Levei a Maya para escola, já passou uma semana e ela tá se adaptando até que bem
O zangado onde me ver acha que vai me colocar terror, mais vejo terror nenhum, descobrir o vulgo dele quando ele foi lá na lanchonete.
Apesar que um homem daquele tamanho me desmontar, mais eu não baixava a cabeça não.
Quando eu tava saindo ele me chamou.
Atena: Pode falar senhor.
Zangado: Eu quero um xtudo — falou com deboche, e passou a língua nos lábio.
Atena: Já estamos fechados.
Zangado: Vou reclamar desse péssimo atendimento.
Voltei para dentro e adiantei a Flora que era minha amiga, fui fazer o bendito xtudo na força do ódio, mais fui sim fazer.
Zangado: Porque se mudou para aqui — quebrou o silêncio.
Atena: Não te interessa a minha vida — falei voltando a fritar as carnes.
Zangado: Menina você não tem medo da morte não? — falou segurando minha cintura e cheirou meu pescoço.
Minha respiração ficou ofegante, eu não conseguia falar nada nem sair de perto dele eu conseguia.
Atena: Aí c*****o — tirei a mão da chapa que havia me queimado.
Zangado: Foi culpa minha pô — pegou a minha mão colocando em baixo da água, e me olhou precupado.
Ele realmente tava se sentindo culpado, falou que ia fazer um lanche para nois dois.
Atena: Tá cheirando — falei quebrando o silêncio.
Zangado: Eu sei cozinhar mina — falou me olhando.
Eu tava sem graça com um homem daquele tamanho me olhando, ele era muito gato cara mais era um armário para mim.
Zangado: Tá imaginando coisas que eu não posso saber — falou no meu ouvido.
Atena: Que susto, nem vi você aí — coloquei a mão no coração.
Zangado: Tava imaginando muito pô.
Eu neguei com a cabeça, tava morrendo de fome dei uma mordida no lanche e coloquei maionese.
Zangado: Tu não come o lanche com a maionese não, tu come a maionese com o lanche — falou passando a mão no canto da minha boca e chupando em seguida.
Atena: Não faz isso — falei ofegante.
Zangado: Tu é linda pô.
Zangado fez questão de me trazer em casa, mesmo eu falando que ia buscar a minha filha ainda ele fez questão de ir comigo também.
Atena: Obrigada mesmo, me poupou de uma andada.
Ele buzinou saindo da minha rua.
Maya: Eu fiz vários amiguinhos mãe — falou toda feliz.
Atena: Que bom meu amor, falei que ia gostar.
Maya: Porque o papai fazia aquilo com você mamãe?
Atena: Ele era m*l meu amor, agora estamos salvas.
Eu nunca ia deixar ele fazer nada com a minha filha, nunca tive amor a homem só aceitei até eu conseguir juntar um dinheiro para me livra daquele lixo de ser humano.
Eu sei que aqui vai ser o último lugar que ele vai me procurar, sempre me fiz de metida falava que nunca ia morar em uma favela, e ele ria mesmo com o plano desde sempre de me mudar para cá, eu não poderia defender a favela quando ele falava m*l.
Então aqui estou eu, ainda entrei no carro do dono do morro sem ter a mínima i********e ele poderia me mat@r pela vez que mandei ele se f***r.
Maya: Mãe eu tô com fome — falou me gritando.
Atena: Já vou colocar nosso almoço amor — gritei de volta.
Hoje eu fiz ensopado porque eu amo e a Maya não fica por trás não, coloquei nosso almoço e peguei uma Coca-cola para tomar também, com um calor desses.
A Maya também tava no curso pela tarde, já que eu trabalhava até as 4:30 para não ter que deixar ela com pessoas desconhecida coloquei em um curso.
⏰️
Zangado: Já vai trabalhar — parou a moto do meu lado.
Atena: Tenho que trabalhar né — dei de ombros.
Ele mandou eu subir na moto, você já viu eu rejeitado carona, após eu fui porque o curso era um pouco longe do meu trabalho.
Zangado: Tá entregue.
Atena: Obrigada — ele fez um sinal.
Flora: Foi isso mesmo que eu vi Brasil, com o senhor Zangado.
Atena: Ele me ofereceu carona, achar que eu ia recusar?
Glória: Ele que te da ums pegas minha filha — Dona Glória, a dona falou.
Atena: Que isso Dona Glória, ele nem olhar para mim.
Flora: Porque não garota? toda em cima nem parece que pariu um ser um humano.
Glória: O minha filha, você é linda.
Atena: Obrigada Glórinha — abracei ela.
A dona Glória é um amor de pessoa, muito fofa a Maya ama ela e quando vem para aqui só faltar falir ela, ela enche a Maya de comida lanche e doces.
E a Maya também ama ficar aqui, chama ela de vovó e tudo.
Comecei a trabalhar e o Zangado já tava aqui novamente pedindo lanche, a Dona Glória e a Flora fez eu atender ele e a turma dele.
Xxx: O pedido vem com você gatinha — um dos homens dele falou.
E vi ela fechando a cara, e eles também pararam com as graças e as piadinhas.
Anotei tudo no bloquinho de anotação, fui logo levando a cerveja e o refrigerante.
Atena: Segurar as pontas para mim, preciso buscar a Maya.
Fui buscar a minha filha o mais rápido que eu conseguia.
Maya: A gente vai ver a vovó Glória mamãe — eu concordei — eba.
Chegando lá ela deu um tchau para o Zangado que tava dando para ela também, ela entrou e eu fui levar a cerveja para os meninos.
A Maya já começou a comer tudo que ver pela frente, se eu reclamar quem sai reclamada sou eu a dona Glória manda deixar a netinha dela comer.
Quando eu fui ver ela tava no maior papo com o Zangado.
Atena: Maya passar agora, deixar os clientes.
Zangado: A garota não tá encodando não mina fica sussa aí.
Eu continuei atendendo os povos que tava chegando, e a Maya cansou e foi sentar lá na cadeira