Capítulo 65

2187 Words
Capítulo 23 Ela respondeu séria: — Não, essa festa tá uma droga. Eu devia ter ficado em casa! Ele começou a falar que, pra quem queria ir embora carregada, ela estava bem desanimada. Ela pediu, por favor, pra ele parar, porque tinham feito várias coisas que ela não gostou lá e ela não ia embora com ele estando brigada. Ele respondeu: — Nossa, mas você tá chata, hein… vamo logo embora. Foram se despedir dos irmãos dele e ela nem falou tchau pra Bibi ou para o Thomás. Os capacetes estavam no carro. Enquanto foram pegar, o Diego saiu com a Bibi pra fora e foram falar com eles. A Bibi perguntou por que já estavam indo, pediu pra Kaori apresentar o novo P.A. (p*u amigo), super sem graça pelo comentário. Ela apresentou os dois. A Bibi falou que estava muito cedo, que m*l tinha começado a festa. O Rui respondeu abraçando a Kaori por trás, sendo carinhoso: — Valeu aí, galera, tá daora a festa, mas a Kaori tá se sentindo m*l, vou levar ela pra casa. A Bibi fez piada dizendo que ela ia sarar rapidinho em casa. Ele não deu moral, falou tchau e foi indo pra moto. As duas se despediram. A Bibi falou: — Você viu quem tá solteiro? O Enzo! Agora vai recuperar as memórias até, muito TBT, amiga!! A gente precisa conversar melhor, eu sinto tanto a sua falta, você não faz ideia. Ela estava bêbada, falando alto. A Kaori disse que precisava ir embora e saiu andando, não deu muita atenção. Assim que saíram de perto da festa, ela começou a falar que estava com fome, queria lanche, pizza, esfirra. Ele respondeu: — Tudo isso? Vou te deixar fumar mais vezes pra te ver comer direito sempre. Ela riu, disse que não era só porque fumou, que era pra ele perguntar pra mãe dele se ela não estava comendo melhor desde que começou a trabalhar à noite. Eles foram comer lanche, ficaram abraçados porque ela estava com frio. Debochando, ele falou que era bem-feito porque quis sair quase pelada pra se aparecer. Ela insistiu pra pagar, acabaram dividindo a conta. Quando chegaram na casa dela, ele só parou pra ela descer e esperou ela entrar. Não teve beijo, não rolou nada. A Lisa não tinha chegado ainda. A Kaori tomou banho e deitou com o urso, tirou uma foto abraçada com ele e mandou para o Rui. Ele disse que não ia mais precisar aturar ela babando nele porque agora ela tinha o urso. Perguntou o que ela estava fazendo acordada ainda. Ela disse que estava pensando na vida e sem calmantes por causa da bebida alcoólica. Ele disse que estava fazendo o mesmo, pensando. Ela perguntou em quê exatamente. Ele disse que no Bernardo, que estava chegando o aniversário dele e estava rolando umas coisas chatas, porque a Lidiane queria uma coisa e ele outra, e ele estava fazendo hora extra pra gastar com o filho, especialmente no aniversário, mas não do jeito que a ex queria. Ela respondeu: — Você já me comparou com sua irmã mais nova, agora tá falando de gastar as horas extras com o Be e já gastou comigo… Sei que meu pai é horrível, mas você está me adotando afetivamente? A minha situação é tão r**m assim? Isso é um pouco humilhante. Não é porque tenho a mentalidade de metade da sua idade que você precisa me tratar assim, tá?! Ele riu e disse que era um pouco r**m mesmo a situação dela. Conversaram falando da festa. Ele disse que nem devia ter ido. Ela perguntou se ele tentou armar uma emboscada contra ela pra ver ela e o Thomás juntos. Ele riu e disse que talvez. Ela perguntou se deu certo. Ele respondeu: — Sei lá, não importa. Eu nem devia ter ido! Ele foi dormir primeiro, deu boa noite dizendo que a melhor parte do rolê foi ir comer lanche. No domingo a Lisa acordou ela na hora do almoço, falando no telefone com o Miyuki. Ele queria falar com a Kaori. Ela atendeu sonolenta, ele pediu pra ela ver o celular e falar com ele. A Lisa saiu do quarto. Quando a Kaori pegou o celular, já se assustou: tinham várias chamadas perdidas e mensagens de pessoas diferentes, colegas do trabalho, Bibi, Rui, Rafa, Enzo. Ela foi primeiro na conversa com o irmão. Eram prints de um perfil fake com a foto dela de lingerie no perfil. Postaram várias fotos dela com legendas ofensivas e fotos com o Daniel o professor, que tiraram na viagem. O Miyuki estava falando que já tinham denunciado até cair o perfil, mas que muita gente aceitou a solicitação e viu. Todos estavam falando o mesmo, menos o Rui, ele só tinha dado bom dia. A Rafa e a Bibi falaram que sentiam muito, foram solidárias, mas ambas disseram que não sabiam que a Kaori tinha um caso com o professor, continuaram mentindo. A Kaori ficou péssima, teve que mostrar pra mãe, que ficou super nervosa e chateada com ela. O perfil já tinha caído, não tinha muito o que fazer, e a Kaori sabia que era coisa da Cíntia, com certeza. Então ela nem quis fazer boletim de ocorrência. Ela contou pra Lisa o que aconteceu na frente do restaurante. As duas discutiram porque a Lisa insistia em chamar atenção da Kaori por ter ficado com o professor, e a Kaori, brava, falando que nem sabia o que tinha acontecido. Irritada, ela falou que com certeza foi culpa dos pais que nunca deram atenção pra ela direito e que a deixavam jogada. Disse que com certeza se meteu naquilo pra receber afeto, carinho sincero. A Lisa disse que não tinha o menor cabimento a Kaori falar que era vag4bund4, sem vergonha, saindo com homem casado porque estava carente de afeto familiar. A briga foi feia. A Kaori disse que não queria ser uma fracassada como a Lisa, que não conseguia ter um namorado porque amava o ex que colocou uma versão dela melhorada na cama. Elas se ofenderam, jogando as dificuldades na cara uma da outra. A Lisa disse que estava pagando um carro que não tinha por causa da irresponsabilidade da filha. A Kaori disse que ia virar uma put4 mais esperta, que cobrava pra dar, porque ia ajudar a Lisa a sair do buraco e se divertir mais. Também disse que sempre tudo era motivo pra muitas críticas e que por aquilo ela nunca falava nada pra mãe. O pior foi falar que a Lisa era tão insuportável que nem o Juliano aguentou, comparou ela com a Joyce até. A Lisa se fechou no quarto até a hora de ir trabalhar, falou pra Kaori não ir no restaurante pra tirar um dia de folga. Ambas choraram bastante durante a discussão. A Kaori tomou banho, se trocou pra sair e perguntou se o Rui estava ocupado. Ele disse que estava em casa, de bobeira. Ela disse que precisava sair de casa, perguntou se ele não tinha visto ainda. Ele não entendeu, falou que já estava indo lá e que pessoalmente ela contava tudo. Ele foi pra casa dela. Ela foi contando tudo chorando, mostrou os prints, falou que não sabia o que fazer porque a Cíntia não ia parar. Ela realmente se abriu na esperança de receber ajuda de alguma forma, um conselho, uma solução. Ele disse que o melhor era ignorar e seguir a vida. Ela queria ir falar com o Daniel, ele perguntou se era o cara do carro branco. Ela respondeu surpresa: — Como você sabe? Ele disse que já tinha visto ele indo levar ela lá e perguntou como ela sabia, se ela disse que não tinha mais nada com ele. Ela disse que viu ele na saída do curso. Os dois estavam sentados na sala. Ele abraçou ela, disse que ela precisava se acalmar e que depois devia pedir desculpas à Lisa. Ela respondeu chorando: — Não vou. Ela não tem moral nenhuma pra falar de mim, ela é tão errada quanto eu. Ela nunca me apoia em nada! Ele perguntou o porquê, o que a Lisa tinha feito. Ela disse que não queria ficar falando daquilo. Ela pediu pra ir deitar na cama, estava passando m*l, com dores fortes. Ficaram deitados abraçados, ele fazendo carinho nela, massagem no braço. Ela se acalmou, ficou extremamente quieta por muito tempo. Depois deu um beijinho na boca dele e falou que queria mais. Ele respondeu sem jeito: — Kaori, é complicado. Você não tá legal e não é certo eu ficar topando essas coisas loucas pra te agradar. Já ficamos algumas vezes e não deu muito certo, a gente sabe como foi. Depois você vai ficar louca comigo e eu tô cansado desse seu comportamento. Se você vier brigar, eu vou me afastar de uma vez. Tô aqui porque eu quero ser legal com você, ser seu amigo. Não ligo de te ouvir, te fazer companhia, eu imagino o que você tá passando. Não quero nada em troca, sabe?! Acho que agora não é o melhor momento, você tá meio perdida. Pode parecer que tô tirando vantagem da situação. Ela disse, chateada com a rejeição, que era diferente dessa vez. Ele perguntou por quê. Ela respondeu subindo em cima dele: — Aquela vez eu fiquei com você porque eu queria sentir algo, eu estava confusa, chateada. Desculpa, sei que vacilei em te usar daquela forma sem ser sincera. E eu estava sob efeito de calmantes, você me viu tomando no carro indo embora do restaurante aquele dia. Mas dessa vez eu quero você, sabe? A gente fica brigando e fazendo as pazes, você é bem complicado também, tá?! A culpa nem sempre é minha. Mas você é meu único amigo de verdade agora, e eu acho que você também quer isso. Nosso beijo não é gostoso? Ele disse, com receio, que não era só aquilo. Ela perguntou se ele não estava a fim e disse que pra serem amigos não precisavam ter nada, que se ele não quisesse ficar com ela, tudo bem. Ela estava se sentindo envergonhada, achando que ele não estava atraído por ela de fato. Ele disse que era justamente o medo de perder a amizade e deixar ela sozinha que estava atrapalhando, que era lógico que ele queria ficar com ela. Ela deu um selinho e falou: — É só você não me deixar sozinha. A gente não quer nada sério mesmo e eu preciso ser sua novamente pra valer, eu confio em você. Não fiquei com ninguém ainda, só com você. E pretendo continuar assim, não vou me envolver com mais ninguém! Ele beijou ela. Foram tirando a roupa um do outro, com beijos pelo corpo todo. Ele falou que ficou louc0 pra tirar a roupa dela no dia do aniversário da Daia e que queria muito ver aquela lingerie completa, porque naquele dia ele abriu o macacão dela e pôde ver um pouco atrás, despertando a curiosidade. Ela estava com o mesmo conjunto, falou irônica, sem jeito: — Não crie muitas expectativas, infelizmente não tenho muita coisa pra te mostrar, eu tô muito magra, não era assim antes. Não precisa ficar falando essas coisas pra me agradar, eu não sou tão boba! Ele respondeu olhando pra ela, passando a mão de forma carinhosa: — Não tô falando nada pra te agradar. Você é a anoréxic4 mais bonita que eu já conheci… e também, pra te agradar, eu faço outras coisas. Ela começou a rir, falou desacreditada: — Ai, como você é grosso, Rui! Não sou anoréxic4 coisa nenhuma, tá? Tá tentando fazer com que eu desista? Não vou. Pode continuar me criticando à vontade. Ele respondeu debochado: — Sei que você não é mesmo, só por isso faço piada. Não precisamos ter pressa, tá?! Quero você… não sei como te falar, não quero ser chato. Ela falou rindo: — Então não fala, me beija! Ela foi mais carinhosa, curtiu mais o momento, tocando, beijando muito mais o corpo dele. De calcinha e sutiã, ela se deitou, falou pra ele olhar então, já que ficou com vontade. Ele foi tirando o sutiã dela, beijando, chupando os se1os, foi descendo pra barriga. Falou acariciando a c4lcinha com a mão: — Hoje pode? Ela respondeu sem jeito, tímida: — Não sei se gosto disso. Ele disse que, se ela não gostasse, era pra falar sem vergonha nenhuma. Ela ficou quieta, com receio. Ele foi fazendo contato visual, tirando a c4lcinha dela, beijando, apertando as pernas, lambendo a cox4 até perto da virilh4. A cada toque ela dava uma suspirada diferente e se segurava pra ficar quieta, toda arrepiada. Ele começou a fazer o sex0oral devagar. Ela ficou imóvel, travada, quieta. Ele perguntou se ela queria que ele parasse. Ela disse, ofegante, que não. Com jeitinho, ele arrumou a posição dos dois, começou a ser mais intenso. Ela continuou travada, ainda que gostando muito. Então ele disse que era pra ela relaxar, que ela podia colocar a mão nele se quisesse, que podia se mexer se sentisse vontade. Ela respondeu ofegante, vermelha de vergonha: — Tá… desculpa.
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