos no chão para que o gelo escapasse.
O chão tremia e mesmo assim o exercito parecia não temer eram o que parecia ser quientos mil homens, Mas, flechas vieram e Julian subiu uma ponto para Lia ir até o chão, com rapidez e agilidade ela aterrissou no chão ficando sua mão no chão de e derrubando alguns homens que ousavam chegar até ela.
Ela levitou trazendo junto com ela rochedos enormes de pedras, atirando nos inimigos. Meu coração acelerou, apertei meus olhos quando vi um dos sem cor pular com uma espada para acerta Lia. Senti meus pés saírem dos chão, com minhas mãos lancei um escudo de fogo em frente a ela, e desci sentindo meu cabelo voar sobre as chamas que já se expandiam em meu corpo, com a outra mão lancei chamas até o safrin que gritou alto sendo consumido pela chamas.
— Tem muito mais vindo! — Lia gritou, enquanto abria buracos enterrando safrins no chão.
Olhei para longe, tentando enxergar algo naquela neblina e escuridão quando foquei dava para ver tochas de fogo se movendo sobre a floresta em nossa frente, ela estava certa. Respirei fundo, me senti assustada. Safiro não sabíamos onde estávamos, não era ele e não era o seu exercito. Então, eu o vi mesmo de longe montado no urso de pelagem marrom. Meus ossos tremeram de raiva, me senti aquela garotinha novamente, descontrolada.
— Lia! Reúna todos e se protejam das chamas. Sei oque fazer — Exclamei com medo.
Ela balançou a cabeça, já sem fôlego seu corpo suava. Mas, o meu não subi o mas alto que pude. As palavras da minha mãe ressoaram em meu ouvido, talvez eu realmente já sabia o que fazer deixar meu poder livre.
Fechei os olhos e os abrir avivamento as chamas em meu corpo se expandiram mais e mais, ergui meus braços mandando rajadas de fogo entre as floresta onde vinham mais safrins, eles viravam cinzas no mesmo instante senti meu corpo todo arrepiar esta...
Fechei os olhos e os abrir avivamento as chamas em meu corpo se expandiram mais e mais, ergui meus braços mandando rajadas de fogo entre as floresta onde vinham mais safrins, eles viravam cinzas no mesmo instante senti meu corpo todo arrepiar estava usando o que eu imaginava ser toda a extensão do meu poder, ouvi gritos quando abaixei meus braços senti meu ombro esquerdo pesar.
Metade daqueles homens haviam virado cinzas, passei a mão no meus ombros e sangue adentrou minhas unhas. Um machado havia me atingido bem ali, o sangue começou a jorrar de forma intermitente eu gritei sentindo uma dor absurda, meu osso parecia ter quebrado. Uma flecha atingiu minha perna juntei meus dentes, o suor escorreu pela minha testa sentiu o poder diminuindo, gesticulei com as mãos para fazer um escudo flamejante.
Nada! Não conseguia, minhas mãos soavam e treminhão outra flecha passou por mim porém de raspão apenas pegou em minha bochecha que sangrou.
Minhas veias queimavam, gritei subindo mais os céus fazia trovões acertei mais rajada de fogo nos Safrins ignorando meu ombro latejando de dor. Lia estava certa, havia muito deles carregando seus machados.
Mas, eu não ia desistir. Olhei para baixo e vi o nosso povo recuando atrás de mim, Dayones mortos no campo de batalha. Continuei os atingindo, me desesperei, quando via tanto deles chegando mais. Meu coração se despedaçou entre as cinzas. Controladores da água criavam um escudo de gelo, os mais fortes criavam uma tempestade enquanto Dayonis de ar sufocavam o exército tirando todo ar dos seus pulmões, mas os Safrins não respiravam então estavam matando todo os Dayonis de ar que agora eram linha de frente.
O ar pareceu falhar nos pulmões, não estava preparada para aquilo minha perna parecia falhar. Caí no chão me sentindo franca, o campo de batalha fedia pensei comigo mesma, mamãe estava certa. Estava no chão novamente, Julian lutava bravamente com o rosto marcado pelas cincas. Expandir meu campo de calor no meio do exercito afim de que eles queimasse quando sentir-me estilhaçar parei de brilhar.
O barulho da espada transpassando meu abdômen de repente pareceu alto demais, o fogo se apagou. Olhei para trás com minhas pernas tremendo, o ar sumiu a espada foi retirada do meu abdomem e a luta pareceu cessar.
Caí de joelhos, passei minha mão em minha barriga ensanguentada deixando o sangue escorrer entre meus dedos trêmulos. Nunca pensei que iria morrer assim, o homem segurava uma espada de ouro enorme, me assustei ao olhar no rosto do homem que havia acabado de me matar, me inclinei até ele agarrei na sua perna pedindo por ajuda quando minha voz parece não sair.
O olhei no meio dos destroços bem nos olhos dele, não podia ser você, por que você? Zion! Foi Zion que me matou. Fechei meus olhos me entregando a morte iminente que me cercou sorrateiramente.