Ph
Quinta quando estava saindo do trabalho, recebi uma ligação do meu amigo Léo, ele estava morando fora então não estávamos tendo muito contato, no início da nossa conversa eu achava que ele só estava ligando pra marcar algo ou jogar papo fora, mas ele logo foi ao ponto, me disse que a Bruna foi o grande amor da vida dele, e que mesmo ele tendo vacilado ele gostava dela pra c*****o, me relembrou um dia que fomos para Goiânia e ele tomou um super porre e ficou chorando por ela. Nunca associei a Bruna que ele tava sofrendo por essa Bruna, nem fazia ideia que eles já tinham namorado. Eu não dei moral nenhuma pro seu assunto, vi que ele estava bebendo, viu o post de fofoca em algum lugar e me ligou pra encher o saco. Pelo que eu tinha entendido eles namoraram já faz mais de um ano, mas ele meio que deu a entender que ainda conversam até hoje. Isso foi o que me deixou meio sei lá, não tenho nada a ver com a vida deles, mas também não quero ficar com a mesma mulher que meu amigo já fica e a um tempo. Fiquei pensando muito sobre a viagem e o que a gente faria, prometi ao Léo que ia dar um jeito na situação mas não quero parar de ficar com a Bruna sem ter certeza. Por ela ser solteira e por eu querer conversar isso pessoalmente com ela, deixei rolar pra viagem. Quando eu falei do Léo ela não demonstrou desconforto, ficou mais surpresa por ele ter me pedido pra se afastar dela. E deixou claro que namorou com ele a um tempo atrás e que não tem mais nada a ver. Toda essa dificuldade do c*****o e só mais coisas aparecendo me fazem ter vontade de sair fora. Mas não da, não ainda.
Ela tá aqui na minha frente, me olhando com a maior cara de safada da p***a, tô viciando nessa mulher e quero mesmo investir. - f**a-se! - Falo determinado, depois me viro com o Léo e com a p***a toda.
Seguro seus braços e beijo sua boca deitando ela no sofá, com a mão livre desço a mão pelo seu corpo, ela é gostosa demais e seu beijo me deixa louco. Lembro do Matheus que está aqui no quarto da frente e paro o beijo.
- É melhor a gente ir pra cama! - Falo olhando ela no olho. Seu peito sobe e desce ofegante. E ela concorda.
Vou levando ela pela mão e quando chegamos no quarto fecho a porta e deixo meia luz. Já tinha percebido que ela gosta de comandar, mas ainda não estava esperando por isso. Sento na cama e ela vem por cima de mim, senta no meu colo e começa a me beijar, se esfregando no meu p*u e rebolando. Seguro seus cabelos com uma mão e puxo pra baixo de leve, fazendo ela arquear a cabeça e me deixando beijar seu pescoço, ela fica louca e geme de leve.
- Cheirosa pra c*****o! - Falo e tiro sua blusa começo a massagear seus s***s e chupar cada um.
- Eu.. preciso sentir seu gosto.. - Ela fala entre gemidos e é isso que me surpreende. Meu p*u pulsa de ansiedade. Paro o que estava fazendo e olho pra ela que está sorrindo safada. - Tira essa roupa! - Fala arrumando o cabelo em um coque. Tiro minha camisa e depois toda a parte de baixo, tudo sob seu olhar. Me sento de novo na cama e ela vem se ajoelhando em minha frente, com os p****s de fora e só de calça. Quando suas mãos envolvem meu p*u, eu respiro fundo. Ela começa a me chupar olhando em meu olho, deixa meu p*u bem molhado com sua saliva e eu fico louco com o jeito que ela desce e sobe alternando com a língua e mão. Fecho os olhos jogando a cabeça pra trás e tentando não olhar pra ela, porque se eu continuar vendo ela me chupando com essa cara de safada, eu vou gozar logo. Ao mesmo tempo que ela está bombeando meu p*u e colocando ele na boca até o fim da garganta, ela está com sua mão direita se estimulando. Não aguento isso, um tempo depois aviso pra ela que estou perto, mas não quero gozar assim.
Levanto e ela tira a roupa, depois se deita com as pernas abertas e sorrindo.
- Você me deixa louco. - Falo olhando para todo o seu corpo, ela segura seus s***s apertando e arqueia suas costas.
- Me come por favor. - Pede com uma voz sexy. Primeiro chupo ela matando minha vontade, sentindo seu gosto e estimulando ela até o êxtase. Quando ela segura meu cabelo e aperta as pernas gemendo loucamente, vejo que gozou. Preciso comer ela agora, não estou me aguentando. Pego uma camisinha nas minhas coisas, me ajoelho na cama e peço pra ela ficar de bruços e empinar a b***a, com essa visão deslizo meu p*u pra dentro dela, fazendo ela gemer. Estoco forte sentindo ela toda molhada, aperto sua b***a gostosa e tenho que parar de meter um minuto pra não gozar ainda, me aproximo dela que vira o pescoço pra mim e me beija.
- Forte! Por favor! - Pede completamente excitada e eu obedeço, comendo ela bem gostoso! Sinto sua b****a apertando meu p*u e fico desnorteado com isso, meto forte com tudo e ela me avisa que vai gozar, eu nem penso direto só g**o junto.
Saio de dentro dela e tiro a camisinha, vou para o banheiro do quarto, tomo um banho e me enrolo em uma toalha, ela está deitada na cama se recuperando também. Vou até o Matheus pra ver se ele acordou com o barulho, mas está dormindo profundamente.
Volto para o quarto e deito com a Bruna, ela me olha e se vira sorrindo, dou alguns beijos em sua boca e ela apoia sua mão em meu pescoço.
- Está com fome? - Pergunto. No dia que nos conhecemos ela me disse que admirava homem que sabia cozinhar, e eu não sei fritar um ovo. Na verdade não sabia. Essa semana tentei fazer uma receita e deu um pouco certo. Pedi para abastecerem a geladeira daqui hoje e vou tentar fazer um risoto pra gente.
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Bruna ✨
Estou tentando levantar da cama a uns dez minutos, mas o Ph acabou comigo, minhas pernas estão moles e todo o cansaço da semana veio à tona. Achei muito fofo ele estar aqui me beijando e dizendo que vai cozinhar pra gente. Mas eu só queria mesmo um ifood rapidinho. Estou quase desmaiando de fome, só almocei hoje. Mas vou fingir costume e esperar ele fazer o risoto, pra não bancar a esfomeada né.
- A gente vai tomando um vinho pra enganar a fome. - Ele fala sorrindo e levanta da cama. Coloca só uma calça de moletom e eu fico admirando seu abdômen definido com as linhas em V bem convidativo pra baixo da virilha, que homem gostoso é esse gente.
Pego uma camisola mais comportadinha, para o caso de o Matheus acordar. E sigo o Ph para a cozinha.
Primeiro de tudo ele abre a garrafa de Vinho e nos serve, brindamos, tomo um gole e ele me beija. Me sento em um banco de frente para o balcão, onde ele começa a cozinhar.
- Posso te ajudar em alguma coisa? - Pergunto e ele n**a.
- Eu ainda estou aprendendo. Então se sair bom, quero levar os créditos sozinho! - Ele pisca pra mim e eu sorrio, muito fofo ele ter aprendido cozinhar só porque eu falei que admirava quem sabia.
Na segunda taça de vinho eu já estou me sentindo bêbada. Com a barriga vazia fico louca muito rápido. Já estou olhando o Ph de um jeito diferente e me imaginando casada com ele, três filhos e dois cachorros. Mas não posso e não vou me apaixonar, de jeito nenhum, ele é complicado demais, e tenho certeza que logo ele volta com a ex mulher. Ficamos conversando e sorrindo igual idiotas, até entrar no assunto das fofocas no i********: e em seguida falamos sobre o meu ex de novo.
- O Léo me disse que você é o amor da vida dele. - Ph fala mexendo a panela e sorrindo pra mim. Filho da mãe lindo!
- O Leonardo tem problemas. Sérios problemas. Me traiu dezenas de vezes e agora tá com esse papo i****a. - Falo lembrando com raiva dessa história. Pego a garrafa e encho mais nossas taças.
O Ph tampa a panela e vem pra perto de mim, apoia uma mão em minha coxa, e a outra vem para o meu pescoço.
- Eu não namoro, Bruna. - Ele fala me olhando no olho. - Justamente pra não sacanear ninguém. Saí com a cabeça fodida do casamento que estava, era uma gaiola e até hoje que não tem mais nada, ainda é complicado. Mas eu tô vendo uma parada massa entre nós dois e quero continuar isso aqui. - Eu sorrio e seguro sua mão que ainda está em meu pescoço. - Não sei como tá sua relação com o Léo, mas não quero me meter entendeu? Preciso saber se tem um real motivo aqui entre nós dois, pra arriscar minha amizade. - Ele fala meio sério.
- Não existe relação com o Léo, a mais de um ano que não respondo ele e quero distância, entendeu? - Falo sincera olhando em seu olho. - Eu também quero continuar isso aqui, mas não posso garantir que vai valer a pena você perder uma amizade sabe? Não sei o que pode rolar entre a gente, e ter que escolher entre viver isso ou uma amizade, é muito pesado. - Falo sem saber se estamos bêbados demais pra essa conversa.
- Relaxa, a única coisa que quero saber, é se você quer continuar ficando e ver no que dá, ou se prefere ir pra amizade.. - Ele fala e me beija, sem me deixar responder. Depois volta correndo para a panela e termina de fazer nosso jantar. Eu espero amanhã lembrar bem dessa conversa e tentar entender melhor o que dissemos um ao outro. Pelo que eu entendi agora, ele quis uma "garantia" de que não vou parar de ficar com ele segunda feira, e ele vai ter perdido o amigo atoa. Ele quer mais da gente, e eu também, por mais que esteja com medo e saiba que nenhum de nós dois queremos algo sério agora.
Seu telefone toca e fico em meu celular tentando não prestar atenção na conversa dele, mas acabo ouvindo que os seus amigos aqui do Rio, esperam por ele em uma festa, ele disse que ia, não sei se mentindo ou se vai mesmo.
Quando finalmente o risoto de camarão fica pronto, a gente senta pra comer e eu elogio muito, não sei se é pela fome que estou sentindo mas a comida está maravilhosa! Ele fica achando que estou zoando mas é verdade.
- Vou repetir. Não me julgue! Você me deixou com fome por horas, e ainda tirou toda minha energia. - Falo sorrindo e colocando mais risoto.
- Isso é o melhor elogio que você poderia dar. - Ele fala sorrindo e vem pra trás de mim. Beija meu ombro enquanto termino de colocar comida. Quando me viro fico na ponta do pé pra dar um selinho nele, e em seguida vou pra mesa.
- Acordou príncipe! - Falo olhando pra um anjinho de cabelos bagunçados e cara de sono, nos olhando da porta da cozinha. Ele viu a gente se beijando com certeza, olho para o Ph mas ele da de ombros ainda colocando comida.
- Tô com fome! - Matheus fala manhoso e vem andando. Sento na cadeira e puxo ele para o meu colo.
- O seu pai fez um risoto delicioso, vou colocar pra você! - Falo e ele reclama.
- Não quero comida. Quero o leite doce titia!- Ele fala manhoso e o Ph fica só olhando pra gente.
- Com canela? - Pergunto. Ele gostou mesmo do leite que fiz pra ele na casa da minha avó. Minha mãe fazia sempre pra mim quando era criança.
Depois de dar o leite para o Matheus e terminar de jantar, nós escovamos os dentes e o Ph coloca ele pra dormir de novo em seu quarto.
- Ele gosta de você. - Phelipe fala entrando no quarto quando já estou deitada mexendo em meu celular.
- Também gosto dele, muito. - Sorrio e bloqueio o celular. Seu celular começa a vibrar mas ele recusa a ligação. Deita do meu lado e a gente se beija, lento, molhado e intenso. Suas mãos já vão da minha cintura pra minha b***a e ele me aperta já me acendendo.
- Você é muito tarada cara! - Ele fala sorrindo quando estou beijando seu pescoço e passando a mão em seu p*u pela bermuda.
- Você que me deixa assim, a culpa é toda sua! - Falo já me sentindo molhada.
Ele me coloca de lado e abaixa minha calcinha.
- Geme baixinho pra não acordar o Matheus, ele tá com o sono leve ainda. - Ele fala rouco em meu ouvido.
- Então me come devagarinho. - Falo baixo já sentindo ele em minha entrada. Ph fica pincelando
seu p*u em mim e isso me deixa louca, empino mais a b***a, enquanto ele beija meu ombro e pescoço. Quando ele começou a colocar pra dentro senti algo diferente e me afastei na hora.
- A camisinha! - Falei lembrando.
- Tinha esquecido. - Ele sorri e levanta, pega a camisinha e vem de novo me beijar. Ele não demora pra entrar dentro de mim, mas me fode bem devagar, molhado e fundo. Fico tentando gemer baixo mas não consigo, ele tampa minha boca e intensifica as estocadas, seu p*u entra e sai de mim me dando um enorme prazer. Depois de um tempo mudamos a posição, ficamos de frente nós beijando e ele colocando devagar.
- Forte! - Mando e ele sorri, segura meu pescoço e estoca me empurrando até o talo. Ele se afasta um pouco e começa a estimular meu c******s enquanto me come duro. Vou para o meu terceiro orgasmo da noite, é a sensação mais rápida e mais gostosa da vida, ele tampa minha boca até terminarmos de gozar juntos.
Tomamos um banho, o Ph liga o ar condicionado e vamos dormir. Inicialmente de conchinha mas depois cada um pro seu lado. Eu esqueci de perguntar se ele não queria mesmo sair com os amigos, afinal eu vim aqui pra cuidar do Matheus, enquanto ele vai em seus compromissos, e não queria que ele deixasse de sair só por minha causa. Mas amanhã falo com ele sobre isso, estou com sono demais.
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