Bailão estalando hoje.
Já tô arrumado pra pegar umas novinha.
–Tu não perde um baile né?—minha mãe pergunta com uma tigela de morangos e chantilly na mão.
–Não pode né mãe?—pisco pra ela.—Se não perco o costume.
–Nunca vai trazer uma namorada pra eu conhecer não?—até que demorou pra ela vim com esses papos.
–Ixi coroa.—rio.–Namorar não é pro teu filho não. Eu sou de todas elas.
–Eu não te digo é nada.
Calço o meu Nike e coloco o meu relógio da Prada. Uma corrente discreta no pescoço e já tô na beca. Como é de se esperar, Sarah já tá na sala, esperando por carona que eu sei.
–Não vou te levar hoje não em.—tenho que levar uma gata aí.
–E eu te pedi alguma carona seu escroto?—faz cara de nojo.–Eu já tenho com quem ir meu quirido.
–E vai com quem? Posso saber?—cruzo os braços.
–Arthur vai levar a gente.—dá de ombros.
–Tá pegando a Gabriela lá é?
–Ele é legal com ela.
–Tá comendo bem o filho da puta.—gargalho.–Mina mó gostosa.
–Você é um ser desprezível credo.
Comi a Gabrila uma vez só,se pudesse eu repetia com certeza, mas vamos ver as oportunidades que vão surgir.
–Já tô indo.—aviso rodando a chave da minha moto no dedo.
–Vai lá.
Pego a minha moto na garagem e dou partida pro baile. Desvio da rua do baile e vou pegar a menina que eu tinha marcado, ela já tava na frente da casa me esperando.
Com um short curto e um top que mais parecia um sutiã. Tava quase nua.
–Pensei que não vinha mais gato.—mastiga um chiclete de uma forma
–Sobe aí.
Ela sobe e segura a minha cintura com força.
Quando eu passo por uns grupos de outras meninas, ela me aperta ainda mais e se esfrega nas minhas costas. É bom ela nem tá se iludindo com o pretin aqui. Só vou comer.
Estaciono a moto e ela desce.
Quando eu desço, ela tenta pegar a minha mão,mas eu não deixo é claro.
–Tu acha que tá fazendo o que?—grito.
–A gente não chegou junto?
–Não se ilude não garota, eu só quero te comer hoje.—dou um sorriso cafajeste.
–Eu também quero te dá, amor.—desce o olhar pelo meu corpo, e lambe os lábios.
Eu entro no baile e ela vem logo atrás. Anda mais rápido pra ficar mais perto de mim e se exibir pros outros.
–E aê cachorro.—faço toque com Pietro.
–Cadê a tua prima?—Se refere a Pérola.
–Deve tá chegando aí.—me encosto ao lado dele.–Vão vim com o Arthur.
–Parece que o cara tá de coleira com a Gabi.—ri e vira um copo na boca.–Tomou chá de b****a mermo.
Eu peço um copo de bebida também.
Batida de morango. Tem um gosto bem, mas é muito fraco. Depois eu vou beber alguma coisa mais forte. Hoje eu não quero usar drogas ilícitas, não tô afim de ficar chapado.
Os soldado que tão na entrada viram a cabeça em uma mesma direção e logo eu vejo o porquê da admiração de todos. Entra as três mosqueteiras em fileira. Tudo se achando.
–Fiu fiu!—Pietro faz quando elas passam por nós.
–E aê meu consagrado.—Arthur faz toque com a gente.
–Tudo de boas.
As três vão pra pista dançar e Franciele, a que veio comigo, fica no meu pé, não sai pra lugar nenhum.
–Tu veio pra ficar de minha babá foi?—zombo e os caras riem.–Sai fora mina, quando eu quiser, te passo o papo.
Arthur tá olhando Gabriela que sobe e desce rebolando e Pietro olhando pra Pérola. Franciele também dança, tentando chamar a minha atenção.
Olho pro lado e vejo um menor encarando Sarah. Olho feio pra ele que logo desvia o olhar, mas ela percebe que ele tava olhando e vai até ele, desfilando.
–Deixa a garota menor.—Pietro diz, quando vê que eu tava olhando os dois.–Tu fica com quem tu quiser e ela não? Já não é tempo pra isso não.
–Ela é minha irmã c*****o.
–E tu acha que ela não vai namorar não é?—ri da minha cara.–Beleza ela tem,tá chovendo menor que quer ficar com ela. E hoje tu vai deixar a mina tá ligado? Olha pra que veio com tu que tá quase morrendo na pista pra chamar tua atenção.
Desvio meu olhar da Sarah e olho pras mulheres que tão de exibindo em roupas curtas. Franciele cola na minha frente e começa a rebolar, roçando no meu p*u.
–Bora no quarto delícia.—digo no ouvido dela.
–Vamos.-sorri.
Levo ela pro quarto onde a gente costuma comer as p**a. Ela já vai logo abaixando na minha frente e me batendo um babão. g**o na cara dela mesmo, sem dó.
–Fica de quatro.—mando e ela obedece,antes tirando a roupa toda.
Só tiro meu p*u pra fora, coloco a camisinha e meto fundo dentro dela que geme e grita por mais. Fodo ela com toda força e g**o na camisinha. Tiro meu p*u de dentro dela e tiro também o preservativo. Amarro a ponta e jogo no lixo. Ela fica lá toda aberta em cima da cama, ofegante.
–Não vai me fazer um oral?—pergunta começando a se tocar, enfiando dedo dentro dela mesma.–Vem aqui.
–Se veste.
Saio e deixo ela lá abotoando a bermuda. Quando chego de novo onde o povo todo tá, vejo uma cena que faz meu sangue ferver. Sarah tá se engolindo com o mesmo menor que tava olhando pra ela dançando.
Vou pisando duro até onde os dois estão.
Puxo o menor pela camisa e dou logo um murro na cara que faz ele cair no chão.
–O que você acha que tá fazendo seu i****a?—ela grita indo ajudar o cara.–Não encosta nele.
Ela vai até ele e o ajuda a levantar, me fazendo ficar com mais raiva ainda.
–Ele só quer te comer sua idiota.—grito.
–Igual você faz com as meninas!—grita de volta.–Você não manda em mim.
–Se afasta dele.—rosno entre os dentes.
–Eu não vou me afastar.—abraça ele pela cintura.–E você não vai fazer nada pra que eu me afaste.
–Ele pode machucar maninha.
–Se você encostar um dedo nele, nunca mais dirija o olhar pra mim.—diz com raiva.
–Não briga com seu irmão por minha culpa.-se pronuncia.–Eu já tô caindo fora.
–Você afasta todo mundo de mim seu ogro.—grita e sai pisando duro.
–Tão olhando pro que c*****o?—grito pros zé povin que tão prestando atenção.–Se continuar olhando vai perder o olho!
Que merda!