Quando os pais de Melinda chegaram, ela mentiu sobre onde passou a noite, levou muito xingo e nem ligou. Já estava acostumada a ouvir como era o motivo de vergonha da família.
Semanas depois, Melinda estava na academia, postou fotos, normalmente. Kai chegou em seguida, a viu e foi falar com ela. Ele, simpático, disse:
— E aí, Mel, você sumiu, hein? Tudo bom?
Melinda respondeu sem dar muita ousadia: — É, considerando que não tenho seu contato. Tudo bom e você?
Ele sorriu e respondeu a olhando fixamente:
— Tudo em cima. Me passa seu número aí, curti muito ficar você!
Ela passou o número rindo e já foi embora para evitá-lo, tentando ser indiferente, mas eufórica por dentro, ainda achou estranho, nunca ter visto ele lá antes. Ele disse que ia mandar mensagem.
Pouco tempo depois, ele ligou para ela, chamando-a para sair ir comer alguma coisa, tomar um copão. Melinda estava na rua ainda, conversando com uma amiga e disse que estava em semana de provas na faculdade e muito atarefada. Ele percebeu que ela não estava a fim e não insistiu, e eles não conversaram mais.
Dias depois, ele mandou mensagem falando que ia ter um pagode, show do Menos É Mais. Melinda disse que ia ver com as amigas se elas queriam ir. Ela até queria, mas ninguém queria ir com ela. Um dia antes da festa, ela disse a ele que agradecia, mas que não ia conseguir ir porque as amigas não estavam a fim. Ele disse que ela podia ir só com ele, que ele a buscaria, ia pagar tudo. Melinda demorou para responder, ficou pensando, e depois topou.
Melinda saiu escondida do pai, pulando a janela da sala, ele estava no andar de cima e não viu nada. Ela vestia um vestido de alças curtinho vermelho bordô e salto alto preto. Seu cabelo estava liso e bem preto recém pintado, com uma maquiagem top olhos esfumados de sombras preta e dourada e batom vermelho. Por baixo, usava uma lingerie de renda rosa, foi cheia de más intenções e querendo dar.
Melinda combinou de encontrar Kai na esquina de casa. Ele passou para buscá-la no horário combinado, sozinho, todo cheiroso e lindo, camiseta polo preta, calça jeans escura, tênis e boné de marca. Quando ela entrou no carro, já foi para beijá-lo na boca. Eles deram um beijinho rápido, e ele começou a conversar animadamente sobre a festa.
Ao chegarem, havia bastante gente. Melinda desceu do carro, ajeitando-se com uma bolsa cara, toda metida a madame, estava puxando o vestido e mexendo no cabelo. Ele pegou na mão dela, e ela achou a postura dele bem legal.
Na festa, Kai foi direto para junto dos amigos dele na área vip e apresentou Melinda a todos educadamente. Houve um momento em que ela sentiu que estava sendo exibida como um troféu para os amigos dele, e ele nem estava lhe dando atenção.
Melinda não estava se sentindo à vontade cercada de estranhos, então logo falou que estava querendo ir embora, mas que ele não precisava se preocupar com ela. Ele perguntou por que, o que estava pegando com ela. Melinda respondeu:
— Não é nada demais, só sei lá, não conheço ninguém, fico meio excluída, mas aproveita sua festa aí, eu tô numa boa... Sério!
Ele respondeu sério:
— Não, eu te levo, de boa, você não quer esperar o show?
Melinda ficou sem graça. Queria ir embora, mas não queria ser chata. Disse que ia esperar. Ele a beijou com um sorriso malicioso, a segurou pela cintura, trocaram alguns beijos, e depois ele ficou mais perto dela, de casal. Eles ficaram se curtindo, bebendo, com Melinda dançando na frente dele, atiçando-o muito.
Quando o show acabou, ele perguntou se ela queria ir embora. Melinda respondeu:
— Mas a gente vai ficar ou você vai me levar pra casa?
Ele respondeu rindo:
— Se depender de mim fico a noite toda com você, mas é você que manda, Mel!
Melinda respondeu, abraçada com ele e virando um copão de bebida:
— Quero ficar mais com você, só que em outro lugar, pode ser?
Ele respondeu, rindo com maldade:
— É você que manda! Demorou.
Eles logo se despediram do pessoal. Melinda pegou mais um copão, e saíram de mãos dadas da festa. Ele a levou para a casa dele. Assim que Melinda entrou, tirou os sapatos na sala. Ele a levou para o quarto no colo, colocou-a deitada e falou que ela estava dando muito trabalho. Melinda se sentou e respondeu, tirando o vestido:
— E você não quer trabalhar gato?
Ele estava tirando a roupa em pé, olhando para ela, sorriu e disse:
— Eu que vou te dar trabalho agora, que eu tô doido pra te pegar a noite toda. Tô na fissura!
Melinda foi engatinhando até a beirada da cama e esticou a mão:
— Vem aqui então.
Ele se aproximou só de cueca, segurou a mão dela e a beijou. Melinda, de forma provocativa, abaixou a cueca dele:
— Posso? Te chupar?
Ele disse que sim, com certeza. Melinda, começou mas.turbá-lo, perguntou:
— E você quer? Então pede.
Ele disse "por favor" rindo com maldade. Ela o tocou e logo começou a chupar. Essa vez foi melhor do que a primeira. Ele colocou música, foi super atencioso com ela, como se estivesse querendo realmente agradar, e a chupou bastante. Começaram a t*****r, se beijando. Ele ficou por cima e realmente deu trabalho, a colocou de bruços, de quatro. Eles ficaram a noite transando e se curtindo, foram dormir quase de manhã. Melinda tomou banho dormiu antes dele.
No dia seguinte, Kai a acordou com um beijo, pareceu bem humorado. Eles foram comer em uma cafeteria cara. Ele foi muito gentil e simpático. Voltaram para a casa dele. Melinda havia levado coisas para tomar banho e trocar de roupa. Assim que chegaram, ela conheceu o irmão dele, que morava lá, e ele pareceu muito gente boa também.
Eles foram para o quarto. Melinda já havia comentado com ele que estava com muito sono e que seu corpo estava r**m por não ter dormido direito. Eles deitaram, e ele fez carinho nela até ela dormir. Com ele, tudo era bem espontâneo. Dormiram quase a tarde toda.
Kai a acordou passando a mão nela por baixo da roupa e começou a beijar seu pescoço. Ele foi tirando o shorts dela, a blusinha, e começaram a se beijar. Melinda adorava o modo dele tocá-la, as mãos dele deslizavam pelo corpo todo, ele era muito gostoso. Diferente dos outros com quem ela já esteve, Kai parecia estar realmente presente, curtindo o momento e a tendo por inteira, como se fossem íntimos e tivessem sentimentos de afeto, o que era algo impossível, pelo menos ainda.
Melinda estava deitada, bem à vontade, de lingerie. Ele a beijou descendo, começou a beijar sua virilha. Ela riu, tirando a calcinha, e disse que ia dar "mel" para ele.