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1006 Words
Já tô de pé cedão. Colar na boca lá, pra ver os b.o que tem que ser resolvido. Minhas costas ardem quando entro embaixo do chuveiro. Ela me deixou todo marcado com as unhas. Nas costas, pescoço e abdômen. Mas também, chupei ela toda e também deixei as minhas marcas. Depois do banho, visto uma camisa amarela e uma bermuda jeans. Coloco meu boné e desço pra tomar café da manhã. Da escada já dá pra ouvir as risadas. Quando eu chego na mesa meus olhos encontram de cara a Gabriela que cora ao me ver e abaixa a cabeça. Me sento ao lado dela mesmo, era o único lugar vazio. –Não se esqueça do meu celular Lucca.—Sarah diz de boca cheia.–Eu vou ficar sem entretenimento hoje por sua culpa. –Eu vou te dá c*****o. –Olha o palavreado aqui na mesa.—minha mãe repreende.–Nem bom dia não sabe dá. –Bom dia.—sorrio. –Bom dia.—todos respondem. –Oh Luc, tem como levar a gente na escola hoje, por favor? –Só me chama pra pedir alguma coisa também né?—A olho com cara feia.–Sorte tua que tô de bom humor hoje. Digo isso e aperto a perna de Gabriela por debaixo da mesa. Tá gostosa com a calça jeans apertada. Eu não como muito, a mesa tá farta. Sempre esteve assim e sempre vai está. Levanto e elas levantaram também. –Pega a chave ali.—meu pai aponta pra cima do armário.–Pega o Santa Fé. Pego a chave e vou caminhando pra garagem, sendo seguido por elas. Dou a ré no carro e paro perto da calçada, esperando elas entrarem. Sarah e Pérola entram no banco de trás, Giovanna quer se sentar no da frente. –Bora Giovanna, vem aqui pra eu te dizer um babado.—Pérola chama e pisca pra mim pelo retrovisor. Giovanna bufa e se senta no banco de trás. Gabriela abre a porta e se senta no do carona, colocando sua mochila preta em seu colo. Sorrio de lado pra ela, que retribui. Eu não estudo mais, fiz a prova lá e concluí. Nunca quis negócio de ensino superior, eu já sei onde é que vai ser meu lugar no mundo. Comandando esse morro, que vai passar pra mim daqui um tempo. Quando vou trocar de marcha, dou uns toques nela, que percebe e solta risinhos. Sarah chama ela pra dizer alguma coisa, quando ela vira dá pra ver um chupão grande que eu deixei em seu pescoço. Parece até que tentou cobrir com maquiagem, o que não deu muito certo. Mas o cabelo da pra cobrir. Elas vão falando sobre a vida dos outros é claro, e eu só presto atenção na estrada. Paro em frente a escola e elas começam a descer. –Valeu aí mano.—Sarah agradece antes de descer. Só tem uns playba que olha pro carro. Umas mina até passam na frente e olham pra dentro, eu dou uma risadinha e aceno com a mão segurando o volante. –Venho buscar vocês meio dia.—abaixo o vidro e grito pra elas que vão se afastando.–Se demorarem eu saio e deixo vocês irem a pé. –Tá mesmo de bom humor hoje.—grita chamando atenção dos engomadinhos da escola. Acelero de volta pra casa e troco o carro pela minha moto. Eu não gosto de nadar de carro, prefiro a adrenalina sobre duas rodas. O vento batendo na cara, desviar de carros no meio do trânsito. –Eaê cuzão?!—faço toque com Pk, um soldado de confiança da boca. –Fala cunhado. A brincadeira parô aí. Me chamar de cunhado não. –Ih tá loco é? Quer morrer menor?—já toco minha arma por baixo da camisa.–Essa brincadeira aí não pô. –Leva pro coração não.—nem se abala o filho da puta.–Sabe que tenho minha dona encrenca lá em casa. –Da próxima vez tu não vai tá vivo pra dizer que foi brincadeira.—ameaço. –Que bicho te mordeu seu viado?—Arthur sai da lá de dentro com uma prancheta na mão.–Cola aqui dentro. –Já anotou os de ontem tudo? –Quase tudo, já vendeu mais da metade.—sento em uma cadeira de madeira, perto da parede.–Os noia gerou uma grana boa pá nois. –Pode crê. Mando um menor ir comprar o celular de Sarah lá. Disse o modelo e dei o dinheiro,se ele comprar errado a culpa não é minha. –Tá ligado na Giane?—pergunta . –Tem o que?—meu desinteresse é notável. –Tá espalhando pelo morro que é tua fiel. –Quem te disse isso?—agora estou interessado. –Todo o morro já tá sabendo, ela veio aqui mais cedo falar com o tio, chamando de sogro.—cheira uma carreira fina.–Mandou até o papo pras putas que tu já tinha mulher. –Mais é uma v***a mesmo.—tiro as munições da minha arma, colocando tudo de novo.–Só sabe f***r mesmo. –Tu come ali já tem até um tempo. Giane foi uma das minhas primeiras putas, não foi com ela que perdi a virgindade. Transei pela primeira vez com uma prostituta em uma festa, tava loucão de bebidas,não usava droga. Tinha uns 13 anos e foi uma desgraceira só. Depois vou lá na casa dela, dá um trapo pra aprender que eu não tenho uma dona e nunca vou ter uma mulher só. Ficar de coleira não é coisa pra mim, não n**o b****a. E ninguém lá de casa gosta dela, Sarah é a primeira. Nunca gosta de ninguém, faz barraco com todo mundo. Ali é brabox. Fico na boca até 10 horas, saio e vou rumo a casa de Giane. Não posso me atrasar pra ir buscar a chata da minha irmã, não sei porque eu disse que ia.
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