Cobra narrando Mano… que mina abusada do c*****o. p**a que pariu. A garota me peita de um jeito que não é qualquer uma que tem coragem, não. Saiu de perto de mim como se eu fosse qualquer um. E isso… isso me deu uma vontade de rir. Intimidei, intimidei mesmo, porque é isso que eu faço. Só que, dessa vez, teve algo diferente. Eu vi o jeito que ela travou por dentro, mesmo tentando manter a pose. O olhar firme, mas a respiração vacilou. O corpo ficou tenso. Eu percebi na hora. O cheiro doce dela ficou impregnado em mim. Uma p***a de um perfume leve, mas marcante. E desde aquela hora, mesmo com Matheus e Rayane de volta na área, com música, cerveja e carne na brasa, meus olhos… meus olhos não desgrudavam dela. Matheus botou um pagodinho maneiro rolando, aqueles clássicos de churrasco, e foi

