Capítulo 8

1165 Words
Capítulo 8 Abigail Acordo mais cedo que o normal, eu não consegui dormir direito a noite, levanto da cama e vou para o banheiro onde faço minha higiene Matinal, depois visto minha roupa para ir pro trabalho e desço para a cozinha para fazer o café da manhã, quando eu estava terminando de descer as escadas ouvir a voz do meu pai e como era um pouco cedo resolvi ficar ali e ouvir do que ele estáva falando. — Não Alberto, eu não quero saber, você acha que eu sou o que? Eu não tenho a droga desse dinheiro não.— ele da pausa e continuar falando logo em seguida.— Já se passaram dez anos, você faça o que quiser, vice não tem como provar nada, então ninguém vai acreditar em você, tchau e não me ligue mais, o que eu tinha que te dá eu já te dei, agora me deixa em paz.— ele fala rude e eu fiquei me perguntando do que ele estava falando se já ter dez anos, me recomponho e finjo está chegando naquele exato momento. — Bom dia pai, já está acordado a uma hora dessa?— finjo que não sei se nada — Bom dia Abigail, pois é e você? Já tem tempo que você desceu?— ele pergunta um pouco nervoso e eu me pergunto se era alguma coisa sobre mim que lê estava falando, tiro esses pensamentos de lado e vou até o fogão onde começo a preparar o café da manhã. — Acabei acordando cedo hoje, não dormi muito bem, acabei de descer do querto — Tudo bem, eu vou subir, sua mãe deve estar acordando em algum momento. — Tudo bem vai lá.— ele sobe para o andar de cima e eu fico com aquilo martelando dentro de mim, eu teria que descobri do que ele estava falando, acho que vou falar com a Cecília, ela sabe pensar melhor que eu nesses momentos. Termino de fazer o café da manhã e depois de alguns minutos meus pais voltam e tomam mais café juntos a meio de conversas e afeto, e como já estava na hora do meu trabalho eu me despedir dos meus pais e sair de casa, o caminho até onde eu trabalho eu fui andando mesmo, pois é perto e eu queria colocar minha mente para trabalhar, mais antes de parar na minha confeitaria eu paro em frente a casa de Cecília que é minha melhor amiga, toco a campanhia e não demora muito a porta é aberta por Otávio. — Oi Abigail, que surpresa boa você por aqui.— ele fala sorrindo e me dá um abraço e eu faço o mesmo — venha entre, como você está? Já tem um tempão que você sumiu — Me desculpa Otávio, com tanta coisa que aconteceu eu não tive muito ânimo para sair, mais não precisa se preocupar eu já estou bem.— Digo depois que ele me convida para entrar — Tudo bem, a Cecília está lá em cima com o Angel, logo eles voltam, você quer tomar alguma coisa? — Não obrigada !? — Tudo bem.— ele me levou para a sala onde ficamos conversando sobre algumas coisas até que Angel chega primeiro na sala por ter descido as escadas correndo. — Tia Abigail.— ele vem e se joga em cima de mim me abraçando e eu retribuo o abraço ainda sorrindo. — Desse jeito eu vou ficar com ciúmes angel.— Cecília fala sorrindo — Você está muito fofo meu amor, vou carregar você pra mim .— digo e ele gargalha alto e Cecília mais Otávio se finge de bravo, todos os dias eu agradeço a Deus por ter me dado amigos tão legais quanto esses, eu tenho eles como a minha família, e eles realmente são, depois que Otávio saiu dizendo que deixaria o filho no colégio Cecília me perguntou quando estávamos sozinhas. — O que aconteceu para você vi aqui tão cedo? Pois não é sempre assim ?— ela me pergunta preucupada, eu super entendo a minha amiga — Então, eu fiquei pensando sobre as coisas que você mim disse sobre o papai e não sei se foi por causa disso mais estou bem pensativa sobre um pedaço de uma conversa que eu ouvir hoje cedo dele no telefone. — O que foi que você ouviu ? — Ele estava falando sobre não querer está pagando mais alguém, e disse também que já tem dez anos e que não era para a pessoa procurar ele mais. — Eu sabia Abigail, o seu pai está por trás da morte do.seu filho, o que pode ter acontecido para ter dez anos na vida dele para alguém está cobrando dinheiro pra ele? — E o que eu faço agora? — Você tem que descobrir se isso é realmente o que estamos pensando. — Tudo bem, eu vou fazer isso.— Digo decidida e levanto do sofá onde eu estava sentada, me despedir da minha amiga e fui para a minha confeitaria, chegando lá abro a porta e começo a por a mão na massa. (...) O tempo foi passando e como sempre meu dia estava sendo bem cheio, estava recebendo muitos pedidos, e quando já estava bem no finalzinho da tarde eu escuto o sininho da porta bater anunciando que tinha chegando mais um cliente. — Olá seja bem vindo(a)— Falo simpática com um grande sorriso no rosto mais quando meus olhos focam naquela criança eu não sei o que sentir mais na mesma hora eu vi o Raul e acabei lembrando de todos os nossos momentos juntos que passamos, esse menino só pode ser filho dele, mais como ele pode está aqui? Quanto mais ele ia chegando mais perto de mim mais eu sentia meu coração acelerar. — Boa tarde senhora.— ele fala sorrindo e eu acabei sorrindo também por causa da sua educação e achei o sorriso dele bem familiar. — Boa tarde rapazinho, como posso te ajudar? — Eu vou quer uma fatia de bolo e uma torta de limão. — Pra viagem ou você vai comer aqui mesmo? — Para viagem, o meu pai está me esperando lá no carro. — Tudo bem.— vou fazer o pedido dele e enquanto estava embalando ele fala. — Você é muito bonita, qual o seu nome moça? Me desculpa se eu tiver sendo indelicado — Obrigada pelo elogio, não tem problema perguntar, eu me chamo Abigail. — Bem diferente o seu nome — Um pouco.e o seu?— entrego a sacola para ele — Nicolas! Quanto deu? — Você também tem um nome muito bonito Nicolas, deu vinte reais — Aqui está.— ele me entrega uma nota de 50, eu passo o troco para ele . — Aqui está, volte sempre. — Eu voltarei.— ele fala sorrindo e conforme ele ia se afastando eu ia ficando com o coração apertado e triste, o que pode está acontecendo comigo?
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