Depois daquele encontro no Jardim Branco, Luena sonhou. Um sonho doce e precioso a qual jamais se esqueceria. — Uma flor pode conter espinhos, e muitos pensarão que se trata de uma beleza inalcançável. Mas no fim é apenas um teste para saber o quanto de dor um homem pode aguentar para manter a sua bela flor viva. Noir disse aquelas palavras enquanto segurava uma rosa cheia de espinhos. Os seus dedos estavam arranhados por tentar arrancá-la da roseira, ainda assim ele segurava o seu calor com força, rejeitando qualquer ideia de abandonar a flor. E assim ele a estendeu para ela. Luena segurou a rosa e sentiu o seu coração acelerar como uma tola. Os seus olhos, que já estavam inchados e avermelhados de tanto chorar, se encheram de lágrimas mais uma vez. Dessa vez, a tristeza perdeu a bata

