Diogo: Vamos entrar pro quarto. Falo perto da orelha dela. lua, só ascente a sol, e a luz ficou no sofá, jogadas, esperando o lanche. Mas eu não podia esperar mais. A lua abriu a porta sem sair do meu colo e trancou com chave. Depois de passarmos, eu a coloquei na cama e ela se apoiou nos cotovelos, olhando o que eu ia fazer. Eu saquei meu tênis, meia e minha camiseta. Fui caminhando até ela e saquei meu p*u. Ela mordeu o lábio e, quando se deu conta de onde era minha tatuagem, os olhos dela brilharam. — Tu tatuou meu nome nele — fala, sem tirar o olhar de mim, me queimando. — É só teu, minha cereja, só teu. Ela sacou a língua para fora e começou a escrever o nome por cima da tatuagem. Eu estava alucinado já sinto uma tensão nos meus músculos.O desejo me consome. Ela me olh

