O amanhecer ainda banhava o quarto com luz suave quando Cristiano e Patrícia estavam aproveitando o momento de proximidade, a sensação de segurança e carinho preenchendo o ambiente. De repente, uma batida firme na porta interrompeu a tranquilidade.
Cristiano se levantou rapidamente, o corpo imediatamente em alerta. Caminhou até a porta e abriu discretamente. Alguns dos seus homens estavam ali, inclinando-se um pouco para falar baixo, a voz carregada de respeito:
— Chefe… estão … tentando… Invandi.
Ele franziu a testa, compreendendo a situação.
— Tá, já vou — respondeu, mantendo a voz firme e controlada.
Fechou a porta e se virou para Patrícia, que o olhava curiosa e levemente preocupada.
— Ué… o que aconteceu? Alguma coisa? — perguntou ela, sentando-se na cama, ainda envolta pelo pijama leve.
Cristiano ficou em silêncio por alguns segundos, hesitando. Até aquele momento, ele não tinha contado a ela que era o dono do morro, e agora a responsabilidade pesava mais do que qualquer outra coisa.
— O… dono do morro precisa de mim — disse ele, com a voz firme, mas evitando revelar demais.
Ela abriu os olhos, surpresa, e começou a questionar:
— Mas… você…?
Ele apenas balançou a cabeça, ainda sério.
— Eu vou ter que ir, Patrícia. Mas você pode ficar aqui, segura. Não precisa se preocupar.
Ela hesitou, ainda confusa:
— Eu… eu tenho que ir.
Ele caminhou até ela, segurando levemente os ombros dela, olhando nos olhos dela com firmeza e cuidado:
— Fica aqui só até eu voltar, tá? Eu te levo depois. Eu não vou te deixar sozinha.
Ela sorriu, confiando nele, mesmo sem saber todos os detalhes:
— Tá… vai lá então.
Cristiano se aproximou, beijou a testa dela rapidamente, e saiu, fechando a porta atrás de si. O silêncio voltou ao quarto, mas Patrícia permanecia sentada, o coração acelerado, pensando em quem realmente era aquele homem intenso e protetor que agora a deixava ali, sozinha, mas prometendo que voltaria.
A tensão pairava no ar, mas ao mesmo tempo, havia confiança. Patrícia sabia que Cristiano cuidaria dela, e que, de algum jeito, tudo ficaria bem.
Cristiano chegou ao morro com passos firmes, o olhar intenso e atento. Seus homens o cercaram, mas sabiam que aquele momento exigia concentração.
— Chefe, Ivandi tá tentando invadir a área — disse um deles, em voz baixa, quase sussurrando.
Cristiano franziu a testa, avaliando a situação rapidamente.
— Tá, vamos lidar com isso. Ninguém se move sem minha ordem. — Ele respirou fundo, mantendo o controle firme, mas sentindo a adrenalina subir.
Enquanto resolvia a situação, coordenando os homens, organizando a defesa e garantindo que ninguém se arriscasse desnecessariamente, sua mente, por mais que ele tentasse, não conseguia parar de pensar em Patrícia.
Ele lembrou do pijama leve dela, do jeito que ela se acomodava ao lado dele, da confiança que depositava nele. Cada gesto dela ficava na mente dele, misturado à tensão do momento.
Lá na casa, Patrícia permanecia sentada, mexendo distraidamente nos cabelos, ansiosa. Tentava ocupar a mente, mas o silêncio parecia pesado demais. Cada segundo sem notícias dele aumentava o coração acelerado.
— Onde ele foi? — murmurou, quase para si mesma, mas confiando silenciosamente na promessa dele.
Cristiano, enquanto dava ordens e resolvia cada detalhe da situação no morro, sabia que precisava terminar rapidamente para voltar para ela. Cada decisão era precisa, mas o pensamento de Patrícia sempre presente, lembrando que ali, em algum lugar, alguém estava esperando por ele, vulnerável e confiante.
Quando finalmente a situação começou a se estabilizar, ele respirou fundo e falou com um dos homens:
— Tudo certo. Agora quero que fiquem atentos, mas voltem aos postos normais. — Ele olhou ao redor, confiante de que a área estava segura.
E sem esperar mais, Cristiano pegou o carro, o coração acelerado, ansioso para voltar para Patrícia. Ele sabia que ela estava sozinha, mas segura, e que cada minuto longe dela só aumentava o desejo de protegê-la, cuidar dela, estar ao lado dela.
Naquele momento, não era apenas o poder sobre o morro que importava. Era ela, Patrícia, a mulher que havia invadido seu coração e que agora estava esperando por ele, confiante de que ele cumpriria sua promessa.
Cristiano chegou ao morro com passos firmes, o olhar intenso e atento. Seus homens o cercaram, mas sabiam que aquele momento exigia concentração.
— Chefe, Ivandi tá tentando invadir a área — disse um deles, em voz baixa, quase sussurrando.
Cristiano franziu a testa, avaliando a situação rapidamente.
— Tá, vamos lidar com isso. Ninguém se move sem minha ordem. — Ele respirou fundo, mantendo o controle firme, mas sentindo a adrenalina subir.
Enquanto resolvia a situação, coordenando os homens, organizando a defesa e garantindo que ninguém se arriscasse desnecessariamente, sua mente, por mais que ele tentasse, não conseguia parar de pensar em Patrícia.
Ele lembrou do pijama leve dela, do jeito que ela se acomodava ao lado dele, da confiança que depositava nele. Cada gesto dela ficava na mente dele, misturado à tensão do momento.
Lá na casa, Patrícia permanecia sentada, mexendo distraidamente nos cabelos, ansiosa. Tentava ocupar a mente, mas o silêncio parecia pesado demais. Cada segundo sem notícias dele aumentava o coração acelerado.
— Onde ele foi? — murmurou, quase para si mesma, mas confiando silenciosamente na promessa dele.
Cristiano, enquanto dava ordens e resolvia cada detalhe da situação no morro, sabia que precisava terminar rapidamente para voltar para ela. Cada decisão era precisa, mas o pensamento de Patrícia sempre presente, lembrando que ali, em algum lugar, alguém estava esperando por ele, vulnerável e confiante.
Quando finalmente a situação começou a se estabilizar, ele respirou fundo e falou com um dos homens:
— Tudo certo. Agora quero que fiquem atentos, mas voltem aos postos normais. — Ele olhou ao redor, confiante de que a área estava segura.
E sem esperar mais, Cristiano pegou o carro, o coração acelerado, ansioso para voltar para Patrícia. Ele sabia que ela estava sozinha, mas segura, e que cada minuto longe dela só aumentava o desejo de protegê-la, cuidar dela, estar ao lado dela.
Naquele momento, não era apenas o poder sobre o morro que importava. Era ela, Patrícia, a mulher que havia invadido seu coração e que agora estava esperando por ele, confiante de que ele cumpriria sua promessa.
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