Ele balançou a cabeça, a mandíbula tensa. -Confie em mim, é possível. Ele passou a mão pelo rosto. Seus ombros ficaram tensos, sua mandíbula apertando. -Não posso acreditar que estou realmente concordando com essa mer*da. -Cane. Eu agarrei sua mão. Eu entendia sua turbulência, e me senti m*al por isso. Ele amava papai. Ele também amava a mamãe. Eles eram como uma família para ele, e quanto mais ele me queria, mais arriscava seu vínculo com eles e a perda de sua confiança. -Eu sei que está confuso. Eu já te disse que gostaria que as coisas fossem diferentes, mas... não há mais ninguém que eu queira tirar isso de mim. Eu quero que seja especial, e que seja com alguém que saiba o que está fazendo. Alguém em quem confio. Eu mordi meu lábio inferior. -Depois disso, não vou pedir mais nada, jur

