Depois de meia hora, os médicos continuavam dentro do quarto onde Tyler estava. Ao menos o sensor tinha parado de bater tão freneticamente. Eu estava sentada no chão perto da porta do mesmo quarto, e nem tinha forças de chorar mais, de modo que o rímel já havia escorrido dos meus olhos, me fazendo chorar silenciosamente. É tão injusto! Eu deveria estar ali, não ele! Um médico sai do quarto finalmente, me tirando dos próprios pensamentos, me vê sentada no chão, e senta-se ao meu lado. — E então? — tirei forças das minhas cordas vocais, e perguntei mesmo não estando preparada pra resposta. — Amy, não é? — se certifica, e eu faço que sim com a cabeça — você é uma garota forte, Tyler é muito sortudo em tê-la. — Obrigada, mas não. Eu não sou forte. Ele é. — disse, pois não acreditava em ne
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