Maria liga para Letícia, aflita:
— Leti, você sabe onde o Guilherme está? — pergunta, a voz carregada de urgência.
Letícia respira fundo e, com cuidado, revela o barraco onde Guilherme tem passado o tempo:
— Fica no beco perto da ladeira do Alemão. Mas, Maria… cuidado, ele não quer ninguém lá,e tem a tua mãe também...
— Eu sei Leti ,mais eu preciso ver ele,não aguente mas
—Não esquece a c*******a sua louca!
As duas caem na gargalhada, conversam mais um pouco e se despedem, Maria diz que vai à casa da amiga, mas no meio do caminho despista os seguranças e segue sozinha pela comunidade. O coração dispara a cada passo, cada sombra parece esconder perigo. Mas nada a detém. Ela precisa vê-lo.
Ao chegar em casa Guilherme abre a porta e o choque é imediato:
— Maria! — sua voz misto de raiva e preocupação
— O que você ta fazendo aqui? Espera como você entrou na minha casa? Você não tem noção do que nos meteu
Guilherme fecha a porta atrás dele rapidamente, pra não ter chance de alguém ver Maria ali, ela tenta se aproximar, implora, argumenta, mas ele insiste que ela vá embora. A tensão cresce, a distância entre eles se torna quase insuportável. Maria, decidida a permanecer, se aproxima ainda mais, provocando o desejo que Guilherme tenta controlar.
Guilherme a empurra e vai ate a janela para fechar as cortinas, por medo de algum soldado de Milena ver ela ali, e no momento de distração dele, Maria faz um gesto ousado e desafiador, Maria tira o vestido que vestia, ficando somente de calcinha, ela chama Guilherme que estava mais preocupado em ser visto junto dele, e não tinha percebido o ato de Maria ate se Virar para ela, ao ver Maria ali nua em sua sala deixa Guilherme sem reação. Ele apenas a observa, absorvendo cada detalhe, a pele clara, suas pequenas tatuagens dando um charme sexy nas nuances de cor, nas pintinhas que ela tem espelhada pelo corpo, ele sentia o calor do desejo contido há anos. O ambiente pequeno do barraco, os sons abafados da comunidade lá fora e a Luz fraca que iluminava a sala tornam tudo mais intenso.
Guilherme tenta resistir, consciente dos perigos e das ordens da mãe dela, mas a presença de Maria é magnética. Guilherme avança, a agarrando, com desejo, ele invade sua boca, suas mão vão de encontro com a b***a de Maria a erguendo em seu colo, a respiração se mistura, o corpo dela contra o dele, a proximidade impossível de ignorar. Eles se beijam com urgência, beijos longos e intensos, explorando o desejo acumulado, ele caminha com ela em direção a mesa que tinha ali, ele a coloca sentada, só então desgruda seus lábios, com os duas mãos ele segura o rosto de Maria,
—Você tem certeza disso?
— Nunca estive tão certa sobre quem seria!
Ele abocanhou novamente os lábios de Maria, cada toque provocando suspiros e arrepio, ela se entrega ao momento, aproximando-se mais, envolvendo as pernas em volta dele, sentindo já a ereção dele, Maria deitou as costas na mesa, Guilherme segurou firme as coxas dela, puxando firma o quadril de Maria, e a pressionando mais sua ereção sobre ela, ele quer, sente desejo, mas sabe que não pode colocar ninguém em perigo. Ainda assim, cada segundo juntos é uma explosão de tensão e e******o.
Eles permanecem assim, Guilherme, deslizava a mão sobre o corpo de Maria, que involuntariamente arqueava as costa, ela passa a mão por um de seus p****s e aperta, ele, com esse movimento ,Guilherme da uma risada nasal, então sem pensar leva sua boca ate o outro peito de Maria, que geme alto, Guilherme t**a a boca de Maria com a mão,
— Quietinha Branca de Neves, se não vão te ouvir!
Ele levanta o corpo, e em um movimento rápido ele ergue Maria, e a leva em direção sua cama, aquele pequeno barraco de três cômodos se torna o universo deles, onde nada mais existe além do calor e do desejo que os cerca, ele coloca Maria cuidadosamente em sua cama, ela se apoia nos cotovelos, enquanto admira Guilherme tirar primeiro a camiseta, a boca de Maria saliva ao ver cada detalhe, mais seu olhos a enganam quando ela vê Guilherme tirar o shorts e junto dele sua cueca, Maria engoliu em seco, e sua pele ficou levemente ruborizada
—Tudo bem ? — Perguntou Guilherme com um sorriso presunçoso
— Se Deus permite é porque da né — Falou Maria com a voz um pouco tremula e a respiração acelerada
Guilherme se colocou sobre o corpo de Maria, começou a beijos levemente os lábios, seguiu para o pescoço e foi descendo, clavícula , p****s, barriga ,ate chegar na linha da calcinha, ele levantou um pouco o corpo, e então a tirou com uma calma que já estava deixando Maria apavorada ,a pesa foi jogada longe, Guilherme sedento de fome por Maria, passou levemente a língua pela entrada dela, arrancando assim, um gemido mais longo de Maria, enquanto ele passa a língua pelo c******s ,suas mão tentavam manter as pernas dela apertas, quando percebeu que a respiração de Maria estava mais forte, ele levanta seu tronco e se posiciona entre suas pernas,
— Gui ! — diz Maria com os olhos já marejados
— Relaxa, eu vou com calma!
E realmente foi, Guilherme levou seu m****o ate a entrada de Maria, mais ao ver a cara de dor na primeira, tentativa, ele se afastou um pouco, então primeiro colocou um dedo, Maria ao sentir aquele sensação abril os olhos, Guilherme deu um sozinho pra ela, para a tranquilizar, e um tempo depois colocou dois dedos, fazendo movimentos leves de vai e vem
— Agora relaxa Ma! — Guilherme a penetrou de vagar, mais mesmo assim lágrimas saíram dos olhos de Maria,
— Você é muito apertada Maria!
Disse Guilherme com uma certa dificuldade, ele então forçou um pouco mais sua entrada ate que ambos sentiram como se fosse uma bolha se estourando em seus corpos, Maria se assustou com aquele sensação, e olhou par Guilherme com um olhar assustado
—Agora você já é minha Branca de Neves, não tem mais volta!
— Não quero ser de mais ninguém Gui!
Disse ela com a respiração acelerada, aos poucos ele foi intensificando os movimentos, Maria passava os dedos por cima das cicatrizes nas costas de Guilherme como se as desenhassem, ele não tinha vergonha delas, mais aquele toque leve das mãos de Maria, lhe deixavam calmo, como se ele realmente tivesse que ter passado por aquilo, para poder sentir isso agora, ali o tempo parecia parar, e a fome de um pelo outro não cessava, o movimentos dos seus corpos já estavam acelerado entregando que seus orgasmos estavam prestes a explodir, em um movimento rápido, Guilherme se virou deitando na cama e deixando Maria por cima, ele sem sair de dentro dela, se ajeitou na cama ,deixando suas costas apoiada na parede somente rebocada, então ele a ajudou encontrar o ritmo enquanto cavalgava sobre seu m****o, seus corpos já suados, agora estavam compartilhando de um arrepio, sem fim,
— Olha pra mim Maria!
E no exato momento que seus olhos se encontraram, ambos libertaram o sentimento de prazer que a tempos buscavam na vida. Maria sentia as lágrimas escorrer por seu rosto enquanto ainda mantinha seu olhar vidrado no de Guilherme, o momento de prazer deles foi interrompido, com a brutalidade com que a porta do barrado foi estourada, e la estava ela Soberana com uma arma em punho Mirando neles