Mel ficou indiferente, ele falou a beijando afetuoso no ombro: — Mel, você pediu a verdade. Fiz merda mesmo e já era, não tenho como mudar, o que já passou. — Tô ligado, que quando você apanhou aquela vez, que machucou o braço, ficou bolada comigo. Porque eu não fiz nada. — Você não sabe, o quanto eu quis catar seu pai. Toda vez que eu te via, marcada. — Acredite, se quiser. Nada de mais, ia acontecer com você. Eu fiz o que precisava ser feito. Ela respondeu, extremamente decepcionada: — Não quero saber de mais nada. — Você quer normalizar coisas, que não são normais. — Estou bastante confusa agora. Eu não tenho para onde ir, não quero mais problemas com ninguém e preciso ficar bem. — Pelo meu filho. Eu estou morrendo de medo, de mim. — Você não sabe, como a minha cabeça e

