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Nos braços do CEO Mafioso

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Blurb

p******o para menores de dezoito anos. Contém cenas explicitas de s**o e linguajar inapropriado.  

Sinopse. 

"Atraente como as chamas,sedutor como o pecado , perigoso como o d***o e   quente como o inferno.

 Esse é Romeu Di Ângelo ,um poderoso e misterioso  empresário de sucesso de Chicago que vive duas vidas distintas. Uma no  papel do bilionário empresário de sucesso e  a outra ,como o Rei sombrio  do submundo da máfia. Implacável e testemido ,Romeu não mede esforços para conseguir o que deseja. 

Nos negócios, é claro. Por que quando o assunto é mulher, tudo sempre é muito fácil para ele.

 E não é  por menos. Lindo, rico ,atraente  e sexy como o  inferno.  Que mulher resistiria a homem como ele ?  

Ela. Rachel Fernandez 

Desde que o irmão se envolveu com uma g****e perigosa e deu no pé, a vida de Rachel se tornou um campo minado prestes a explodir a qualquer momento se ela não pagar a dívida do irmão. Então, 

 definitivamente, se  tornar só mais uma presa de s**o fácil nas mãos do convencido, a*******e  e mulherengo empresário  está fora de cogitação. 

 Mas o que ela não sabe é que , quando Romeu quer algo, ele consegue. E ele a quer sob seu domínio. 

 Nem que para isso seja preciso jogar duro e sujo. E ele vai  jogar. Então, quando ele  descobre  que a única mulher que não quer nada com ele está sobre ameaça do seu inimigo  por causa do irmão, Romeu  encontra a oportunidade perfeita para conseguir o tanto quer. Ela. 

Mas o que ele não esperava era que Rachel  possuia todos artifícios para vence-, ló em seu próprio jogo sem ao menos saber que estava no meio de um. E aquilo que Romeu tanto protege ,pela primeira vez , está ameaçado. 

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Rachel Fernandez
Atenção. Esse livro contém cenas de s**o explícito e linguagem considerado inaprópriado. p******o para menores de dezoito anos. Rachel Fernandez. —Não adianta insistir , Colbem. Está perdendo o seu tempo. Se foi só para me pedir mais dinheiro que resolveu me ligar depois de três mês sem me dar notícias e ignorar todas as minhas ligações, esqueça. Eu não tenho. —Eu queria estar gritando com o meu irmão viciado agora por ter feito eu pensar que o pior tinha acontecido com ele , mas me controlo porque estou na adega do restaurante onde trabalho e se eu der asas à minha a v*****e de gritar, vou tornar público o meu drama familiar e perder o meu emprego. — Caramba, Rachel ! Vamos lá, mana! Quebra essa pra mim. Você é a única pessoa que n******e me virar as costas. Eu prometo que é a última vez. —Ele faz a mesma voz baixa e desolada que sempre usa para me amolecer para conseguir o que quer. Suspirei fundo e verifiquei quanto tempo ainda me restavam dos dez minutos que Adélia me deu para atender a ligação de Colben. Oito minutos. Tenho oito minutos para ignorar o meu coração mole que sempre me impede de ser dura e firme com meu irmão. — Você já disse isso, Colben. Inúmeras vezes. Mas dessa vez não vai surtir efeito. Eu não tenho nenhum dinheiro extra . E mesmo que tivesse ,eu não daria a você. Se quer continuar com essa vida de m***a , não conte comigo para se afogar ainda mais nela. Eu cansei , Colben. —Eu digo a verdade ,eu realmente cansei , mas não é como se meu irmão se importasse de qualquer maneira. Ele ri e em seguida ,diz: —Isso quer dizer que não vai me emprestar a grana ? Oi ? Ele não ouviu nada do que eu disse? "Não. Ele nunca escuta. Por que a surpresa ? Mas não vou ceder. Dessa vez não. —Sim, é isso que quer dizer. Acha justo eu ralar para me sustentar e ainda te dar dinheiro para nutrir os seus malditos vícios, Colbem ? Ele suspira de forma resignada e soca alguma coisa que acredito que seja uma porta. Estremeci com o som enquanto imaginei a cena que já testemunhei várias vezes , que só acontece quando ele está drogado. — Está mesmo me virando as costas ,mana? Por causa da p***a de alguns dólares ? —Ele dá uma risada que soa como grunhido raivoso. "Não ceda. Não ceda. — Não estou virando as costas pra você ,Colben. E sim se negando a bancar os seus vícios ,o que é bem diferente. Não vou mais compactuar com isso. Tentei te ajudar de verdade. Consegui uma clínica me ofereci para ajudá-lo em qualquer coisa que precisasse desde que aceitasse se tratar. Mas você não quis. Pelo contrário, riu de mim quando mencionei a clínica. —Eu aproveito o silêncio dele e continuo.—É exaustivo e doloroso lutar para salvar alguém que não quer ser salvo ,Colben. Cansei disso. Eu tentei te ajudar assim como tentei ajudar o nosso pai. E de nada adiantou. Assim como ele ,você também não quer ser ajudado e não aceitar ajuda logo ,vai ..Vai .. —A minha garganta parece estar com pregos quando termino a frase com esforço : —Acabar como ele. O nosso pai morreu depois de sofrer uma overdose no banheiro de um bar. Colben não diz nada por alguns segundos , mas pelo som dos seus passos pesados e constantes batendo sobre o piso de madeira ,eu quase consigo visualizá-lo andando de um lado para o outro com uma mão na cabeça enquanto puxa os cabelos com força ,o que significa, que está louco para cheirar um pouco de cocaína, mas não tem dinheiro. —Tudo bem, eu não queria te contar a verdade para não te assustar, mas você não me deu outra opção. Estou ferrado, Rachel . Estou devendo uma grana alta para um pessoal barra pesada aí é preciso urgentemente pagar essa dívida. Como não tenho essa grana, só me resta a opção de sumir por um tempo. Mas acontece que não tenho grana pra sair de Chicago. Claro que ele não tem . —Não seria a primeira vez, seria Colben ? Você sempre está envolvido com alguém da barra pesada. Quando não consegue tirar dinheiro de mim para pagá-los, sempre dá um jeito de conseguir o dinheiro. Cedo ou tarde ,você sempre consegue e o ciclo se reinicia. Qual é a novidade nisso ?— Perguntei estranhando o porquê de ele estar fazendo parecer que isso é algo novo. — Não esse valor e nem com esse tipo de pessoal. Com eles ,as coisas são bem diferentes . Se eu não pagar o que devo ,eles me matam. E se eu fugir ...,—Ele dá uma pequena pausa, e essa pequena pausa dispara calafrios pelo meu corpo e as minhas mãos começam a tremer. — d***a ,Colben ,fala de uma vez! — Eu disse, sentindo as palmas das minhas mãos ficarem frias ,algo que só acontece quando estou com medo. —Eles vão atrás de você para me achar e não vão ser nada legais. Eu congelo. — Eu não acredito que você me envolveu nas suas merdas ,Colben ? Como você pode? —Eu não te envolvi em nada. É como o sistema desse pessoal da máfia funciona. —Disse ele. Meu Jesus ! Máfia ? — Máfia ? Está envolvido com máfia agora ? — Eu explodi, não dando mais a mínima se os meus colegas de trabalho ou até mesmo a minha gerente pudesse estar ouvindo. Eu perdi o controle aqui. —Não adianta ficar histérica ,maninha. O negócio é o seguinte. —Ele diz , e após um suspiro fundo , vai em frente em seu discurso para tentar me deixar ainda mais apavorada : —Esse pessoal são barra pesada, Eles tem uma equipe fodida trabalhando pra eles. Desde assassinos letais que rastreiam você com muita facilidade até hackers capazes de zerar contas bancárias em segundos. Ele sabe tudo sobre seus clientes. Familiares, bens, e contas bancárias.—Ele bufa. —Aposto que eles sabem até o tipo sanguíneo de cada um dos seus devedores. —Resumindo , se alguém não pagar o que deve a eles e não possuir nada de valor que eles se interessem , paga com a vida. Se fugir, ele toma a vida de algum m****o da família no lugar da vida do devedor para usar como exemplo para os futuros devedores. E neste momento, ele já deve ter descoberto tudo sobre mim, principalmente que todos os documentos falsos que apresentei constando que tenho bens para entrar em um dos clubes deles de apostas deles é falso e agora ,e executor deles está na minha cola. —Por que diabos apresentou documentos falsos para esse pessoal ,Colbem ?Em que tipo de coisa você se envolveu dessa vez? —Perguntei deixando um soluço escapar, quebrando a minha própria promessa de nunca mais parecer fraca . Nem para ele ou qualquer outra pessoa. —Dívida de jogo. Não tinha como fazer parte do esquema se eu não fosse rico. Então, falsifiquei alguns documentos para se passar por um ricaço de verdade. Foi f**a pra caramba enquanto durou. Vivi como um rei nos últimos meses. Eu devia ter saído fora assim que perdi a primeira rodada de jogo, mas não consegui. Foi aí que comecei a pegar dinheiro emprestado do pessoal do dark deixando os meus bens falsos como garantia. —Ele disse tudo isso como se tivesse orgulhoso das trapaças. O medo que estava sentindo se vai e em seu lugar, sou tomada por fúria. — Está me dizendo que nesses três meses que não me deu notícias suas , estava curtindo a vida ? Que enquanto eu andei preocupada com o seu sumiço ,estava vivendo como um rei ? — Eu acho que odeio colben agora. —Seu cretino filho da mãe ! Como pode fazer isso comigo ? — Eu sinto muito. Não pensei que ia ficar tão preocupada comigo ,mas sim aliviada por eu te deixar em paz. — Isso é mentira. A verdade é que você só se lembra de mim quando não consegue encontrar outro meio fácil de se conseguir dinheiro para sustentar seus vícios. Mas ,olha só! A fonte secou ! Se vire com as suas merdas sozinho. Até mais ,ma.ni.nho. — Não, não desligue ! Por favor Rachel, me escute. Eu sinto muito. Eu sei que fui um idiota.—Ele diz com desespero. — Só me escute mais essa vez, por favor. — Está bem ,fale. —Olha , Rachel , eu sei que você tem um dinheiro guardado e que pretende negociar com o banco antes que o rancho da mamãe vá a leilão. Mas pense bem. O que é mais importante, aquele lugar abandonado , ou as nossas vidas? Sei que espera conseguir recuperar o lugar. Mas isso envolve muito dinheiro. E além disso, não vai conseguir juntar toda a grana em cinco meses, que é quando termina o prazo do banco. Vamos fugir juntos. Esperai, ai. Como ele sabe que eu tenho esse dinheiro guardado ? Ele mexeu nas minhas coisas? Arrg. Eu não acredito. Pela primeira vez na vida, finalmente Colbem quase conseguiu me pegar em uma mentira. —Meu Deus, como eu sou i****a ,não é mesmo , Colben? Você encenou tudo isso pra roubar o meu sonho. Você não dá a mínima para mim. Só pensa em você. —O que? Claro que não! Tudo que eu falei é verdade. —Ele se defende parecendo ofendido. — Vá se ferrar seu seu i****a sem coração! Você viu o extrato da minha conta sobre a mesa da cozinha e a carta do banco Mountain Green City ao lado dele no dia que apareceu no meu apartamento. Ah ! E a propósito. —digo furiosa. —Para você aquele lugar pode ser só um pedaço de terra abandonado , Colben. Mas para mim não. A mamãe amava aquele lugar e eu também. Não vou desistir de tê-lo de volta. Isso se chama determinação. Algo que acontece quando você quer muito conseguir alguma coisa na vida e luta por isso. Devia fazer o mesmo. Devia largar os vícios, trabalhar duro para alcançar algo com dignidade e não tentar destruir os sonhos dos outros. —Dando uma pausa eu continuo . — Pode me pedir qualquer coisa ,Colben. Comida , remédios e até um lugar para ficar. Porque apesar de você não estar nem aí para mim, você é o meu irmão. Eu amo e me preocupo com você. Mas dinheiro não. Nunca mais me peça dinheiro. Até mais ,Coben. Ao contrário de você, eu preciso trabalhar para sobreviver. —Rachel ,você não está. .. Eu desliguei o telefone. Eu não acredito que quase cai nessa. Meu Deus , a que ponto chegou o meu irmão. Rachel Fernandez. Por mais que eu não esteja com ânimo para voltar ao trabalho, preciso deixar o banheiro e voltar ao batente. Após limpar o borrado do rímel envolto dos meus olhos causado pelas lágrimas e certificar que todos os fios do meu coque estão no lugar ,guardo o celular no bolso lateral do uniforme e volto para o salão. Quando a minha Hannan me viu ,veio me encontrar com um olhar preocupado. —Rômulo falou que você foi atender uma ligação urgente. Quem era? —Ela pergunta. — Colben. —Respondi. —Deixe- me adivinhar. —ela finge se concentrar por alguns segundos e em seguida, torce os lábios com desgosto. —Ele queria dinheiro, não é? — Hannah está por dentro do meu drama familiar e não é fã de Colbem. —Sim , mas fui dura com ele dessa vez e disse não. Ela une as mãos em uma prece e diz : —Até quem enfim! Obrigada Deus por abrir os olhos da minha amiga. — Não foi fácil. Por pouco quase cai na conversa dele de novo. —Forço um sorriso. —Mas não caiu e estou muito orgulhosa. —Disse ela, afagando o meu ombro. — Ei , Rachel! Tem um casal no seu setor. Acabaram de chegar. — Meg me avisou ao passar por nós apressada. —Claro. Eu já estou indo. Obrigada,Meg. —respondi e fui atender o casal.

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