A entrada do Jardim Branco era simples, com estruturas de pedras medianas indicando o início do caminho. Ali ele parou e olhou em volta, um pouco surpreso pelo silêncio naquela parte. Não dava para ouvir os funcionários martelando nos fundos, ou os murmúrios dos seguranças comentando sobre a invasão. Apenas uma calmaria sem igual. Ele diminuiu o ritmo dos seus passos. Noir enfiou as mãos no bolso do seu casaco preto e com confiança ele seguiu o seu disfarce. — Ha… um jardim assombrado escondido sobre a beleza é a cara do Grão-duque. — Parece conhecer bem o gosto do Grão-duque. A voz baixa não o assustou. Noir olhou sobre o ombro, percebendo a mulher sentada de pernas cruzadas e atenção "focada" no livro. Não seria a primeira vez que a via ‘intacta’, mas, por alguma razão, o coração del

