Capítulo 149

1193 Words
Capítulo 107 Ele respondeu, rindo, que com certeza queria. Ela derrubou na calçada a bolsa, as chaves, o batom. Ele se abaixou, pegou tudo, ajudou ela a abrir o portão. Ela foi entrando na frente, no escuro. Ele falou pra ela tomar cuidado pra não tropeçar ou cair. Ela abriu a porta, se virou pra ele, falou rindo, abaixando as alças do cropped, que não estava tão r**m pra sair caindo. Ele se aproximou e a beijou. Ela, eufórica, foi indo para a mesa da cozinha, o puxando. Ele não perdeu tempo, a levantou, colocou sentada, foi levantando a saia, colocando a mão dentro de sua calcinha, puxou o cropped para baixo, foi beijando a boca, o pescoço, descendo para os s***s. Tirou o sutiã e a levou no colo para o sofá, enquanto se beijavam loucamente, cheios de fogo. Quando ele foi tirar a calcinha, ela falou, parando de beijar: — Rui, para! Não. Ele respondeu, surpreso, sem entender: — O que foi? Constrangida por falar não, ela foi se encolhendo, cobrindo os s***s com os braços. Ele saiu de cima, perguntou se tinha feito algo errado. Ela balançou a cabeça que não. Ele respondeu, se aproximando para arrumar a roupa dela, levantando o cropped e abaixando a saia: — Tá bom, a gente para. Você tá se sentindo m*l? Quer ir no banheiro? Ela respondeu, sem jeito, levantando: — Não, eu só não quero fazer. É melhor não! Ele levantou, respondeu abraçando ela por trás: — Tudo bem. Posso ficar com você assim mesmo? Ela não esperava aquela reação dele. Disse que sim, que ia tomar banho e que era pra ele esperar no quarto. Se beijaram. Ele foi para o quarto, ligou a televisão, ficou sentado na cama, pensativo. Ela tomou banho, se trocou no banheiro, saiu vestida com um baby doll preto. Assim que ela entrou no quarto, ele perguntou se ela estava bem. Ela sentou no colo dele e disse que sim. Trocaram alguns beijos. Ele, super carinhoso, não ficou tentando avançar o sinal. Ela chamou ele pra deitar, levantou, apagou a luz e deitou literalmente em cima dele, de costas. Ele segurou nas mãos dela, a abraçando, e falou: — Você ainda faz isso? Ela respondeu, rindo: — Se deixar, eu faço. Quer que eu saia, né?! Ninguém gosta disso! Ele a segurou, disse que podia ficar mais um pouco, que era gostoso sentir ela daquele jeito. Ela começou a rir e falou: — Gostoso?! Sério? — Meu ex não me deixava deitar em cima dele, dizia que incomodava. É porque sou muitoooo pesada, provavelmente. Ele sorriu e respondeu, abraçando ela, que ela podia ficar lá daquele jeito até enjoar. Ela respondeu: — Obrigada. Ele falou que o prazer era todo dele. Logo ela deitou de outro jeito, agarrada com ele. Ficaram beijando, trocando carinho por bastante tempo, até que ela dormiu. No dia seguinte, eles acordaram com o celular dela despertando. Ela desligou, deu bom dia, se sentou na cama. Ele disse que esperava um bom dia mais animado depois de uma noite daquelas. Ela voltou a deitar. Ele ficou dando beijinhos no pescoço, no rosto, abraçou, apertou ela toda, perguntou se ela tinha dormido bem. Ela respondeu: — Sim, e você precisa ir logo pra ninguém te ver saindo aqui. Ele perguntou se ela estava esperando alguém. Ela disse que não. Ele falou, sem nem se mexer: — Então por que pressa? Minha mãe não liga, a sua tá bem longe. Ela respondeu, um pouco tensa, levantando: — Tá vendo por que eu disse que não vai dar certo? Tô te pedindo uma coisa simples, por que você tem que ser assim? Ele levantou, começou a se vestir, perguntou quem que não podia ver eles juntos, o que tinha de tão errado. Ela não falou nada, foi no banheiro, voltou, pegou o celular. Ele estava colocando o tênis, era bem cedo. Ele perguntou se ela ia trabalhar. Ela disse que sim. Ele falou que já estava indo, se ofereceu pra levar ela trabalhar. Ela disse que não dava. Ele respondeu, abraçando ela: — Porque vão ver, já entendi. Vou ver o Be hoje, logo vou trazer ele em casa como antes. Tô pilhado de saber que vou voltar a trabalhar, estudar, e que só vou ver ele de fim de semana. Lembra que eu falava que a Lidi era minha parceira? Então, não somos mais. Fico com raiva só de lembrar que vou ver ela. Eles conversaram um pouco. Ela disse pra ele ter paciência pelo Bernardo, porque brigando com ela o menino teria que cada vez mais escolher um lado. Ele disse que tinha muitas coisas pra contar a ela, que sentia falta de ter alguém pra conversar como ela, que sabia ouvir, aconselhar, sem críticas desnecessárias. Ela respondeu: — Ai, tadinho, acabou de terminar o namoro e quer dar uma de carente. Imagina o que eu passei sem ninguém pra conversar quando as coisas ficaram ruins lá com a Bibi. Ele disse que ela só ficaria sozinha dali em diante se quisesse. Ela só sorria quando ele falava coisas assim. Ela acelerou ele pra ir embora, foi até o portão, pediu pra ele não falar nada em casa. Ele respondeu, rindo: — Se eu guardar segredo, posso voltar? Ela disse que talvez. Se despediram, ele foi embora rindo à toa. Logo ela foi trabalhar. Era a folga da Ivone. Ela queria contar pra alguém o que aconteceu. A Bibi estava lá. Na primeira oportunidade, ela chamou de canto e falou: — Ontem fiquei com o Rui, foi muito f**a. A gente se encontrou no barzinho, eu estava sozinha, fui ficar com ele. Beijei primeiro, sabe? Mas, tipo, a gente ficou de boa, curtindo, sem pegação. Fiquei chapada e pedi pra ir embora. Bibi, quando eu abri a porta, fui tirando a roupa louca de tudo. Começamos a nos pegar na mesa, achei que ia rolar lá mesmo. Fomos pra sala e eu travei, senti algo diferente, uma sensação r**m, eu não sei. Que mico, foi horrível. Rindo, a Bibi perguntou, curiosa, se tinha rolado ou não. A Kaori respondeu: — Não, eu pedi pra parar na hora H. Achei que ia ficar um clima pesado, mas ele ficou de boa, até dormiu comigo. Foi muito estranho! Já aconteceu com você? Ter um bloqueio assim? A Bibi disse que assim não, mas que quando estava magoada com o Breno, por exemplo, sentia nojo, raiva dela mesma depois de acabar a relação e até chorava às vezes, ainda mais quando era muito bom estar com ele. A Kaori disse que estava bom, tudo gostoso, que se sentiu insegura, talvez. A Bibi respondeu: — Com medo? Não faz mais de um ano que vocês não vão pra cama? E a última não foi quando você engravidou? A Kaori disse que sim para ambas as perguntas e que também foi quando terminaram daquela forma horrível, que ele a humilhou. A Bibi respondeu: — Pronto, tá aí a explicação. Até eu ia correr desse homem. E essa insistência dele, se declarando, só me deixa mais cabreira. Um ano depois acorda e percebe que errou? Que gosta de você?
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