Almoço mó bom lá na casa da tia. Ainda dei mais uns amassos com a Gabriela, mina gostosa pra c****e. Ainda não quis me dar, mas também não vai demorar.
Volto pra boca e só volto pra casa tarde.
Já se cara encontro Sarah com a cara pra cima no sofá. Essa garota não tem o que fazer não?
–Não tá estudando mais não é?
Ela se assusta e deixa o celular cair no chão.
Tomara que tenha fudido a tela toda.
–Quando eu digo que quero te matar você não acredita seu bastardo do caralho.—pega o celular com a cara de choro. Mulheres dramáticas.–Olha o que você fez seu i*****l.
Joga o celular todo fudido na minha cara.
Quase que paga mesmo, se eu não desviasse a tempo.
–Quebrou?—provoco vendo ela me olhar com raiva.
–Eu vou terminar de quebrar na sua cara.—vem pra cima de mim igual uma fera, me dando um soco no nariz, que faz um estalo.–Seu i****a! Bastardo de merda!
Ela pega os restos do celular no chão e joga em mim, pegando nas minhas costas. Doeu a p***a.
–Eu vou contar pro meu pai, seu fudido!—sobe pro quarto com um ódio mortal de mim.
Briguinha básica de irmãos.
Limpo meu nariz com as costas da mão e olho o sangue que tá saindo. A filha da mãe sabe até bater bem. As aulas surtiram efeito mesmo.
–Que desgraça foi essa no teu nariz Lucca?!—minha mãe já chega gritando.–Tu já se meteu em encrenca?
–Foi a tua filha lá.
–Pega gelo lá dentro e coloca nessa merda de nariz.—manda.–E tua irmã te bateu porque? Alguma merda tu fez garoto.
–E só é eu que faço merda é?—pergunto na cara de p*u.
–Eu que não sou.
Com a mão no nariz eu vou na cozinha e pego gelo, subindo pro meu quarto. Lavo o nariz com bastante água até parar de sangrar tanto e coloco a bolsa de gelo. Tá doendo para c****e essa merda. Mulher do murro bem dado.
Saio do meu quarto e vou pro dela, a porta tá só encostada mesmo. Vejo a chata sentada na cama, mechendo no notebook. Nem lembrava da existência, agora que tá sem celular lembra.
–O que tu tá fazendo aqui? Eu quero privacidade, bora, pode ir saindo.—me expulsa.–Vai quebrar meu Mac também?
–Foi m*l irmã linda do meu coração.—sento na cama.–Vou mandar concertar.
–Concertar o que mais mano?—grita, puxando os cabelos.–Aquilo ali não dá pra mais nada, e ainda joguei em tu de novo, terminou de quebrar.
–Tu quer um novo é?—ai ela dá risada.
–Mais é claro.—diz cínica.–Eu quero na cor cinza e com capinha também.
–Tá me achando com cara de banco é?—me levanto olhando pra sua cara de pau.–Vou te dar o que eu quiser, nem vem de mimimi não.
–Oh mano, tu tem mais dinheiro que eu. Depois eu te pago o dinheiro.
–Depois um menor vem trazer aqui pra tu, sua chata.—ela abre o maior sorrisão.
–Ahhhh!—grita e pula no meu colo.–Você é o melhor irmão do mundo! Ahhh!
–Cabou já?—empurro ela.
–Como você é insensível!—faz cara de cu.–E desculpa pelo nariz quebrado, você mereceu vamos concordar.
–Não me faça desistir de comprar seu bendito celular.
–Não está mais aqui quem falou.—levanta as mãos.–Mas aí agora mudando de assunto, tá pegando a Gabi não é?
–Dei uns pega nela, nada de mais.—dou de ombros.
–Ela tá na sua faz tempo.—arqueio uma sobrancelha.–Mas enfim, vocês formam um casal bonito.
–Que casal o que tio? Tá me tirando é?
–Já pode sair do meu quarto agora.
–Já tô saindo sua chata.
Saio deixando ela lá.
Gastar meu dinheiro agora com a bosta do celular dela. Que merda! E nem foi uma queda alta, como aquela p***a quebrou todo assim? Ou já tava fudido e ela me enganou só pra ganhar um novo? Ah maldita!
Vou tomar um banho, tô com cheiro de maconha. Fico quase meia hora embaixo da água,conta vai vim cara. Saio com uma toalha enrolada na cintura, e vou procurar alguma coisa pra vestir. Visto uma boxer branca, uma bermuda tactel e desço pra sala, sem camisa mesmo.
–É assim que anda pela casa é?—minha mãe já começa a reclamar.–Daqui a pouco as amigas da sua irmã vão chegar aí, vai vestir uma camisa menino.
–Tem nada não mãe.—me jogo no sofá, pegando o controle.–O que é gostoso é pra ser visto.
–Tá igual teu pai já.—revira os olhos.
Quero saber quem é essas amigas que vão vim aqui pra casa, se tiver uma gostosinha eu já passo o rodo. A insuportável desce as escadas, sorrindo.
–Não é pra dá em cima das minhas amigas tá ouvindo?—já me repreende.–Mas se for a Gabi, eu mais que apoio o casal.
Ela fica lá fora esperando chegar, e não demora três menina entrar. Tão tudo de mochila. A Gabriela e Pérola tão no meio, já a outra eu não sei quem é, nunca nem vi.
A que eu não sei quem é já me olha safada, essa vai ser uma f**a fácil.
–Não vai me apresentar não?
Digo quando ela passa direto pra onde eu tô.
–Esse i****a aí exibido sem camisa é meu irmão, não dêem muita bola pro que ele diz.—ja me esculacha. É uma p***a.
–Lucca, e quem são as gatinhas?
–Sou Giovanna.—diz sorrindo, sorrio também.
–Humm...
Elas sobem e eu observo a b***a da tal Giovanna, tem um bundão da p***a.
Se elas dormirem aqui tô bem hoje.
É só esperar paciente.