Capítulo — 06

1006 Words
Atena Um mês passou que eu tô morando aqui a Maya já tá mais solto, conheceu vários amigos novos aqui no morro. Eu tava trabalhando e ela tava na escola, ainda tava trabalho no mesmo lugar. Zangado: Faz um lanche aí novinha — falou rindo. Atena: Não pode da uma moral não — neguei com a cabeça. Zangado: Cadê a guria? Atena: Tá na escola. Terminei de atender o Zangado e fui terminar de fazer as coisas, já que hoje eu tava só com a Flora aqui. Flora: Ele tá muito afim de você, e nem disfarçou. Atena: Você tá viajando amiga. A gente ficou lá conversando e fui buscar a Maya junto com Flora que ia buscar a Melinda que é filha dela. Flora: Tá me devendo um baile ainda amiga. Atena: Para de querer me arrasta maluca — ri fazendo um não com a cabeça. Flora: Você deveria ir, vai gostar. Atena: Vou pensar ainda. Eu tava devendo baile até para a Maria, ela se tornou muito minha colega a gente conversava muito. ⏰️ Atena: Maya para de correr — gritei com ela que tava parecendo uma fera para lá e para cá. Zangado: Tá com a voz boa Anteninha. Atena: É Atena para de me chamar assim. Eu odiava quando me chamava assim, quando eu era criança sofrir tanto porque sempre tinha uma brincadeira sem graça. E eu não gostava. Zangado: Vou nessa aí, fé — falou arrastando a moto, com a minha filha. Atena: Garoto tu é muito ozado tá — falei e ele mandou beijo rindo. Fui chegando em casa com a garota toda descabelada, suando mandei logo se mandar para o banheiro. Hoje é dia de lavar o cabelo dela então sou eu que lavo, porque é muito cabelo para uma criança só. Quando acabei de lavar o cabelo dela, botei ela para vestir a roupa dela e fui tomar o meu banho. Sair do banheiro com a toalha na cabeça e outra no corpo, coloquei minha calcinha e uma roupa levinha já que tava em casa. Fui fazer lasanha para a gente comer, mais esqueci que tinha que comprar a maionese que eu não vivo sem. Coloquei meu chinelo e mandei a Maya colocar uma roupa que a gente ia no mercado rápido. Passei pela boca e os desocupado tavam tudo lá. Boca: Pera aí mina — falou vindo atrás de mim. Atena: Foi alguma problema? — falei sem entender. Boca: Não pô — sorriu para Maya — fiz vigia lá na sua casa — falou e eu continuei sem entender — vou fazer amizade com você pô. Atena: Aí — sorri — oi não sou muito de fazer amizade assim não, mais já é um começo. Ele foi até o mercado comigo e quando a gente tava voltando ele parou na boca e eu fui para casa. Entrei e lavei as mão e mandei Maya lavar para a gente almoçar. Terminamos de almoçar e a Maya pegou o Tablet dela indo para o sofá assistir, eu aproveitei para arrumar o guarda roupa dela. Tenho que comprar roupa tanto para mim, quanto para ela já que eu não pude trazer as roupas dela toda, já eu só não tinha roupa mesmo. Eles que compraram roupa para mim, e eu não podia escolher já que eles me vestia parecendo uma senhora. Coloquei um som não muito alto e fiquei cantando enquanto arrumava tudo, depois fui lavar o banheiro. Ouvir um barulho parecendo tiro e fui até a sala, a Flora já tinha me falando que aconteceria invasão aqui algum dia. Então eu já sabia oque tava acontecendo, ouvir alguém bater na minha porta e eu abrir vendo que era o Zangado. Atena: Filha vai para o quarto fica abaixada lá no chão — falei quando vi o Zangado cheio de sangu&. Zangado: Foi ma1 ter vindo para cá, mais era a única casa próxima pô — falou sentando no sofá. Atena: Você tem que ir no médico — ele negou com a cabeça — eu preciso estancar o sangu&, sua sorte é que eu tenho umas coisas aqui que pode te ajudar. Eu fui até o banheiro, era onde ficava as coisas de machucado da Maya, fiz o primeiro estágio de medicina. Zangado: Tá com pena? — olhou para mim rindo — a bala não ficou não, mais precisar de ponto. Atena: Eu sei i****a, já olhei tudo — falei colocando a linha na agulha. Eu fiz tudo na maior paciência, não é possível que ele não mostrava reação de dor em momentos algum. Zangado: Já estou acostumado Anteninha – falou rindo — acho que é o pai da sua filha. Atena: Ele não pode achar a gente — comecei a tremer — se ele achar ele vai me m@tar e levar ela. Zangado: Ficar tranquila, ele não vai levar ninguém — falou sentando. Atena: Como você tem tanta certeza? — falei já com a garganta ardendo — ele vai acabar com a minha vida, eu não quero minha filha na mãos da família dele. Zangado: Ele não vai nem saber onde é sua casa pô, vou da a cabeça dele de bandeira para a família dele — falou super frio. Atena: Foi ele que fez isso? — falei olhando para ele — eu te trouxe problema. Zangada: Fica relaxada, eu vou da o fim nisso. Eu fiquei super preocupada né, afinal isso tava acontecendo porque eu fui burra de deixar o celular com o chip, fui burra de vim para o morro. Levantei no automático, e comecei a rodar a casa eu ia embora, eu não ia deixar a minha filha viver com aquele povo, aqueles manipuladoras de m&rda. Atena: Eu vou embora — falei colocando roupa na sacola. Zangado: Não vai não — ele tava na porta me olhando. Atena: Eu preciso, sumir levar a minha filha para longe disso tudo. Zangado: Não faz as coisas precipitado, você sozinha ele vai te achar — gritou me abraçando. Eu tava desesperado, eu precisava sair daqui com a minha filha
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