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1133 Words
Vou pra casa numa larica da p***a. Fiquei lá vendo números a manhã inteira, com uma dor de cabeça da p***a. No caminho encontro Sarah e as amigas, não paro pra ela e sigo meu caminho. Da sala já dá pra sentir um cheiro muito bom. A mestre cuca da casa capricha em tudo que faz. Não é atoa que saiu essa obra prima aqui, razão dos suspiros apaixonados das mina do morro. –Já tá pronto aí? –Se quiser comer espere.—meche nas panelas do jogão.–Nunca ouviu falar que apressado come cru? –Vou tá esperando. Fico no sofá mechendo no celular. A porta é aberta e Sarah entra com a cara de cu dela. –Nem pra me dá uma carona seu bastardo.—joga a mochila em cima de mim. –Aí filha da p**a!—jogo no chão, tô nem aí se quebrar alguma coisa. –Um sol da p***a. –Eu ia trazer vocês três na moto? –Se organizasse todo mundo vinha.—se joga ao meu lado pegando o celular dela.–Já te agradeci por ter me dado essa máquina? –Tu é muito m*l agradecida isso sim. –Não fez mais que sua obrigação de irmão mais velho. –Atá.Quebra esse que tu vai achar outro na casa da p***a. –Eu sei que você me ama. Ficamos implicando um com o outro. É sempre assim quando a gente tá no mesmo ambiente. –Cheguei família!—meu pai entra na sala fazendo uma dança esquisita.–Só no passin muleque! –Vai pai!—Sarah levanta e começa a rebolar acompanhando ele.–Se solta Luc! –É muita palhaçada!—reviro os olhos vendo os dois dançando.–Nem conheço esse povo,eu em! –Tá é com inveja que não dança assim pai.—ri da minha cara. –Não tô vendo nada aí pra eu ter inveja.—reviro os olhos.–Quase que vomito só de ver vocês dois aí, parecendo aquelas minhocas se remexendo. –A Inveja mata...—ela cantarola.–Tome cuidado pra não se contaminar, cuide da sua vida que da minha eu sei cuidar. Pode se afogar mesmo sabendo nadar! –Para de show que tu não é Xuxa. –Se quiserem comer frio podem ficar na algazarra de vocês!—minha mãe grita da cozinha. Vamos todo pra mesa e comemos. –Sua comida é a melhor coroa.—falo de boca cheia. –Não é pra tanto assim.—se faz de humilde, sei que ela gosta quando a gente diz isso.–Pode elogiar mais! Todos nós gargalhamos. A gente pode ter todos os defeitos, mas a gente é unido e amamos uns aos outros. Eu mato e morro por eles qualquer hora. Implico com a Sarah, mas ninguém meche com ela e fica vivo. –Oh Luc, tu tá ficando com a Giovana?—tira os olhos do celular. Estamos na sala de TV. Só eu e a insuportável. –Só dei uns beijinhos e comi ela.—dou de ombros.—Nada demais. –Credo!—faz careta.–Como você é escroto. Nem é meu irmão, sua coisa. –Foi tu que perguntou, eu só respondi. –Tu transou com a Gabriela também não foi?—só presta pra fazer pergunta essa garota. –Quer uma lista das minhas fofas agora?—dou um sorriso sarcástico.–Posso apontar pra todas que sentou no pai aqui. –Me poupe de saber quem são as otárias pra cair no seu papinho xoxo. –Faço elas gozar no meu p*u, sabem que eu só quero comer e elas só querem me dar.-dou de ombros.–Dão pra mim porque quer, não forço ninguém. –Nem um pingo de vergonha na cara tu tem.—me joga uma almofada.–Qual o próximo baile agora? –Eu não sei não.—respondo umas mensagens das dona que quer me dá.–Pergunta ao Arthur aí, ele deve saber. –Não sei o que vai fazer na boca, já que não sabe de nada. –Para de falar por favor?—peço com a educação que ainda me resta. –Tapa os ouvidos ou se retire. Reviro os olhos e volto a olhar pro meu celular. Uma mensagem da Giovanna chega, já quer o replay. Vadia loira: Oi gostoso, quando rola o replay?? já tô morrendo de saudades gatinho. Só o que me faltava. Só não quero mina grudenta em cima de mim. De mulher chata no meu pé já basta a Sarah e a minha mãe. É só marcar que nois se bate. Sarah começa a ri do nada, me fazendo olhar pra ela intrigada. –Tá falando com quem aí?—chuto ela pelo pé. –É o que?! –Tá rindo aí pra quem?—pergunto de novo. –E é da tua conta Lucca? –Posso saber quem é não é?—Me inclino um pouco, mas ela vira o celular, não me deixando ver nada.–Deixa eu ver rapaz. –Ah faça-me o favor viu? Eu não ando querendo ver as tuas mensagens não.—se senta em uma poltrona mais longe de mim.–E eu dou risada e converso com quem eu quiser, tu não pode fazer nada querido. –Vai vendo... Ela continua a digitar e dar gargalhadas altíssimas. Tô numa curiosidade da p***a. Mas eu sei que ela não vai me dizer nada. Hoje a tarde não vou colar lá na boca. Só amanhã, pra fazer pedido de mais droga e também mandar pra fora do Rio. Arrumar os carregamentos, e disfarçar bem pra que nada dê errado. Sarah guarda o celular e liga a TV, escolhendo um filme qualquer. –Não tem nada que preste nessa televisão que eu já não assisti.—resmunga mudando de canal.–Vou ouvir música mesmo. –Não liga tuas p***a alta aqui não.—ronrono. –Vou ligar sim.—diz convencida.–Vai pro teu quarto se tá incomodado. Ela coloca na música e começa a cantar igual uma louca. –Hoje é aniversário dela Já escolhi o que eu vou dar pra ela O meu presente é o melhor que tem Quando tu tá na onda tu me chama de meu bem...—cantarola enquanto dança, nem se importando se eu tô me incomodando ou não. –Canta mais baixo p***a! –Comprei um lança pra baforar com ela Em cima da lage bolado eu taco nela Nos dois locão no doce tu faz o movimento Eu te boto em cima, boto embaixo, boto dentro..—desce e sobe rebolando no tapete. Não aguentando mais ela cantar eu levando provocando baixo e vou pro meu quarto, ficar em paz.
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