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Se alguém tivesse me perguntado naquela manhã como terminaria o meu dia, eu jamais teria imaginado aquela noite. Definitivamente não. Acordei às seis e meia da manhã com o despertador tocando como se estivesse tentando me punir por todas as escolhas erradas da minha vida universitária. Estude medicina, diziam. Vai ser uma carreira bonita, diziam. Ninguém mencionou o fato de que eu viveria à base de café, noites m*l dormidas e provas capazes de destruir completamente a autoestima de qualquer ser humano. Abri os olhos com dificuldade. Meu pequeno quarto estava iluminado por uma luz suave que entrava pela janela do apartamento. As cortinas brancas se moviam levemente com a brisa da manhã. Nosso apartamento não era grande. Na verdade, era bem pequeno. Dois quartos, uma sala modesta,

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