Ela respirou fundo, como se já soubesse a resposta, mas esperava que fosse outra coisa. -Querida, por favor, pense sobre isso. Ela implorou, agarrando meu rosto e tentando colocar meus olhos nos dela. Mas eu não. Não poderia. Se eu olhasse para minha mãe, eu teria cedido, e essa era a última coisa que eu queria fazer, então, em vez disso, eu a afastei levemente e caminhei ao redor dela, entregando a Cane minha mala e depois a mochila. -Erika. Ele murmurou, e eu olhei para cima, enxugando meu rosto. -Não deixe acontecer assim… — Acho que não tenho muita escolha, Cane. Ele nunca vai aceitar, e eu sei o que quero. Pensei nisso a manhã toda. Minha mente está decidida. Ele fez um barulho, como se quisesse dizer algo para me fazer reconsiderar, mas se conteve, porque até ele sabia que não hav

