Eu levantei minha cabeça do chão frio de concreto, pelo menos hoje eu vou para a escola. Raul abriu a porta do porão para mim. — Ele não deveria puni-la assim. - Stefano retrucou a Raul. — Eu não posso fazer nada sobre isso. - Raul respondeu desafiando-o. — Você nunca pode não é? - disse baixinho e recebi um olhar confuso de Raul. — Que tal você deixar a porta destrancada para que ela possa subir para o quarto dela e descer pela manhã, seu i****a de merda. - Stefano empurrou Raul, tentando forçá-lo a sair do seu caminho. — Não posso! - Raul rosnou. Está tudo bem Stefano. É por isso que eu odeio essa máfia. - esfreguei meus olhos, levantando-me lentamente do chão. — Você não pode comer, aviso do pai. - Raul me informou com uma expressão desconfortável no rosto. — Isso é uma m

