O dia m*l tinha começado, mas o caos já batia na porta. O corpo do Biel ainda não havia sido retirado da entrada da casa quando um dos soldados correu até Cauã, ofegante, com os olhos arregalados. — “Patrão... tem coisa errada. Muito errada.” Cauã se virou devagar, os olhos ainda cheios de luto e raiva contida. — “Fala logo, Diguinho.” — “A informação de que o senhor ia fugir… já tá correndo.” Ayla, que ouvia da varanda, gelou. — “Como assim correndo? Quem soube disso?!” — “Tem boato no grupo do Complexo. Diz que você vai largar o morro por causa de uma mulher. Que vai abandonar o trono.” Cauã cerrou os punhos. — “Alguém escutou a gente ontem.” — “Foi no beco, Cauã…” — Ayla murmurou. — “Aquela parte lateral da casa… Eu devia ter percebido. Tinha uma sombra. Um vulto. Eu achei que

