CAPÍTULO SEIS.

1193 Words
"Se você dissesse que precisava de mim, eu abaixaria minha guarda e te daria o meu dia todas as nossas outras pontes foram queimadas. Mas, eu guardo um caminho secreto de emergência não suportaria ver seus olhos azuis presos em poças de grossas lágrimas. Ainda não sei quanta dor meu peito pode tolerar meu instinto fala que é você quem vai me dizer..." — Autor da frase: João do i********: @vemcajoao.° ♡ ✵ ೃ *⚘༉‧₊˚✧◝ ᵔ₊.° ♡ Respirei fundo, acertando Aron bem no rosto ele cambaleou para trás com o golpe. Ao redor de nós algumas crianças começaram a vaiar, ele sorriu de lado. — Só isso, Amaya! Precisa mais do que isso para me nocautear. — Ele indagou, sorrindo largo. Mas, parecia distante da luta, daquele treino. Senti o suor percorrer a minha testa, minhas unhas e cabelo tinham terras sabia o que estava fazendo, só me sentia desnorteada naquela manhã. Ele veio pra cima de mim, usei meu braço direito me defendendo do golpe, ele aproveitou minha falta de cuidado e golpeou minha barriga. Eu gemi de dor, o empurrando, ignorei na dor focando na falte de guarda dele levantei minha perna com forças meu joelho parou perto de sua virilha deu um chute, ele recuou para trás. — Você está pegando fogo hoje! — Ele piscou. — Guarde suas piadinhas para quem rir delas, princesa. Ele me olhou com raiva sua mandíbula ficou trincada, Aron odiava quando eu o provocava assim. Veio com um gancho de direita, eu andei para traz velozmente ele estava lento, como já havia percebido sua cabeça não estava ali. — Vamos acabar com isso. Ele disse entortando o pescoço pro lado esquerdo, eu passos ficando atrás dele, antes que ele me acertasse no com cotovelo, eu agarrei seu pescoço sentindo sua respiração afobada em meu pescoço. Seus movimentos eram ágeis, ele me agarrou pela cintura, ouvi uma das crianças gritarem ''Vai acaba com ele'' Sou inexperientes ainda com luta corpo a corpo, Aron vem me treinando desde de então não fazia a menor ideia em como derruba-lo, o dia hoje estava mais quente por incrível que pareça. Naquele momento, eu rir olhando as crianças com seus olhos arregalados, loucas de curiosidade para saber quem iria ganhar o combate, me distraindo ele agilmente pegou meu antebraço com uma força me puxando para frente sua outra mão agarrou em minha cintura, ele virou o meu corpo quando percebi minhas costas se chocaram com o chão. — Precisa melhor sua atenção, limãozinho. — Ele estendeu suja para me levantei, eu sorrir recusando sua ajuda. — Vamos dar uma pausa depois continuamos. — Você também não estava lá tão atencioso, conseguir te acerta duas vezes. — Respirei ofegante, empurrando os cachos que se soltaram da trança que havia feito em seu cabelo. — Sei que não quer falar sobre isso mais estou aqui, você não deve estar nada bem. Ele bufou seu peito subia em respiração, seus ombros largos relaxaram encostando-se na árvore. — Tem razão, eu não quero falar nisso. Eu assenti. — Pelo menos me diga que estou progredindo! — Eu não minto. — Ele andou devagar até sua tenda para pegar água, passando pelas pessoas algumas teciam outras estavam tentando tirar mel das abelhas, andei atrás dele. Algumas crianças no seguiram correndo atrás de nós. — Como anda os pesadelos? — Agora é minha vez de não querer falar sobre algo. Ele bebeu água do copo que segurava, estendendo outro pra mim. — Ainda tentando encontrar resposta para tudo? — Suas sobrancelhas ruivas subiram. — Não, não mais... Percebi que passo muito tempo pensando em quem eu sou ou o que é tudo isso, que no fim das contas eu esqueço de viver. — Juntei meus lábios, segurando o copo com as duas mãos perto do queixo. — Um dia vou saber quem eu sou, mas por agora eu vou vivendo. — Sei quem você é! — Ah É? — Cruzei minha perna sentada sobre o tronco dentro da tenda. — E quem sou eu? Ele deu dois passos até mim, sussurrando. — Uma péssima lutadora. — Seu sorriso largo e infantil estava bem ali, suas sardas no nariz encolheu quando ele sorria. — Ás vezes acho que você só está me ensinando a lutar, pra descontar em mim toda vez que perde de Julian ou de Omar... — Engoli a água sentindo minha garganta ainda queimar, olhei para fora da tenda algumas crianças brincavam com o coelhinho entre as folhas lá fora. — Não, não eu tenho que deixar eles ganharem, faz parte de compensa-los por me aguentarem todos os dias, não ando muito ''suportável'' ultimamente. — Havia tristeza naquele olhar vagaroso. — Olha, eu sei como deve ser difícil para você. Todo o fato dele estarem se casando, mas, já faz tempo tente ente... — Eu vou te interromper bem aqui, bem agora. Eu não quero falar, disso e não venham com conselhos, você não sabe o que é perder alguém que se ama, assim... — Ele olhou para baixo puxando ar, me aproximei dele as crianças nos encaravam como se fossem um show. — Isso não é justo, eu pedir o meu pai. Todos aqui perderam alguma coisa.— Parei em sua frente. Ele franziu a testa, saindo da tenda. — É diferente, seu pai foi tirado de você. Morto em campo de batalha, assim como os meus. Mas, essa é um tipo diferente de dor... — Seus olhos fixaram em mim vermelhos, pude sentir sua dor o vento bagunçou os meus cabelos. — Eu sei que muitos pensam que foi só algo entre dois adolescentes mais não foi... Você não sabe o que amar alguém ao ponto de contar os seus maiores segredos, e essa pessoa prometer está do seu lado para sempre apesar dele e do dia pro outro lhe deixar, e ver essa pessoa todos os dias andando por aí como se não fosse nada, como se não tivesse deixado nada para trás. Seus olhos tristes acertaram bem na minha alma, eu senti uma conexão estranha um tremor invadindo o meu corpo, ele pegou em meu braço ferido por ele ter me acertado em alguns espinhos, limpou o sangue com o polegar seus olhos castanhos cor de mel passeavam pelo meu rosto, estranhamente me fitando, minha mete naquele momento estava confusa, eu suspirei olhando em sua boca, senti minha garganta seca. — Minha mãe sempre diz que a pessoa certa é como sol, ela fará com que você sinta visto, ouvido, compreendido, apoiado e amado pelo resto da vida. — Dei de ombros. — Pode ser uma utopia, mais é uma utopia que gostaria de viver. Ele deu um sorriso torto, o vento voltou mais forte bagunçando meu cabelo. — Vocês dois vão se beijar? — Uma das crianças exclamou com voz de nojo, bati meus cilios dando um passo para trás. Senti seu rosto ficar vermelho, agradeci aos deuses por minha pele n***a não demostrar minha vergonha com aquela pergunta, Aron ignorou a pergunta dispersando as crianças, ele pegou uma criança que segurava uma maça roxa a colocando na corcunda a balançando. 
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