2 dias depois Estava entediado de ficar naquela p***a de cama sem fazer p***a nenhuma, mas feliz por ter tido alta e poder olhar na cara do Cachorro e dizer o quanto ele foi filho da p**a comigo quando fingiu ser meu amigo. Seguir para o galpão do comando com meu irmão, assim que entramos na sala, lá estava o filho da p**a amarrado, quebrado, sangrando e ver aquilo me deu prazer, traidor não merece viver nem por um segundo. Ele ao me ver deu uma gargalhada fraca, eu era mais r**m do que ele, dei outra gargalhada e logo em seguida me abaixei ficando de frente para ele, disposto a essa p***a de guerra. — Você achou o que? Que poderia passar a perna em mim? — indaguei. — Achei e quase conseguir — ele desdenhou. — Conseguiu tanto que parou nessa situação — eu esnobei sorrindo. — Então

