“Agora é a minha vez de fazer você gritar… e dessa vez, não é de dor.” Maya m*l havia dado dois passos pela porta quando sentiu. A mão dele. Firme. Quente. Feroz. — Acha que pode me deixar assim? — a voz de Miguel soou áspera, grave, embriagada de luxúria. — Que pode me arrebentar por dentro e simplesmente sair? Ela virou o rosto devagar. O olhar dela ainda queimava. Mas não era mais raiva. Era provocação. — Eu não te devo mais nada, Miguel. Ele sorriu. Um sorriso torto. Perigoso. Daqueles que prometem pecado sem absolvição. — Ótimo — ele murmurou, colando o corpo no dela. — Porque agora… é a minha vez de te fazer sentir raiva. Raiva de gozar. Raiva de gostar. Raiva de gritar meu nome… sem conseguir parar. Antes que ela pudesse responder, ele a pegou no colo. Como que

