— Pela sua cara de susto, tenho a sensação de que estou idêntica ao Frankenstein. — Não está tão r**m assim. Marjorie pisca seus olhos escuros para mim, olhando-me, apesar de tudo, com uma expressão significativamente debochada. — Isso não chega nem perto de um elogio, sabe? — ela fala numa entonação melancólica, mas seus lábios esboçam um sorriso afetado. — Sei que pareço péssima, mas eu não vou quebrar se você chegar mais perto, Betty. A impressão que tenho é outra. Tenho de me forçar a pensar que a única coisa que importa é que minha melhor amiga está viva. Acordada, encarando-me com expectativa a alguns passos de distância sobre a cama que tem sido o seu lar por um tempo considerável. Mesmo que a última vez em que nos vimos tenha sido marcada por uma tragédia, é um alívio indes

