Amanda narrando Andar daquele jeito tava impossível. Cada passo que eu dava, ele vinha atrás, grudado, agarrado na minha b***a como se tivesse medo que ela escapasse. O calor da mão dele colado na minha pele, o corpo prensado no meu, o bafo quente dele no meu pescoço… tudo isso misturado com o som do baile ainda martelando na minha cabeça e o gosto doce do gin na boca. E eu? Eu tava com t***o. Mas tava p**a também. Porque eu gosto de homem intenso, sim. Gosto de homem que mostra que quer, que protege, que cuida. Mas eu não sou propriedade de ninguém. Não sou boneca de porcelana pra ele carregar colada na cintura com medo de olhar torto de outro. Ainda mais depois de tudo que a gente já conversou, depois de eu deixar claro que, se fosse pra me prender, era melhor me perder. — Tu não va

