Não acreditava em uma única palavra que saia da boca da Pamela, por mais que ela implorasse por misericórdia, eu não seria piedoso, não queria ser. Ela morreria, mas antes me falaria quem é o mandante, eu preciso disso. Enquanto Pamela implorava, chorando pela sua vida. Eu apenas observava aquilo em silêncio. Um Menor colocou a cabeça dela afogada sobre o barril cheio de água. Sentado eu observava e permitia tudo acontecer. Estendi a mão para que parassem, o sangue escorreu pelas narinas dela. Aquela mulher estava exausta. — Vai continuar mentindo, Pamela? Fala para mim o que eu já sei. O Cachorro te prometeu o que? Ser a primeira dama? — ironizei. — Você está louco, eu nem sei atirar. Seja quem foi a pessoa que fez isso, ela não foi eu. Eu não fiz isso, Fera! Eu te amo, entendeu? EU T

