Marcus foi finalmente desperto pela voz grossa de Mario, que chutava seu pé ferido com força suficiente para trazê-lo de volta para a realidade. — Olá, bela adormecida! Vejo que resolveu no dar-nos o ar da sua presença. — Estou cansado! Mário, você pode me dar um cigarro? — Sinto muito chefe, mas você levou o meu maço! — explicou batendo a mão nos bolsos. — Ah! — balbuciou com voz rouca que mais lembrava um grunhido. — vocês me dariam a honra de oferecer-lhes um cigarro? Se me desamarrarem é claro, a menos, é claro, que estejam com medo, afinal eu vou m***r a todos. Os homens gargalhavam enquanto olhavam incrédulos para a ousadia do homem, que não era nem sombra daquele que eles dantes conheceram. — Suponho que você merece um último cigarro, chefe! — zombou Mário antes de ordenar que

