— Porque será que eu não estou surpreso? — indagou o agente cuspindo com nojo. — Acredito mesmo que não esteja surpreso, o que me faz pensar que você é mais e******o do que eu acreditava. — Eu nunca me surpreendo, está no meu “DNA” puxei a mamãe sabe? — zombou enquanto era empurrado em direção ao convés. Analú agarrou mão de Marcus e ele apertou a dela com carinho dizendo que tudo ficaria bem, e embora não Analú não pudesse acreditar, ela sorriu em resposta. — Politseyskiy prizrak?* — Sergey Polonov, de volta dos mortos! — Marcus respondeu com ironia. — há quanto tempo! A presença do homem diante deles era impossível de ser ignorada. Sergey olhava para Marcus com uma expressão vitoriosa. Ele era um homem bem apresentável, olhos penetrantes e dominadores, e parecia extremamente assus

