Phelipe
Acordamos com o Matheus abrindo a porta do quarto e subindo na nossa cama.
- Bom dia papai! - Ele me abraça e fica me beijando.
- Também quero beijo! - A Bruna fala e ele sorri tímido, depois se aproxima dela, beijando seu rosto de leve. Ela puxa o Matheus para um abraço e fica beijando ele enquanto faz cócegas. Sorrio para a cena e levanto indo para o banheiro, depois do banho vejo que os dois estão ainda deitados assistindo desenho.
- Tô com fome papai! - Matheus fala e eu respondo que tô indo fazer nosso café.
A Bruna pergunta se quero ajuda mas n**o, e peço pra ela continuar deitada com ele. Preparo ovos, bacon, pão torrado e pegou algumas frutas, faço café preto e sem açúcar do jeito que eu e a Bruna gostamos, e um achocolatado para o Matheus. Como os dois ainda estão na cama, decido levar pra eles lá.
- Café na cama? Não acredito Matheus, que mimados! - A Bruna fala sorrindo e sentando na cama.
Depois do café da manhã, nos arrumamos e fomos para a praia, não vou poder ficar muito tempo, a minha reunião é às duas horas, mas se a gente não viesse o Matheus iria surtar, ele tá louco pra ver o mar desde ontem.
A Bruna de biquíni é um espetáculo, evito até de olhar pra não ficar duro, mas ela não tira o olho de mim com aquela cara de safada e a gente se diverte assim..
Jogo bola com o Matheus e entro no mar algumas vezes com ele. Voltando pra areia onde a Bruna estava tomando sol, vejo ela falando no celular com uma expressão péssima, será que aconteceu algo?
- .. vou fazer da tua vida um inferno! Sua p*****a! - Escuto uma voz fina através do viva voz do seu celular e automaticamente já sei quem é, Fernanda.
- Como você conseguiu meu numero? - Ela pergunta calma demais para as ameaças.
- Me da aqui! - Peço estendendo a mão pra Bruna, ela está muito indignada. O Matheus não está prestando atenção na conversa, apenas brinca na areia com seus brinquedos. Me sento ao lado dela e tiro o celular do viva voz.
- Que merda você tá fazendo cara? - Pergunto puto e ela começa a gritar do outro lado. Evito falar o nome da Fernanda porque sei que o Matheus entende.
- Eu quero falar com meu filho, agora! - Fala gritando.
- Então liga na p***a do meu celular! Eu tô falando sério , nunca mais incomode alguém por minha causa, para de ser maluca! - Falo e desligo o celular, respirando fundo. Isso já fudeu com meu dia.
- Me desculpa, desculpa mesmo por isso Bruna! - Falo passando a mão na cabeça e entrego o celular pra ela.
- Tudo bem, já foi! - Ela fala passando a mão pelo meu braço.
Em seguida a Fernanda me liga de vídeo e conversa com o Matheus, ela tenta me encher o saco mas já corto desligando a ligação.
- Vamos embora? - Falo olhando no relógio, já é meio dia, preciso almoçar e me arrumar para a reunião.
- Vamos! - Ela fala já arrumando as coisas.
- Filho! Veste aqui! Vamos almoçar! - Chamo o Matheus e ele já vem chorando, pedindo pra gente não ir embora, porque quer brincar mais na praia. Estou muito sem paciência depois do que a Fernanda fez.
- Nós vamos embora Matheus, pode parar de birra! - Falo bravo pagando a nossa conta.
- Calma! Deixa que eu resolvo, você está muito nervoso. - A Bruna fala e pega o Matheus pela mão, descendo com ele para o mar. Peço mais uma cerveja para o rapaz enquanto aguardo eles voltarem.
Poucos minutos depois os dois sobem de novo, o Matheus já sorrindo e dizendo que vai pra piscina.
- Vamos esperar você na piscina do prédio, pode ser? - Ela pergunta me olhando, ainda de mãos dadas com o Matheus.
- Obrigado! - Falo e me inclino pra dar um selinho nela, sem me importar com quem estiver olhando ou tirando foto. Não resisti, ela é a calmaria que precisava em minha vida, sabe lidar com as situações de forma coerente.
Almoçamos em uma churrascaria na barra, e voltamos para o apartamento. Tomo banho com o Matheus enquanto a Bruna também está tomando em outro banheiro. Matheus fica assistindo desenho e logo dorme.
- Eu devo chegar por volta as 17. - Falo e me despeço da Bruna com um beijo. - Cuidado na piscina tá? - Falo e ela assente, depois me beija de novo.
Passo as duas horas seguintes com investidores, eu sabia que seria bem estressante isso, mas não imaginava o quanto, geralmente o vice presidente da empresa resolve esses assuntos, mas dessa vez é algo grande, quis supervisionar pessoalmente. Usamos uma sala de reuniões do shopping e quando finalmente acabou, finalizei três contratos e sai satisfeito de lá. Passando por algumas lojas vi um colar que me chamou muito a atenção. O cordão é fino e delicado mas o pingente é de Lua, parece ser cravejado em ouro branco. Entro na loja e decido comprar para dar de presente a Bruna, sei que ela é apaixonada em Lua, então imagino que vá gostar. Quando estou indo até o estacionamento meu celular toca, é a Paloma.
- Ainda está no Rio? - Minha irmã pergunta.
- Só vou embora amanhã, por que? - Pergunto.
- Também estou aqui! - Ela fala parecendo animada. - Acabei de ver uma foto sua com o Matheus e uma moça na praia.- Ela fala maliciosa.
- Vai começar.. - Falo esperando os mesmos julgamentos da minha mãe. Se até a Paloma já viu essa foto, com certeza o Léo viu também.
- Calma aí! Não disse nada, apesar de estarem se beijando na foto. - Ela gargalha. - Quero ver o meu afilhado, pode levar ele no meu hotel hoje? - Pergunta.
- Me manda a localização, mais tarde levo ele pra dormir com você. - Falo e ela concorda. - Por que não me contou que estava no Brasil? - Pergunto.
- Pra você contar a mamãe? Não mesmo! - Ela fala e eu sorrio.
- Você não pode deixar de visitar o Matheus por causa dela. - Explico e ela concorda. A Paloma vive viajando o mundo, nunca sei onde ela está. Minha irmã é formada em odontologia mas trabalha como Dj, e minha mãe odeia isso. Por isso as duas se evitam o máximo, e toda a atenção e reclamações ficam agora só pra mim. Ela deveria ter tido a Fernanda como filha, as duas são mais que iguais e se dão muito bem, o mesmo pensamento fútil. Amo a minha mãe mas ela é muito difícil de lidar, assim como a Fernanda.. Antes do meu pai falecer ele reclamava tanto de coisas que eu já me via reclamando no meu casamento, era como se eu fosse terminar a vida insatisfeito com minha esposa assim como meu pai era com a dele, simplesmente porque não dávamos certo, as ideias não batiam, e não vimos isso antes de ter um filho que nos uniu pro resto da vida. Por isso decidi fazer o que meu pai não teve coragem, terminei e estou bem melhor agora, mesmo tendo que aguentar certas loucuras dela.
Quando estou dirigindo de volta pro apartamento, recebo uma ligação do Léo.
- Mano! Falei pra tu sair fora da Bruna, aí tu vai pro Rio, comer ela o fim de semana inteiro, que p***a Ph! - Ele fala quando eu atendo.
- Léo, se acalma cara! - Falo tentando não me estressar.
- Calma é o c*****o! Meu melhor amigo, pegando minha ex, trairagem Ph! - Ele fala e eu sorrio, agora ele foi longe, melhores amigos e tudo?
- Mano eu já tinha marcado essa viagem, tava tudo certo. A gente tá só se conhecendo, não significa que vamos casar não po, relaxa! - Falo mas ele não me responde e desliga na minha cara.
Não levo a sério nada do que ele fala, porque também parece estar bêbado, mas vou evitar de ficar saindo nesses sites de fofoca com a Bruna, assim talvez ele pare de me encher o saco.
Quando chego em casa, falo para a Bruna se arrumar porque vamos a um jantar na casa dos meus amigos, e depois quero dar um passeio de lancha. Explico que a Paloma quer ficar com o Matheus e teremos a noite pra curtir um pouco. Arrumo o ele e quando ela termina de se maquiar saímos de casa. A Bruna está com um vestido preto espetacular, maquiagem leve e salto, linda pra c*****o. Eu coloquei um blazer claro e blusa social branca por dentro, calça escura e sapato marrom.
Fui seguindo a localização que a Paloma me mandou e quando chegamos avisei pra ela. O Matheus ficou louco quando viu sua tia, ele é muito apaixonado nela, mesmo eles não se vendo tanto.
Apresento a Bruna pra Paloma e a gente se despede em seguida, indo para a casa do André, amigo meu de muito tempo, está rolando um evento beneficente na casa dos seus pais, vou pra dar um abraço nos amigos que vi faz alguns meses mas não quero demorar muito.
Quando chegamos lá, falo com meus conhecidos e apresento a Bruna como uma amiga, mesmo andando de mãos dadas com ela pra todo lado. Algumas senhoras elogiam a minha "namorada" e nós agradecemos. Depois do jantar, tomamos uma taça de Chandon, converso com meu amigo André, e a esposa dele puxa assunto com a Bruna. Estou achando ela muito desconfortável, então pergunto em seu ouvido se está tudo bem.
- Eu não sabia que tipo de festa viríamos, as pessoas estão super elegantes, não estou arrumada o suficiente. - Ela fala baixo em meu ouvido e eu sorrio. Os olhares masculinos do lugar são todos voltados para sua beleza, e os femininos podem até ser por ela não estar em um vestido espalhafatoso. Mas ela é de longe a mais bonita da festa.
- Talvez a gente não esteja no traje de gala, mas preciso dizer que ainda sim, você é a mulher mais linda daqui. - Falo baixo e ela sorri, beijo sua testa e pergunto se ela quer ir embora.
- Por favor! - Ela sorri aliviada. Me despeço dos meus amigos e marcamos de nos encontrar amanhã, mas não tenho certeza se vai dar pra gente ir.
Dirijo até o bairro da Urca onde minha lancha está, falo com o Marcos, que é quem cuida dela pra mim, e entramos em seguida.
- O céu está lindo! - A Bruna fala sorrindo e olhando pra lua, lembro do seu presente, tá no meu bolso, vou dar mais tarde pra ela.
Estamos no começo de dezembro e essa época no Rio faz calor demais, a brisa refresca bastante e da até vontade de entrar no mar agora mesmo.
- O que quer beber hoje? - Pergunto olhando para a adega.
- Pode ser Gin? - Pergunta.
- Claro, te acompanho. - Falo e começo a preparar pra nós dois.
- A sua irmã parece muito com você! - Ela fala me olhando.
- Quando a gente era criança ela odiava ouvir isso. - Falo sorrindo e a Bruna sorri também. - Eu também sempre fui muito parecido com a personalidade do meu pai, e ela morria de ciúmes por se parecer mais com a nossa mãe nisso. A gente era muito apegado a ele.. - Explico lembrando com saudade dele.
- Faz tempo que ele se foi? - Pergunta cautelosa.
- Tem cinco anos. Ele ficou muito doente por dois anos, com uma forte depressão.. - Não consigo mais falar sobre isso, ainda é muito f**a pra mim. - E os seus pais? O que houve? - Pergunto e é como se eu olhasse no espelho, sua expressão é de dor. Ela também não quer falar sobre isso.
- Minha mãe está viva, só não sei aonde. E meu pai morreu a três anos. - Explica rapidamente e já muda de assunto. - Você quer ajuda? - Fala levantando e começa a cortar a colocar o gelo na taça.
- Quer ouvir o que? - Pergunto ligando a caixinha de som. Tem outras lanchas saindo para o meio do mar, e algumas ancoradas. Um pessoal fazendo uma festinha também, só que com mais pessoas.
- Não sei, você que sabe! - Ela fala já segurando sua taça.
- Não fala isso pra mim que é problema.. - Falo sorrindo.
- Por que? - pergunta curiosa.
- Não sei decidir sobre absolutamente nada. Sempre fui muito indeciso! - Admito sorrindo.
- Qual é o seu signo? Só pra ter certeza. - Ela pergunta me olhando estranho.
- Eu não entendo nada sobre isso, e nem acredito nessas paradas, mas já me disseram que sou de Libra. - Falo e ela coloca a mão na testa.
- Você deveria ter me falado isso antes! Ah não Ph! - Ela fala sorrindo.
- O que? Vai me basear em signo? - Pergunto sorrindo e dou um gole na bebida, fiz bem forte.
- Indeciso, odeia conflitos, vaidoso, justo, difícil para tomar decisões, cheio de contatinhos e não consegue escolher um só. Esqueci algo? - Ela finge pensar um pouco. - Preciso saber o seu ascendente.
- Concordo com quase tudo, mas essa parte de contatinhos é falsa. - Falo sorrindo. - Como sabe tanto de signo? Qual é o seu, e o que significa? - Pergunto e ela sorri.
- Não conheço todos, mas de libra entendo bem porque é o signo da Ju. - Ela explica. - Sou de escorpião. Dizem que sou desconfiada, orgulhosa, vingativa, intensa.. - Ela sorri e bebe um gole, fico olhando pra ela de longe. - As vezes sedutora, leal, sincera.. e gosto de dominar - Ah isso com certeza eu já tinha percebido, principalmente na cama.
A gente continua conversando e bebendo bastante, duas horas da manhã já secamos uma garrafa de Gin, a gente tirou essa noite pra conversar mais e tentar t*****r menos, o que é difícil pra c*****o. Mas estamos nos conhecendo bem, pelo que ela me disse a combinação do nosso signo não é muito boa, porque ela odeia indecisão, mas eu não dou a mínima pra esse negócio de signos.
Quando da quatro horas da manhã, não aguento mais, levo a lancha mais para longe das outras, e intensifico nosso beijo. A gente vai pra parte de trás onde é mais confortável e temos mais privacidade, ainda sob a luz da lua. Beijo seu pescoço, ombro e s***s, morrendo de vontade de f***r ela toda. Suas mãos puxam meu cabelo e arranham minhas costas, gemendo baixinho e se esfregando em mim louca.
- Quero de quatro! - Ela fala com uma p**a voz de safada já se empinando toda, sobe o vestido até o meio das costas e eu puxo sua calcinha para o lado, antes de descer a minha calça, não resisto e chupo ela nessa posição. Não consigo esperar seu orgasmo porque estou muito e******o, então já coloco a camisinha e deslizo pra dentro dela. Seus gemidos e a visão da sua b***a gostosa e empinada me enlouquecem. Estoco com força sentindo toda sua b****a molhada me apertando, seguro seu cabelo com força e ela geme rebolando e pedindo por mais.
- Gostosa do c*****o! - Demoro muito a gozar quando bebo, então depois do seu primeiro orgasmo continuo metendo, suas pernas parecem querer ceder, então coloco ela deitada de frente pra mim. Aperto seus s***s e seguro seu pescoço, deslizo pra dentro dela de novo e continuo metendo até nos dois gozarmos juntos, ela olhando pra lua, e eu para a sua b****a gostosa.
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