— Por.ra, Dominic... — Fale, mi amore. — Ele acerta um tapinha na direção do meu cl.itóris. Ca.ralho. — Me c.hupe. Não preciso falar duas vezes, Dominic coloca minha cal.cinha de lado e lambe minha entrada até o pontinho latejando, já babado. Quando sinto sua língua é como se a cama sumisse, o chão se abrisse, meu corpo inteiro fica dormente. G.emo alto. Ele mantém uma mão espalmada no meu pei.to para evitar que eu me mova muito e me ch.upa. Seus lábios brincam com os meus lábios – de baixo. A língua vai brincando, circulando meu cli.tóris, eu escorro em sua boca. Vou ge.mendo, sentindo, me entregando. Ele parece saber exatamente onde tocar, onde lam.ber e onde chu.par. Ele suga forte bem no pontinho inchado e eu sinto que vou morrer. — Que bu.ceta deliciosa... — Ele esfrega o rosto e

