Kalel, depois do que eu disse quando sai da sala da nossa professora, não me incomodou mais. Não me mandou mensagens, mesmo que o número dele estivesse bloqueado, não me ligou e muito menos trocou qualquer tipo de palavra comigo. Começou a se sentar junto com as meninas e de vez enquanto, no local em que ele estava sentando, sentia ou o via me encarando. Tinha perdido toda a minha coragem de matar Carter, e em consequência, ele continuou me visitando em meu dormitório e me tratando como se fosse um depósito de seu sêmen. Não gostei do que ouvi de uma das meninas, porém era inevitável não concordar com ela. Com tudo isso, uma semana se passou. Meu pescoço ainda possuía as marcas, mas menos visíveis do que os dias anteriores, que eu não fazia mais questão de esconder, e em minhas costelas,

