Ja chego na frente da casa dela buzinando, ela sai quase nua,quando vê que sou eu abre um sorriso malicioso.
–Vim bater um papo contigo.—aviso descendo da moto e tirando a chave, rodando na minha mão.
–Entra.
Eu entro e tá uma bagunça da p***a.
Parece que o chão nem nunca viu a p***a de uma vassoura, nem no sofá eu vou sentar.
Tudo que tu imaginar tem encima do sofá,calcinha, prato, restos de comida.
–Tu não limpa essa casa não é p***a?— pergunto ficando em pé mesmo.–Parece um chiqueiro essa p***a, uma porcaria só.
–Veio aqui pra falar m*l da minha casa?—tira a camisa deixando os s***s a mostra, oferecida.–A gente pode ir pro meu quarto.
Tenho até medo do que vou encontrar no quarto.
–Eu não vou pra quarto nenhum não.—empurro ela pra longe.–Que história é essa que tu é minha fiel? Tá ficando loucona é p***a?
–E eu não sou?—que voz da porra.–Eu tô só com você a muito tempo, eu sou sua mulher sim Lucca. Tem que me apresentar ao morro, faz um baile...
Ela só pode tá sonhando.
–Tá louca é p***a?!—grito.–Eu não vou fazer merda de baile nenhum pra te apresentar não, tu é só meu lanche e de muito mano por aí. E espalha que é minha dona por aí que tu vai pra vala.
–Você tá comendo outra vagabunda não é?
–Eu como a b****a que eu quiser, meu p*u não tem dona não.—aponto o dedo na cara dela.–Já te dei o papo, dá próxima vez tu não vai tá viva.
–Você teria coragem de me matar?
–Ainda tem alguma dúvida?
Saio da casa dela batendo a porta com toda a força. Monto na moto e vou pra casa.
Não vou nunca assumir uma fiel.
Elas só querem dinheiro, luxo e ostentar com as amigas por aí. Depois se vende pro inimigo pra fuder com a minha vida.
Já namorei uma vez só, e eu não gostei de t*****r só com uma. Por isso não deu certo, ela me pegou comendo uma outra menina da escola no banheiro feminino. Depois dela ver e sair gritando pela escola, terminei de comer a mina e de gozar. Mais mina ainda quis me dá depois disso.
Já tá na hora de ir buscar elas.
Pego o carro de novo e vou pra escola.
Já tô aqui a quase 10 minutos e elas não apareceram ainda, daqui a pouco eu vou embora e vão ir tudo andando pra aprender.
A primeira que eu vejo é Giovanna,ela quando me vê encostado no carro do lado de fora dá um tchauzinho, se despede de outra menina lá e vem em minha direção.
–Tá gostoso nessa roupa.—masca um chiclete, fazendo barulho.–O que acha da gente sair qualquer dia desses?
–Oh mina tô sem tempo.—ela cola seu corpo no meu, quase me beijando.–Aparece no próximo baile.
–Pode ter certeza que vou aparecer.
Puxo ela pelo cabelo e a beijo. Ela me beija de volta também, se esfregando em mim, já começo a ter uma ereção. Ela beija bem pra c*****o, e é ousada também, já que leva a mão no meu p*u e aperta por cima.
–Pornô ao vivo não.
Nos afastamos com a voz de Sarah, chegou ela e o resto da gangue.
–A gente se vê gatinho.—me dá um selinho antes de sair rebolando pra perto de outro grupinho que está olhando em minha direção.
–Tu não presta mesmo né?—me dá um tapa no ombro entrando no carro, no banco da frente.–E eu gostei do celular, valeu maninho lindo do meu coração.
–Se tu não gostasse ia ficar com esse mesmo, eu em?!
Entro no carro e dou partida.
Pelo retrovisor eu vejo Gabriela e Pérola conversando e olhando pro celular.
–Tão rindo do que suas quengas? Nem me mostram né?
–É uma mensagem sua idiota.—Gabriela entrega o celular pra ela, que coloca no ouvido pra escutar o áudio do what's.–Já ouviu?
–Deixou o menino xonado.—gargalha devolvendo o celular.–Tadinho gente! Dá uma chance pra ele.
–Dá tu, Riquelme é mó o****o.
–Eu mesmo não!
–Deixa ele lá no canto dele.
Ignoro a conversa animada das três, só sai vida dos outros. Pior que aquelas velhas da vizinhança, que sabe o nome de todo mundo que passou na rua, o dia inteiro.
–Pode parar aqui pra mim.—diz Gabriela,quando passamos por um rua.
Eu paro o carro e ela se prepara pra descer.
–Tchau gurias.—acena com a mão saindo do carro.–Tchau Lucca.
Ela desce e caminha até uma casa simples, na cor verde fraca.
–Tenho mó dó dela.—Pérola comenta.
–Dó porque?
–Ela mora com o pai e o irmão, é humilhada todos os dias pelos dois.—Sarah diz triste.–No dia que a gente veio aqui fazer um trabalho, ele nos expulsou e no outro dia na escola ela apareceu com roxos pelo corpo.
–O homem tem cara de nojento.
B.O
–Me deu vontade de dá uns p*u naquele velho, mas depois que a gente saísse ia ser pior pra ela.—lamenta.
Vou saber quem é esse irmão dela,vou chamar nas ideia.
Paro o carro na tia Betah e Pérola desce, ficando só eu e Sarah.
–Tu tá pegando a Giovanna é?—puxa assunto.
–Só dei uns beijo nela naquela hora.—batuco meus dedos no volante.–Pra que tu quer saber também?
–É minha amiga, mas ali não presta não.
–Tu vai falar m*l da tua amiga pra mim?
–Ela fala m*l de mim, pros outros. Não tem que reclamar de nada.—dá de ombros.–Ela é da zona sul, se envolve com ela e ela te cagueta pros verme.
–Ela morre.
–Eu já te avisei. Ela não gosta de favela não, só dos homem que tem lá.
–É amiga de vocês porque? São tudo do morro.
–Ela não é amiga, ela só se intromete nos nossos assuntos e se oferece pra andar com a gente.—faz careta.–Eu não quero parecer grossa.
–Tu? É só um coice de mula.
–Eu só sou assim com você.—diz cínica, se achando.
–Sei...
Ela não é o exemplo da sensibilidade e bons modos.