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1062 Words
Sofia O treino foi pesado, mas eu não dei o braço a torcer. Sem querer acabei encostando nele de uma maneira mais íntima, não pude deixar de notar o tamanho daquele homem. Parece que os nossos corpos dão um choque, cada vez que chegam perto um do outro. Entro no banho e começo lavando meus cabelos, passo condicionador e lavo o corpo com o meu sabonete preferido, me enxáguo e quando estou terminando de tirar o condicionador, ouço um estrondo e a luz apaga. - Caramb4, que m3rda é essa? – Eu falo sozinha e me enrolo na toalha. Coloco meu chinelo e vou até a minha bolsa, até que ouço Rafael da porta do banheiro. - Sofia? – Antes que eu tenha tempo de responder ele entra no banheiro. - Ahhhhhh. – Levo um susto. Está tudo escuro e ele está somente com a lanterna do celular apontada para mim. Mas eu não percebi o pior, com o susto, minha toalha caiu e eu fiquei completamente pelada. Ele fica estático e não move a lanterna, continua me iluminando e me olhando fixamente. Cada centímetro do meu corpo. Pego rapidamente a toalha e me enrolo. - Porque você não me respondeu? – Ele pergunta, sem tirar aquela p0rra daquela lanterna de mim. - Não deu tempo, eu estava procurando meu celular e minha arma. – Digo desastrada. - Eu te ajudo. – Ele se aproxima e eu percebo que está de tolha também. - Não deu tempo de você colocar uma roupa? – Falo enquanto procuro meu celular na minha bolsa. - Até dava, mas eu preferi ficar assim para você não se sentir a única pelada. – Ele fala eu fico tão vermelha que até o meu colo fica vermelho. - Engraçadinho. O que será que aconteceu? - Eu acho que o disjuntor caiu, vou ter que arrumar. Você pode me ajudar. - Espera eu me trocar, não dá pra dois pelados consertarem nada. – Falo olhando pra ele e vendo que a toalha está marcando tudo. - Meu Deus. – Penso alto. - O que foi? Ah, você já viu isso antes, não tem novidade nenhuma aqui. Vamos normalizar a nudez. – Ele fala e tira a toalha. Eu fecho os olhos e digo: - Coloca essa toalha, vai logo. – Me viro de costas e coloco a calcinha por baixo da toalha. Só esqueço que as minhas calcinhas não são muito pequenas e bem nesse dia calhou de ser uma vermelha. - Isso e nada é a mesma coisa, você sabe, né. – Ele diz dando risada e eu me controlo para não rir. - Para com isso, para de me iluminar. - Eu estou te ajudando, imagina se você tropeça e cai sem roupa nesse chão duvidoso. Coloco um shorts jeans que estava na minha mala e um sutiã. A essa altura eu já desisto da toalha, fico de sutiã e procuro uma blusa. A acho e coloco. Passo desodorante e perfume e pego a escova para pentear meu cabelo, tudo isso com ele me observando. - No seu tempo, viu. Se quiser fazer uma maquiagem também, abrir um vinho. Fica à vontade. – Ele fala irônico e eu dou risada, penteio o cabelo e guardo as minhas coisas, colocando minha arma no cinto. - Vamos? – Digo o apressando. - Eu acho que fica na recepção, o disjuntor. – Ele vai caminhando e eu o interrompo. - Eiiiii, vamos no banheiro masculino. Coloca uma roupa, eu te espero. – Ele revira os olhos, mas me obedece. Entro com ele no banheiro masculino, ele me da a lanterna do celular e pede para eu iluminar para ele achar o que precisa. Sem aviso ele tira a toalha de novo e não posso deixar de notar aquele monumento duro igual uma pedra. Tiro os olhos de lá e ele percebe, posso notar um sorrisinho de canto dele. Ele coloca uma cueca e uma bermuda, passa desodorante e perfume. - Vamos, depois eu pego o resto. O acompanho até o disjuntor e notamos que a luz acabou na rua. Porém, o portão só funciona com energia, estamos trancados dentro da academia até a luz voltar. - Pois é, se acomode, porque eu acho que vai demorar. Ia falar para fazermos cárdio enquanto isso, mas a esteira não funciona... – Ele fala malicioso e eu resolvo entrar nesse jogo perigoso. - Que pena, dava para fazer cárdio mesmo. Sinto o clima hostil no ar. Sentamos no sofá da recepção e começamos conversar coisas corriqueiras. - Foi muita coincidência tudo isso que aconteceu. – Eu digo e ele concorda com a cabeça. - Você faz sempre isso? De sair com desconhecidos assim, desarmada. Porque no dia você não estava armada. Meio perigoso, né. -Ele me provoca. - Não. Na verdade, eu nunca tinha feito isso. Mas eu não estava desarmada, minha arma estava na bolsa. Ainda bem que não precisei usar com você, né. – Falo provocando. - Ainda bem. Você me rendeu de outras formas. – Ele fala e se aproxima de mim e coloca sua mão na minha coxa, fico sem reação e sinto meu corpo estremecer. Ele chega perto do meu pescoço e fala: - Seu cheiro é muito bom. – Ele diz depositando alguns beijos no meu pescoço e eu amoleço e me viro em sua direção. Ele olha nos meus olhos e avança sobre mim como um animal faminto. Ataca meus lábios com um beijo e me puxa para o seu colo, com as minhas pernas ao redor do seu quadril. Nosso beijo é feroz, ele faz movimentos circulares com a língua dentro da minha boca, me recordando do que ele fez em outro lugar. As coisas começam a esquentar muito, ele arranca minha blusa e abre meu sutiã. Até que ele interrompe nosso beijo, afasta meu rosto e olha para os meus s3ios com desejo. Ele abocanha um, enquanto aperta o outro com desejo e eu deixo escapar um gemido. Posso sentir seu m3mbro pulsando a minha 1ntimidade, já encharcada. - Você é muito gostosa, quero te sentir de novo. – Ele fala abrindo o botão do meu shorts e quando vai colocar seus dedos na minha 1ntimidade, a luz volta. Eu olho assustada nos seus olhos verdes, cheios de desejo e tento sair do seu colo. Ele me segura e continua me olhando com desejo.
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