Os dias seguintes pareceram ganhar outro ritmo,Maria sentia uma leveza que há muito não experimentava. Entre o trabalho, o cuidado com Eros e as tardes com Luan, tudo parecia caber num mesmo sorriso. Luan passava quase todas as noites na casa dela às vezes para jantar, outras para apenas brincar com o bebê e ajudar nas pequenas tarefas, i********e deles crescia sem pressa,beijos que antes eram tímidos se tornaram mais longos, os abraços, mais demorados. Naquele fim de tarde, os dois estavam no parque. Eros dormia no carrinho, embalado pelo vento suave, e Maria se apoiava no ombro de Luan, olhando o céu tingido de dourado. — Parece que o tempo resolveu ser gentil, né? — ela comentou, sorrindo. — Ou talvez ele só esteja devolvendo o que a vida te tirou — respondeu Luan, passando o ded

