O sol se derramava como ouro líquido sobre a terra vermelha, e Maya era uma pintura viva em movimento. A camiseta branca estava colada ao corpo, grudada no ventre, marcando os s***s como se gritassem liberdade. O tecido molhado revelava mais do que escondia, e cada gota de suor que deslizava por entre os vales do corpo dela era uma provocação. Miguel observava de longe, mas era como se estivesse encostando. Ela prendia o cabelo num coque frouxo, com fios escapando como rebeldes que não aceitavam controle. Os jeans rasgados nas coxas, as botas enlameadas. Mas não havia sujeira que tirasse o brilho dela. Era bruta, livre, indomada. E ele queria… sujá-la com o próprio corpo. Ela pegou um balde de água e jogou sobre o próprio rosto, deixando o tecido ainda mais transparente. E foi nesse

